Instituições apoiadas pela FAU terão reforço para startups que vão de diagnóstico de maturidade à aceleração de startups

Foto: Reitoria UFU A novidade vem com recursos na ordem de mais de R$ 2 milhões de edital da Secretária de Educação de Minas Gerais (SEED/MG) que serão usados para apoio direto de aceleração às startups. O resultado desse edital estava sendo bastante esperado pelos empreendedores de Startups, especialmente ligadas aos setores do agro, saúde e indústria 4.0 no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. O projeto intitulado ‘Acelera TAP’ será coordenado pela diretoria de inovação da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e, colocou a Universidade na liderança entre as instituições aprovadas na chamada pública. Ele oferecerá reforço estratégico desde odiagnóstico de maturidade às trilhas de mentoria alinhadas às vocações regionais e aceleração de startups em ambiente promotores. O objetivo é de promover a interiorização e a expansão de oportunidades tecnológicas.Ele será executado pela UFU que coordenará a rede que reúne sete ambientes promotores de inovação da mesorregião, ampliando a capilaridade e a interiorização das ações. Das sete Instituições de Ensino Superior e parques tecnológicos atendidos pelo projeto, três são apoiadas com suporte da Fundação de Apoio Universitário (FAU): o IFTM, por meio da Incubadora MÖBIUS (com atuação multicampi em seis municípios); a UFTM, por meio da Agência de Inovação (AGUIN) e da Incubadora Impulso; e o Parque Tecnológico de Uberaba fruto de parceria entre Embrapa, Epamig e Prefeitura de Uberaba. “A aprovação desse projeto vem em um momento de expansão e modernização da gestão da FAU que atua como o braço de segurança administrativa e fomento, garantindo que a captação de recursos e a retaguarda dos projetos ocorram com total agilidade e eficiência”, destaca Fernanda Nappi, do setor de expansão da FAU. O ‘Acelera TAP’ será estruturado em duas fases, com capacidade para atender pelo menos 30 startups em fase de validação e outras 15 em estágio de aceleração. O suporte vai muito além da mentoria: o programa prevê apoio financeiro direto de até R$ 100 mil para negócios em estágio inicial e até R$ 70 mil para empresas já consolidadas. O processo combina diagnóstico de maturidade baseado em Technology Readiness Level(TRL) e Lean Canvas, funil de seleção com critérios objetivos e trilhas de captação alinhadas às vocações regionais. O Ciclo culminará em um Demo Day, evento de conexão, onde as startups apresentarão suas soluções a uma plateia formada por investidores, empresas e representantes do poder público, abrindo portas definitivas para a consolidação de novos negócios no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. “A aprovação do Acelera TAP consolida a atuação da UFU como referência na articulação de redes de inovação em Minas Gerais. Mais do que apoiar startups individualmente, o programa fortalece um ecossistema regional integrado, que aproveita a presença multicampi das instituições parceiras para levar oportunidades de empreendedorismo inovador a diferentes municípios do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba”, destaca a coordenadora do projeto, professora Luciana Carvalho, diretora de inovação e transferência de tecnologia da UFU. A execução atenderá também Instituições particulares de Ensino Superior como aUNIFUCAMP em Monte Carmelo, por meio do Instituto de Inovação do Coração do Cerrado (INOVACCER), UNIPAM, Uniube. No total serão R$ 2.309.088,48 aplicados para demonstrar a força, a capilaridade e a alta capacidade de execução em inovação tecnológica do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. A seleção das Startups será realizada a partir da publicação de edital para ter início no próximo mês (agosto) e terá duração de 24 meses. Fique de olho em nossas redes sociais. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 30/07/2026 ás 17h17
Se prepare, vem aí nova edição da FAU Run com muito movimento, saúde e superação nas ruas de Uberlândia

Foto: Treinamento entre amigos. Lucas, Germano e Victor se preparam para a 3ª edição da FAU Run. A Fundação de Apoio Universitário (FAU) realiza, em outubro, mais uma edição da FAU Run. Como novidade desta edição, a corrida contará com percursos de 5 km e 10 km, oferecendo desafios para diferentes perfis de participantes. A iniciativa reforça o compromisso da FAU com a promoção do esporte, da saúde, da integração comunitária e do bem-estar. Mais do que uma competição, a FAU Run incentiva a prática esportiva em grupo e em família, valorizando a participação e o incentivo a um estilo de vida mais ativo. A corrida de rua se consolidou como uma das práticas esportivas mais acessíveis, democráticas e completas da atualidade. Com baixo custo de adesão, ela oferece alta adaptabilidade. No Brasil, a modalidade atrai cerca de 14 milhões de praticantes, o equivalente a 6,9% da população. Cada participante traz um foco para participar; seja acompanhar