UNIMED Uberlândia e UFU estreitam laços para viabilizar medicina do futuro e gestão de saúde

Imagem: Comissão de inovação da UNIMED com pesquisadores dos laboratórios de genética e Nanobiotecnologia da UFU A comissão de inovação da Unimed Uberlândia conheceu, no último dia 23 de abril, pesquisas em diferentes níveis de desenvolvimento que abordam diversas frentes de prevenção, cuidado e tratamentos com menores efeitos colaterais. Esta foi a primeira visita oficial de representantes de plano de saúde aos laboratórios de Genética e de Nanobiotecnologia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). A comitiva formada por integrantes das áreas de Inovação, tecnologia, Inteligência e Saúde teve como objetivo conhecer a capacidade de pesquisa e inovação da UFU e prospectar formatos de parcerias em projetos de inovação tecnológica. O que mais chamou a atenção foram os trabalhos desenvolvidos voltados aos diagnósticos precoces e exames laboratoriais com resultados imediatos. A corrida pela transição da medicina reativa, que trata as doenças já instaladas para a preditiva e de precisão está cada vez mais intensa. O novo modelo garante maior chance de cura e qualidade de vida aos pacientes, além de reduzir drasticamente os custos do setor de saúde com internações prolongadas e exames complexos. Estima-se que a prevenção e o diagnóstico precoce possam evitar gastos bilionários com complicações hospitalares e tratamentos reativos de alta complexidade. Após a visita, pesquisadores da UFU e diretorias da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (ProPP/UFU), juntamente com a comissão da Unimed prepararão um novo encontro para aprofundar as formas de interação e parcerias. O objetivo é desenhar caminhos práticos para que os temas de pesquisa eleitos pela empresa ganhem maturidade e escala com possíveis parcerias com a universidade. O processo contará com o suporte estratégico da FAU, que opera na gestão desses projetos. A parceria visa criar um fluxo ágil entre a bancada acadêmica e a aplicação prática na rede de atendimento da cooperativa. Uma das frentes apresentadas é a associação da UNIMED ao Parque tecnológico da UFU, o que colocará a empresa no ecossistema de inovação aberta e interação direta com laboratórios, unidades acadêmicas e pesquisadores da universidade. “Vamos agendar agora uma visita à empresa. Deve ser formada uma comissão de pesquisadores, diretores da ProPP e da FAU para apresentação mais detalhada de todas as possibilidades de parcerias para inovação tecnológica tanto na área da saúde ou tecnologia e gestão oferecidas pela UFU”, completou Carlos Ueira, pesquisador e diretor de pesquisa da UFU. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 21/05/2026 ás 12:34
Pesquisa desenvolvida na UFU contra o “Mal do Século” pode ajudar no diagnóstico precoce de depressão e frear recorde de R$ 1 bilhão em afastamentos médicos

Imagem: Coordenador do laboratório de genética, Carlos Ueira com a equipe brasileira da pesquisa e Ana pesquisadora do Canadá Com recursos da FINEP e apoio da FAU, os pesquisadores do laboratório de genética da UFUestão na fase de desenvolvimento de um dispositivo portátil, semelhante ao glicosímetro. O equipamento terá a capacidade de oferecer diagnóstico precoce, visando reduzir sofrimento humano e custos previdenciários. A depressão já foi considerada uma das crises silenciosas na saúde mental. Em 2024, o INSSregistrou recorde de afastamentos de mais de 440 mil brasileiros, um aumento de 130% em uma década. O custo em benefícios ultrapassou R$ 1 bilhão. A descoberta no Laboratório de Genética da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) surge como uma esperança para o diagnóstico rápido e o tratamento preventivo. O projeto teve início em 2017, é coordenado pelos pesquisadores Carlos Ueira (Uberlândia), Ana Paula Mendes Silva (Canadá) e Breno Diniz (EUA). Em análises de microRNA circulantes no sangue de pacientes com depressão foi possível identificar um deles com potencial biomarcador para diagnóstico dessa patologia. Foi desenvolvido um teste utilizando qPCR(mesmo sistema usado para diagnóstico da COVID) e testado em pacientes. Além disso, os pesquisadores desenvolveram um biossensor para diagnóstico rápido. Ao todo, 116 participantes, entre pacientes e indivíduos saudáveis, tiveram o transcriptomasequenciado. Com base nesses resultados, foi desenvolvido um biossensor para diagnóstico rápido e de baixo custo (utilizando tecnologia semelhante ao do sistema usado para diagnóstico da COVID). “É importante destacar que esse biosensor apresentou estabilidade por até 40 dias e precisou de apenas 14 μL de plasma para gerar resultados em cerca de 30 minutos, reforçando seu potencial como uma ferramenta de diagnóstico rápido que pode ser utilizada diretamente no local de atendimento ao paciente”, acrescenta Ana Paula Mendes, pesquisadora de medicina molecular e coautora na pesquisa. A equipe utilizou moscas transgênicas da espécie Drosophila melanogaster como modelos biológicos para a validação de como esse biomarcador funciona dentro do corpo. Os resultados foram surpreendentes, as moscas que receberam os marcadores apresentaram o mesmo comportamento humano em estágio grave de depressão como, isolamento social e redução drástica na alimentação. “Conseguimos identificar o sinal biológico exato da depressão. O sensor não detecta apenas um sintoma, mas o marcador genético que confirma a patologia”,explica Carlos Ueira. Atualmente, o diagnóstico da depressão é somente clínico, baseado em questionário, e muitas vezes tardio, o que leva ao agravamento do quadro e aos altos índices de falta de concentração à exaustão. Além disso, o uso de medicamentos prescritos pelos médicos pode falhar e é bem comum a troca até encontrar um medicamento mais adequado ao paciente. “O uso do teste que desenvolvemos na UFU poderia ajudar no diagnóstico. Além disso, estamos pesquisando agora se ele poderá ser usado para o monitoramento do tratamento. Isso daria maior qualidade de vida para os pacientes e familiares. Também ajudaria na redução significativa dos custos com tratamento para os pacientes e para o SUS. Essa é uma pesquisa com resultados inéditos”, completa o pesquisador. Com recursos da FINEP o projeto evoluiu para o desenvolvimento de sensores eletroquímicos portáteis. O objetivo é chegar ao diagnóstico no consultório médico com um dispositivo semelhante ao glicosímetro, para que seja tão simples quanto medir a glicose. O sensor terá a capacidade de apresentar o resultado para o diagnóstico a partir de uma gota de sangue e em alguns minutos. A próxima fase é atrair parceiros para concluir os testes e finalizar a pesquisa e uma indústria para a fabricação e comercialização do dispositivo. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 15/05/2026 ás 15:54
FAU lançará ferramenta para ampliar o acesso de pesquisadores e ICTs às oportunidades de financiamento