alguém, buscar lazer, lançar desafio entre amigos, intensificar o treino ou encarar uma meta pessoal. Germano Arantes é um dos que já estão se preparando. Para ele, a corrida era algo inimaginável quando descobriu, já em estágio avançado, que tinha esclerose múltipla. Então, ele buscou na atividade física para reduzir os sintomas da doença e a decisão gerou mais um resultado. “Não esperava chegar a essa motivação de participar da corrida da FAU, fui estimulado pelo meu professor da academia e meu preparador físico que vão participar e aqui estou eu, com novo foco!” destaca Germano. A popularidade das corridas de rua atende três pilares fundamentais para o desenvolvimento humano: saúde física, por promover fortalecimento muscular e ósseo, eleva o condicionamento cardiorrespiratório e auxiliar na manutenção do peso; saúde mental por estimular a liberação de endorfina e serotonina, garantindo a sensação de bem-estar e melhorando a qualidade do sono. O caso do Germano ilustra com clareza essa superação. Quando focou na meta de concluir o percurso da FAU Run, novos horizontes se abriram e a qualidade de vida melhorou mais rapidamente. A atividade física é o caminho de transformação diante dos desafios impostos pela esclerose múltipla. O que começou como uma busca por qualidade de vida evoluiu. “Eu não andava nem dois quarteirões; hoje já intercalamos o percurso em caminhar e correr. Já sei que posso e quero ir mais longe; quero também participar de uma Iron men”, comenta ele entusiasmado. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda pelo menos 150 minutos de atividade física por semana e ainda orienta a avaliação médica prévia para exercícios mais pesados. “O treinamento orientado, planejado para a corrida é muito importante, entre vários riscos ele reduz, por exemplo, a chance de lesão muscular”, completa o preparador físico Lucas Queirós, preparador físico. Eventos como a FAU Run cumprem o papel de coroar esse processo de preparação, transformando o esforço dos treinos em momentos de superação e integração coletiva. Afinal, seja em família, em grupo ou em busca de uma conquista pessoal, o importante é começar, planejar e seguir em frente com mais qualidade de vida. Acompanhe nossas redes sociais, se prepare e fique de olho para os prazos das inscrições. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 23/07/2026 ás 16h03 Inscreva-se em: https://www.timeticket.com.br/evento/3-fau-run-corrida-da-inovacao-e-do-empreendedorismo-mouf3zyo
Protagonismo e Legado: Como a trajetória da FAU reescreve o futuro da instituição

Prof. Ataulfo Marques Martins da Costa, reitor da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) pelo período de 1980 a 1988. Foto: Milton Santos A iniciativa de criação de uma instituição para apoio universitário nasceu de professores da Universidade Federal de Uberlândia para viabilizar a gestão de projetos. Agora, a Fundação de Apoio Universitário (FAU) caminha para meio século de existência, aprimorando a excelência na prestação de serviços a cada novo setor. Neste novo tempo, a Fundação marca seu legado com o lançamento do Memorial. O objetivo vai muito além do resgate histórico: trata-se de um espelho de um ecossistema que se tornou a espinha dorsal do desenvolvimento científico e tecnológico para além das fronteiras de Minas Gerais. Nessa linha do tempo, o Memorial revisita as mais de quatro décadas de atuação e o salto de modernização vivido atualmente pela instituição. O Memorial apresenta uma trajetória marcada pelo pioneirismo, resiliência e construção estratégica de parcerias que somam oito instituições apoiadas em Minas, Goiás e Mato Grosso. Em Minas, além da Universidade Federal de Uberlândia, Instituto Federal do Triângulo Mineiro, Universidade Federal do Triângulo Mineiro, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, a Fundação Ezequiel Dias e o Hospital Universitário HC/UFU. Em Goiás, com a Universidade Federal de Jataí e em Mato Grosso com a Universidade Federal de Rondonópolis. “Esse alcance só é possível porque a fundação não se contentou em ser apenas uma administradora de recursos, mas tornou-se um hub de inteligência e gestão”, ressalta Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU. A história da FAU caminha lado a lado com a evolução da pesquisa aplicada no Brasil. Enfrenta os desafios aprimorando sua gestão, desde o cenário de escassos registros digitalizados a assumir protagonismo atual. As mudanças implementadas vieram para fortalecer a relação entre a academia e o setor produtivo. Tudo isso sem romper a essência de uma Fundação de direito privado, sem fins lucrativos, que busca a eficiência constante associada à serviços a novas ferramentas para sustentabilidade financeira. O projeto, ao consolidar essa memória, permite reconhecer o papel de lideranças como Salma Nasser, primeira diretora executiva da Fundação. E, sucessivos gestores que, desde 1982 aceitaram o desafio de construir uma Fundação de altíssima complexidade e impacto nacional. A expertise acumulada ao longo de décadas, documentada no Memorial, revela como a FAU transformou a gestão de projetos em seu maior diferencial competitivo. A confiança gerada e aprovada anualmente por auditorias externas garantem a credibilidade necessária para gerir parcerias entre as instituições apoiadas e empresas nacionais. Essa autoridade institucional é fruto de uma experiência que o Memorial documenta com clareza. São mais de quatro décadas atuando como a “ponte” essencial entre o rigor científico dos laboratórios e a agilidade exigida pelo mercado. Outra ferramenta fortalecida ao longo dessa trajetória é a capacidade de traduzir a ciência em soluções práticas para a sociedade, DNA que a Fundação carrega desde a sua origem. A função de um memorial pode ser comparada à de uma bússola. Ao percorrer estas páginas, é possível reconhecer os diferentes desafios enfrentados pela FAU ao longo de sua trajetória, sem que sua missão institucional jamais perdesse o rumo. Cada gestão cumpriu um papel essencial nessa construção: no passado, o grande desafio era estruturar a Fundação; hoje, é expandir sua atuação, ampliando seu impacto e fortalecendo sua capacidade de responder às demandas da universidade e da sociedade. É justamente nesse ponto que passado e futuro se encontram. O novo Estatuto da FAU, aprovado pelo Conselho Curador em 16 de abril deste ano e registrado em cartório em junho, representa esse novo ciclo institucional. Mais do que uma atualização normativa, ele fortalece a governança, amplia as possibilidades de atuação da Fundação e estabelece as bases para uma instituição ainda mais conectada à inovação, à ciência, à educação e ao desenvolvimento do país. Nesse sentido, o Memorial revela quem a FAU é; o novo Estatuto aponta o caminho para onde ela pode chegar. “Ao fortalecer nossa governança, consolidamos a estrutura construída ao longo de mais de quatro décadas e honramos o legado de todos que contribuíram para essa história. Assim, preparamos a FAU para continuar conectando conhecimento, inovação e impacto para a sociedade nas próximas décadas”, destaca o diretor executivo, Rafael Visibelli. O Memorial da FAU não é um convite ao saudosismo. É a demonstração de que a Fundação reúne experiência, credibilidade e visão de futuro para continuar fortalecendo a conexão entre universidade e sociedade, transformando conhecimento em desenvolvimento e expandindo sua atuação em benefício da ciência, da inovação e do interesse público. Faça este passeio pela história da FAU: https://online.fliphtml5.com/faufundacao/MEMORIAL-FAU-FLIP-Wq51/#p=1 Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 17/07/2026 ás 17h43
IFTM transforma apreensões da polícia federal em empreendedorismo com sustentabilidade

Produtos resultados do programa: “Extensão que transforma”. Imagem acervo IFTM Imagine um álcool em gel feito a partir de whisky, ou vinhos em geleias? São apenas exemplos de resultados dos produtos do Programa “Extensão que Transforma”. O que antes era um passivo ambiental e um gargalo logístico para a Receita Federal, tornou-se um motor de inovação social. O programa “Extensão que Transforma” une ensino, pesquisa e sustentabilidade, provando que é possível transformar mercadorias apreendidas em ferramentas de emancipação para centenas de famílias. O exercício de oferecer qualidade de vida e soluções para a sociedade é um dos pilares das instituições federais de ensino superior. Quando esse compromisso se torna um programa acadêmico que une empreendedorismo e economia circular, o resultado é a criação de um ecossistema que educa e transforma realidade social. O programa “Extensão que Transforma” traz a parceria com a Receita Federal que faz a cessão de produtos apreendidos que seriam descartados ou incinerados. Com isso, um dos problemas da receita federal se transforma por meio de ações extensionistas, alinhadas com ações de ensino e pesquisa, e gera solução para algumas questões sociais e ambientais. “É a partir desse diagnóstico que nossas ações extensionistas atuam, entregando soluções que fazem a diferença na vida das pessoas. Além de gerar um impacto ambiental positivo ao dar um novo destino a materiais que seriam destruídos, esse programa fortalece a extensão verdadeiramente para além dos muros institucionais e cultiva em nossos alunos uma sólida cultura de responsabilidade social” completa a Pró-Reitora de Extensão, Cultura e Esporte de Desenvolvimento Institucional, Daniele Paoloni. A pró-reitoria de extensão atua como guardiã dessa rede. Anualmente um edital é convida associações devidamente reconhecidas pelas prefeituras e com histórico de atuação para participarem do programa. Os itens são divididos em categorias: vestuário, eletrônicos e bebidas antes de serem distribuídos para as associações para serem descaracterizados e retiradas as marcas de identificação antes de serem vendidos a preços populares. E, os itens falsificados passam viram base de pesquisas e são transformados em novos produtos, como acontecem com eletrônicos e vapes. As bebidas alcoólicas e perfumes viram álcool em gel e os vinhos em geleias. Cada etapa é monitorada e auditada para garantir transparência. Os estudantes e professores são convidados para serem ‘padrinhos’ que acompanham todas as etapas até a certificação dos trabalhos desenvolvidos. Eles formam equipes para auxiliar na descaracterização dos produtos e acompanham até a organização da venda final, feita a preços populares pelas associações, ou às famílias cadastradas. Para o aluno, a experiência vai muito além do currículo. O Programa “Extensão que Transforma” conta atualmente com o envolvimento de 22 associações não governamentais em seis cidades; além de Uberaba estão Uberlândia, Patos de Minas, Ituiutaba, Paracatu e Patrocínio. “Armazenar e garantir a segurança dos materiais apreendidos é um de nossos maiores desafios, gera custo elevado, não temos como descartar e muitas das vezes temos produtos que poderiam ajudar a vida de pessoas de baixa renda, como por exemplo a grande quantidade de roupa apreendida. Ver a transformação de todo esse material para uso legal é um grande alívio para todos nós”, completa o delegado da Receita Federal, Luíz Cláudio Martins. Acompanhe o site iftm.edu.br/extensaoquetransforma e participe do novo edital. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 16/07/2026 ás 14h32
Novo Estatuto reforça governança, autonomia e sustentabilidade da FAU

Conselho Curador da FAU Imagem: Acervo FAU Sempre com o foco no futuro, a atualização alinha a Fundação de Apoio Universitário (FAU) às melhores práticas nacionais das fundações de apoio (FAPs) e confere segurança jurídica para novas parcerias. A Fundação tem aprimorado sua gestão e, a nova estrutura estatutária foca em diretrizes de governança que vêm sendo aplicadas, com resultados de sucesso, por diversas fundações em todo o Brasil. As mudanças foram amplamente debatidas para fortalecer a autonomia da gestão, assegurar a continuidade de projetos estratégicos e ampliar a sustentabilidade financeira da instituição. A inovação consolida a Fundação em seu papel como motor de desenvolvimento científico e tecnológico. Elas foram amplamente discutidas e consultadas para fortalecer a autonomia da gestão, assegurar a continuidade de projetos estratégicos e ampliar a sustentabilidade financeira da instituição. A modernização da governança abre para um ciclo de maior agilidade, transparência e segurança jurídica. O objetivo é eliminar entraves burocráticos e garantir que o conhecimento produzido nas Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) flua com a máxima eficiência e velocidade para o mercado, alinhando a Fundação às necessidades das indústrias e da sociedade. As mudanças reforçam a identidade da fundação e tranquilizam a comunidade acadêmica quanto ao propósito da parceria. Ao eliminar “entraves burocráticos”, principal dor do pesquisador, ela eleva a especialidade dos setores de gestão da FAU no acompanhamento de projetos, tornando a governança mais aderente às necessidades do ecossistema. O objetivo da atualização é garantir maior agilidade no atendimento às instituições apoiadas e aos parceiros da iniciativa privada que compõe o ecossistema de inovação aberta, em Uberlândia e nas regiões de atuação da FAU. “Esta é uma mudança estrutural importante para a FAU, e tratá-la como um marco de modernização é o caminho ideal para a sua comunicação. O novo estatuto não é apenas um ajuste burocrático; ele confere à Fundação mais autonomia, agilidade e sustentabilidade financeira”, destaca Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU. A nova estrutura traz avanços significativos para o cotidiano da gestão. O reforço da atuação do Conselho Curador, que ganha maior protagonismo na nomeação de dirigentes. Essa autonomia assegura um controle institucional mais forte, conectado e transparente proporcionando estabilidade e previsibilidade na execução de projetos. Um dos pontos-chave é a implementação de mecanismos de continuidade automática na gestão, que evitam lacunas administrativas. A FAU gerencia parcerias milionárias de alto impacto, como as do setor de energia, e as mudanças garantem que elas sigam em pleno curso, independentemente de processos eleitorais internos. Sustentabilidade e Futuro. Além das mudanças na governança, a FAU passa a contar com novas possibilidades de atuação para fortalecer seu caixa. A nova redação permite a exploração comercial de ativos próprios, como imóveis e espaços de coworking. “Essa é uma medida importante para diversificar as fontes de receita e reinvestir integralmente na missão de apoiar a pesquisa, o ensino e a extensão com segurança jurídica”, complementa o diretor executivo. A adequação à Lei nº 13.019/2014 também figura entre as atualizações, conferindo mais segurança jurídica e robusta para novos convênios. Com essas mudanças, a FAU se posiciona de forma mais competitiva, pronta para ser a ponte ágil e eficiente entre a academia e os desafios da sociedade que busca inovação com mais velocidade. Atualmente a Fundação apoia 8 instituições em diversas regiões do país. Em Minas com a Universidade Federal de Uberlândia, Instituto Federal do Triângulo Mineiro, Universidade Federal do Triângulo Mineiro, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, a Fundação Ezequiel Dias e o Hospital Universitário HC/UFU. Em Goiás com a Universidade Federal de Jataí e em Mato Grosso com a Universidade Federal de Rondonópolis. O novo estatuto foi aprovado na 126ª Reunião do Conselho Curador da FAU, realizada em 16 de abril de 2026 e registrado em cartório no dia 26 de junho de 2026. Agora, publicado em nosso site https://fau.org.br/estatuto/ Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 09/07/2026 ás 15h25
FAU parabeniza PROAE da UFU pelos 10 anos de programas pela humanização e combate à evasão de estudantes

Imagem: Milton Santos Pró-reitora de Assistência Estudantil (PROAE) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) completa os 10 anos buscando programas de humanização e em acompanhar as inovações culturais e estilos de vida das novas gerações de alunos. “Hoje, não é só dinheiro no bolso; é o combate à LGBTfobia, ao racismo, o suporte à saúde mental, o apoio educacional e a promoção de atividades esportivas e de lazer, especialmente no cenário pós-pandemia”, destaca Luciana Saraiva, Pró-reitora PROAE. A eficiência acadêmica, especialmente para garantir o melhor rendimento dos estudantes, vai além de infraestrutura e laboratórios bem equipados. O impacto do ambiente universitário também coloca em xeque os programas que levam em conta a transformação de vidas. De acordo com o mais recente “Inquérito Nacional de Perfil Discente das IFES (ANDIFES), em média, 70% dos estudantes das universidades federais possuem renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo. A mais recente implementação foi a ampliação do horário de atendimento do Restaurante Universitário (RU), do Campus Santa Mônica, o maior da UFU que desde final do ano passado (2025) aumentou significativamente o atendimento. Da data de abertura até o início deste mês (maio) cerca de 19 mil e 500 refeições adicionais foram servidas em jantares de sábado e refeições de domingo. Essa nova rotina, considerando o mês de janeiro (período de recesso/férias), impactou em um aumento de 34,5%, em relação ao mesmo período do ano passado. “A segurança alimentar e equilibrada nutricionalmente, gera oportunidade para que o estudante se dedique mais e com saúde às questões da educação durante o tempo que está na faculdade. O aluno não precisasse preocupar na busca pelo alimento. Reforçando, então auxiliá-lo no desenvolvimento do raciocínio, e cognitivo com maior tempo de qualidade escolar”, completa Lourdes Corrêa, coordenadora pedagógica. Os programas ainda são elaborados para apoio à e saúde mental. Por trás dos números da evasão ainda existe o chamado “sofrimento mental” comum da atualidade. O estudo sobre o perfil dos estudantes das universidades federais também revelou que mais de 83% deles relatam alguma dificuldade emocional como ansiedade, insônia e 18% dos graduandos já receberam diagnóstico de depressão durante o curso. O risco social sem os programas de apoio estudantil também foi alertado pela pesquisa, em algumas instituições, a chance de um aluno assistido se formar é até duas vezes maior que a de um aluno em vulnerabilidade que não recebe auxílio. Atualmente na UFU cerca de 1800 estudantes são atendidos de forma direta por alguns dos mais de 10 programas. Além da alimentação, suporte à saúde mental, apoio educacional e atividades e eventos esportivos e de lazer, ainda são oferecidos os auxílios moradia, creche, inclusão digital, mobilidade nacional e internacional, além de transporte intermunicipal e para eventos. “Os investimentos em assistência estudantil devem ser compreendidos como parte essencial da missão da universidade pública. Quando a UFU investe em permanência, ela não está apenas oferecendo um auxílio ou um serviço; ela está criando condições para que estudantes em diferentes realidades possam continuar seus estudos, concluir sua formação e transformar suas trajetórias de vida. Esse investimento retorna para a própria universidade e para a sociedade, porque reduz a evasão, melhora o desempenho acadêmico, fortalece a inclusão social e contribui para formar profissionais mais preparados e cidadãos mais conscientes”, destaca a Pró-reitora. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 18/06/2026 ás 15h00
III Volta UFTM promete movimentar o calendário esportivo de Uberaba

Esporte, saúde e integração vão agitar Uberaba com a terceira edição da corrida de rua promovida pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). Neste ano, o evento terá percurso de 6 km para a corrida e 3 km para a caminhada. A III Volta será realizada no domingo, 14 de junho, com largada prevista às 8h na Unidade Universidade da UFTM. Consolidado como um importante momento de integração entre a comunidade acadêmica e a população local, o evento deve reunir cerca de 300 participantes, entre atletas experientes e iniciantes, em uma prova que já vem conquistando espaço no calendário esportivo de Uberaba. A iniciativa busca incentivar a prática esportiva e promover hábitos saudáveis, valorizando o bem-estar e a qualidade de vida de pessoas com diferentes perfis e níveis de condicionamento. A prova foi pensada para acolher todos os apaixonados por corrida de rua e esporte: dos veteranos, que buscam superar seus próprios tempos, aos iniciantes, que dão os primeiros passos no universo das competições. Para o professor Luiz Fernando Rodrigues, membro da comissão organizadora do evento, a Volta UFTM vai além da prática esportiva. “O evento é importante tanto para promover a integração entre os cursos envolvidos na organização quanto para aproximar a universidade da comunidade”, destaca. A proposta é transformar o percurso em uma grande celebração esportiva, aproximando a comunidade e fortalecendo o vínculo entre a universidade e a população. Com a realização da terceira edição, a Volta UFTM reforça o protagonismo de Uberaba no cenário das corridas de rua em Minas Gerais e amplia a presença da universidade em iniciativas de promoção do esporte e da qualidade de vida. A UFTM é uma das sete instituições federais de ensino superior apoiadas pela FAU, além do Hospital de Clínicas da UFU. São elas: Universidade Federal de Uberlândia, Instituto Federal do Triângulo Mineiro, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Fundação Ezequiel Dias (FUNED), Universidades Federais de Jataí e de Rondonópolis. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 12/06/2026 ás 12:43
FAU cresce junto com a UFU e contribui para resultados que elevam a Universidade nos rankings

A divulgação do Center for World UniversityRankings (CWUR), realizada no último dia 02/06, da posição da Universidade Federal de Uberlândia (UFU)entre as instituições de ensino superior de todo o mundo foi celebrada por todo o ecossistema de inovação. Para a Fundação de Apoio Universitário é uma soma de esforços em um só propósito: fortalecimento das instituições apoiadas neste caso; da UFU. “A universidade identifica oportunidades acadêmicas e científicas; a fundação cria as condições para sua implementação. A universidade produz conhecimento; a fundação contribui para transformar esse conhecimento em projetos, programas, tecnologias e impactos sociais”, destaca o reitor da UFU, professor Carlos Henrique de Carvalho. Na lista 2026 do anuário, a nota da UFU foi de 69,1. A pontuação conquistada coloca a UFU na 28ª posição em nível nacional. Ampliando para a América Latina e Caribe, significa estar em 46ª e ter referência no seleto grupo das “Top 6,1%” melhores instituições de ensino superior do planeta. E, entre as 21.291 universidades globais a UFU ocupa a 1.283 posição. Para os colaboradores da FAU essa conquista também foi comemorada e usada para avaliar a eficiência dos processos de inovações e modernização da forma degestão. A universidade é o cérebro (conhecimento/pesquisa), e a fundação é o sistema circulatório que viabiliza as parcerias com as comunidades interna e externa. No papel da fundação, para que um projeto saia do laboratório e ganhe o mundo, ele precisa de agilidade, e a FAU participa como o motor estratégico para viabilizar com segurança e eficiência as parcerias com a sociedade e com a indústria nacional. “A cooperação baseada em confiança, transparência, governança compartilhada e objetivos comuns geram benefícios para ambas as instituições e, sobretudo, para a sociedade” complementa o reitor. Nos últimos anos, a FAU vem se modernizando para antecipar às necessidades da UFU. A fundação tem implementado processos de gestão que reduzem a burocracia e dão fôlego maior e segurança administrativa aos pesquisadores. A gestão executiva da fundação tem focado no auxílio alinhando conformidade técnica à rapidez que o mercado exige e se transformar no braço direito do pesquisador para a produção científica. “Uma fundação sólida, tecnicamente qualificada e financeiramente sustentável pode ampliar significativamente a capacidade da universidade de captar recursos, estabelecer parcerias, gerenciar projetos complexos e responder com maior rapidez às demandas da sociedade”, completa o reitor da UFU, Carlos Henrique de Carvalho. De acordo com Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU,a modernização da gestão e conquista prêmios por eficiência refletem na credibilidade da fundação perante agências de fomento, empresas parceiras e a sociedade. “Nosso objetivo é fazer a FAU se manter como uma fundação robusta para termos nossas instituições cada vez mais potentes. Esse ciclo se torna virtuoso em confiança e competência, o que permite à universidade subir posições, atrair investimentos e, acima de tudo, cumprir seu papel de ser indutora do desenvolvimento regional, destaca Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU. O resultado da UFU nos rankings nacional e internacional mostra o valor da união da robustez intelectual da universidade com a capacidade de entrega da FAU. É a ciência feita com qualidade, viabilizada com profissionalismo e celebrada com resultados que colocam a UFU em um patamar de destaque nacional.“As fundações de apoio surgiram para conferir maior agilidade administrativa e operacional à execução de projetos de ensino, pesquisa, extensão, inovação e desenvolvimento institucional. E, a sinergia com a universidade produz eficiência, sobreposição de esforços e conflitos institucionais, todos ganham e a sociedade ganha”, completa o reitor da UFU, Carlos H. Carvalho. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 11/06/2026 ás 19:32
Bazar transforma produtos apreendidos em esperança para Cozinhas Solidárias de Uberlândia

Imagem: Bazar Solidário realizado na sede da CDL em Uberlândia O Bazar Solidário, iniciativa da Fundação de Apoio Universitário (FAU), arrecadou recursos para o projeto de extensão Cozinhas Solidárias, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). A ação contou com a parceria da Receita Federal, que apoiou a destinação de mercadorias apreendidas, e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Uberlândia, que cedeu o espaço para a realização do evento. A mobilização uniu diferentes instituições em torno do fortalecimento de uma iniciativa voltada à segurança alimentar e ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social. “Essa parceria com a FAU faz parte do programa da Receita que chama “Receita por Elas”, por todo o país destinamos mercadorias apreendidas, como roupas, eletrônicos e outros itens, para órgãos públicos e organizações da sociedade civil que apoiam mulheres em situação de vulnerabilidade. E aqui, nosso programa foi voltado para a manutenção e infraestrutura das nove Cozinhas Solidárias espalhadas por Uberlândia”, acrescentou o delegado da Receita Federal Luís Cláudio Martins. A adesão da população superou as expectativas. Em poucas horas, mais de 300 senhas foram distribuídas, demonstrando o grande interesse do público pela iniciativa. Entre os itens mais procurados estavam produtos eletrônicos, como tablets e celulares, além de equipamentos de pesca e peças importadas para mountain bike, que se esgotaram rapidamente. Todos os produtos comercializados eram originais e foram vendidos com recibo emitido pela Receita Federal, garantindo a legalidade da compra. Além disso, os participantes puderam parcelar os pagamentos, o que contribuiu para ampliar o acesso aos produtos oferecidos. O bazar aconteceu no último sábado (30/05), foram arrecadados cerca de R$ 70 mil. O valor será revertido integralmente para fortalecer os trabalhos das 9 cozinhas Solidárias instaladas em bairros de alta vulnerabilidade social. Em toda a cidade elas oferecem muito mais que alimento, conseguem direcionar a população para projetos sociais e suporte para as mulheres atendidas gerarem segurança alimentar em casa e geração de renda. “Não estamos falando apenas de marmitas. Estamos falando de apoio a mulheres vítimas de violência, reforço escolar, auxílio a pessoas doentes e suporte a crianças especiais. Visibilizar essas ações é fortalecer a rede de proteção social da nossa cidade”, destaca Neiva Flávia de Oliveira, do projeto na UFU. Para quem acompanha de perto a rotina das Cozinhas Solidárias, o impacto do bazar foi além dos recursos arrecadados. A iniciativa também ampliou a visibilidade do programa, permitindo apresentar à sociedade os resultados já alcançados e reforçar a necessidade de apoio para expandir as ações de enfrentamento à vulnerabilidade social em Uberlândia. “Essa arrecadação nos ajuda a realizar sonhos. É emocionante ver a comunidade se unindo para que possamos continuar sendo a luz no fim do túnel para tantas famílias”, acrescenta Eliane Lopes, coordenadora da cozinha no bairro Dom Almir. Esta foi a primeira experiência de parceria entre a FAU, a Receita Federal, a UFU e as Cozinhas Solidárias, demonstrando o potencial da articulação entre instituições em prol de iniciativas de impacto social. “O que nos atrai é o fator social do projeto. Nosso papel é garantir que cada centavo chegue às cozinhas, transformando esses bens em insumos, equipamentos e melhorias que mudam a rotina de quem mais precisa”, pontua Rafael Visibelli, diretor executivo da Fundação. O sucesso do bazar reforça a necessidade de continuidade e o desejo de ampliar a escala dessas ações. Com o consenso entre todas as instituições envolvidas, a meta agora é manter a regularidade do serviço, garantindo que o impacto da transformação de bens apreendidos continue sendo, acima de tudo, a promoção da dignidade humana. Novas campanhas serão programadas e divulgadas pela FAU para dar continuidade à venda dos itens que restaram. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 02/06/2026 ás 15:30
ESEBA da UFU transforma a educação básica em polo de inovação para o ecossistema

Imagem: Apresentação dos trabalhos e vencedores do Sumô Cup na recepção aos novos alunos do GEPIT A Escola de Educação Básica (ESEBA) vem se consolidando como centro de excelência ao associar o ensino básico e médio a uma metodologia exclusiva que inclui pesquisa, inovação e extensão, com a ciência aplicada na prática. Atualmente, a metodologia já é referência como polo de alfabetização e produção científicas, rompendo barreiras do ensino tradicional. Esse programa foi implantado em 2014 com a criação do Grupo de Estudos, Pesquisas e Inovação Tecnológica (GEPIT) na ESEBA. O currículo da ação é estruturado em temas das grandes áreas do conhecimento do CNPq, com foco em Ciência, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade e com a formação STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática). A nova metodologia é oferecida aos integrantes do Grupo, cuja idade varia entre 8 anos de idade até os alunos matriculados no 3º ano do ensino médio. A proposta é uma expansão escolar que transforma crianças e jovens em cientistas mirins, eles concorrem em maratonas nacionais e algumas ações estão em processo deanálise de patente pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI). “Fui incentivada a aderir a todos os projetos e oportunidades que apareciam no GEPIT. Com a experiência adquirida e premiações dos nossos grupos consegui enriquecer meu currículo”, disse Alice Gonçalves aluna do 2º ano do ensino médio. Este ano, Alice comemora o convite que recebeu da Escola do Ensino Médio do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) para realizar a prova para ingresso na unidade deles no Ceará. O programa em questão rompe as barreiras da sala de aula, incentiva crianças e adolescentes para atuarem como pesquisadores desenvolvendo soluções reais para problemas da sociedade. “Nós não estamos apenas ensinando ciência, formamos alunos com mentalidade empreendedora e crítica; processo que coloca as crianças e adolescentes em pé de igualdade com pesquisadores veteranos que estão na graduação”, destaca a professora e uma das coordenadoras do GEPIT, Aline Carrijo de Oliveira. “Isso aqui é o que há de nova cultura na educação. Outras instituições no país, universidades, inclusive internacionais, já nos convidaram para ensinar a eles a metodologia, que é exclusiva nossa, da Eseba”, reforça Maísa Gonçalves da Silva, professora, fundadora e outra coordenadora do GEPIT. A comparação entre esses “cientistas mirins” e os cientistas graduandos pode ser percebida nos eventos de divulgação científica e nas competições que eles participam.Um exemplo disso foi o destaque no final do ano passado, quando 18 equipes do GEPIT participaram da sua primeira competição em robótica, na Sumô Cup (evento de robótica). No encerramento, as equipes do GEPIT ocuparam diversos lugares no pódio ao lado de alunos da Engenharia Elétrica da UFU. A SumoCup é um torneio tradicional realizado na Faculdade de Engenharia Elétrica da UFU, LASEC/FEELT. Ele desafia estudantes a construírem robôs que operam de forma 100% autônoma para empurrar o oponente para fora do ringue. Essa proposta na educação permite explorar conhecimento, consolidando o processo de ensino-aprendizagem como um “laboratório vivo”, onde a inovação tecnológica se encontra com a educação inclusiva”, destaca Maísa Gonçalves. A metodologia do GEPIT ainda incentiva o ingresso na universidade a partir das habilidades destacadas de seus pesquisadores. Luís Felipe Paim, ex-aluno da ESEBA e integrante também do GEPIT, hoje é acadêmico do segundo ano de sistemas da informação na UFU. “Além de desenvolvermos a pesquisa, aqui dentro do GEPIT ainda treinamos nossa comunicação. Não basta conhecermos o nosso projeto, o que ele faz e para que ele serve, precisamos nos comunicar com a sociedade, porque a maioria das pessoas não entende das tecnologias que são desenvolvidas”, acrescenta Luís Felipe. O GEPIT hoje é coordenado pelos professores Maísa Gonçalves Silva, da área de matemática da Eseba, Aline Carrijo de Oliveira, da área de Língua Portuguesa da Eseba, Vanessa Fonseca Gonçalves, da área de ecologia da Estes, Alex Medeiros de Carvalho e Éderson de Oliveira Passos, ambos da área de matemática da Eseba. Para os alunos entrarem na ESEBA é preciso concorrer a editais de sorteio. A escola implementou esse método para democratizar o ingresso de novos alunos. Contudo, o ingresso no GEPIT não é exclusividade de alunos da ESEBA, os candidatos internos e externos à escola apresentam um projeto para uma banca e a seleção é proporcional à disponibilidade de vagas por orientador. “Nós queremos que o GEPIT funcione em rede com outras instituições para podermos, com apoio de parceiros, levar essa metodologia para atender cada vez mais crianças e adolescentes e assim que eles possam ter acesso ao que temos aqui”, acrescenta a coordenadora e professora Aline Carrijo. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 28/05/2026 ás 12:25