Pesquisadores e Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) apoiados pela Fundação de Apoio Universitário (FAU) passarão a contar com um novo canal de acompanhamento oportunidades de financiamento para pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico. O “Boletim de Chamadas”, que será lançado pela instituição em maio, reunirá chamadas de 14 instituições e plataformas de fomento em todas as áreas do conhecimento. A divulgação será feita periodicamente por meio de uma Comunidade aberta no WhatsApp, ampliando o alcance e a agilidade na circulação das informações. Segundo Fernanda Nappi, coordenadora do setor de fomento e captação da FAU, a iniciativa pretende tornar o acompanhamento dos editais mais ágil e eficiente. “Queremos facilitar e ampliar o acesso às publicações de chamadas, que têm se tornado cada vez mais frequentes. Assim, reduzimos o risco de perda de prazos ou de oportunidades passarem despercebidas em meio ao grande volume de informações”, explica. A iniciativa também deve beneficiar especialmente jovens pesquisadores. Para Leonardo Campanine Sicchieri, pesquisador recém-doutor e professor da UFU desde 2025, “Ter todas as chamadas reunidas em um único lugar facilita muito a rotina do pesquisador. Isso economiza tempo e permite maior dedicação às atividades de ensino, pesquisa e extensão, além de ampliar as chances de captar recursos.” Os pró-reitores de pesquisa da UFU, UFTM e IFTM, instituições apoiadas pela FAU, avaliam que a iniciativa é estratégica e fortalecerá a pesquisa, a pós-graduação e a inovação ao reunir oportunidades de financiamento em um canal acessível e organizado. Segundo eles, o Boletim contribuirá para otimizar o acompanhamento de editais e para a ampliação da submissão de propostas. O lançamento da ferramenta ocorre em um contexto de expansão dos investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I). O descontingenciamento de R$ 20,7 bilhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), anunciado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), tem impulsionado a publicação de novos editais e fortalecido programas ligados à Nova Indústria Brasil. Em Minas Gerais, a ampliação dos editais temáticos também acompanha o fortalecimento do financiamento à ciência e inovação. O repasse constitucional de 1% da receita corrente líquida do Estado tem garantido investimentos superiores a R$ 800 milhões anuais para pesquisa e inovação. Para receber os boletins e acompanhar novas oportunidades de financiamento, os interessados podem participar da comunidade de Fomento e Captação da FAU no WhatsApp e acompanhar os canais oficiais da Fundação nas redes sociais. Acesso à comunidade do WhatsApp pelo link: https://chat.whatsapp.com/CPEYC7p4mRq99Y9yweTps5 Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 08/05/2026 ás 10:03
IFTM lançará o Programa “Rota do Fomento” em Uberaba para impulsionar captação de recursos para pesquisas e inovação

IFTM Uberaba Imagem: Acervo Institucional O “Rota do Fomento” chega em Minas Gerais como um novo programa para somar ao movimento empreendedor e de pesquisa, pós-graduação e inovação do estado. Com lançamento marcado para a próxima semana (05/05), o programa consiste em uma campanha institucional para impulsionar a captação de recursos de fomento. Ele ainda oferecerá à comunidade acadêmica do Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), informações e ferramentas para preparar o pesquisador na obtenção de financiamento para pesquisas. A campanha será lançada durante o II Encontro de Gestores de Pesquisa, Pós-graduação, Inovação e Empreendedorismo do IFTM, que será realizado no MoonHub, no Parque Tecnológico de Uberaba. Para esta missão, o IFTM conta com o suporte estratégico da Fundação de Apoio Universitário (FAU) para mapear e captar recursos públicos e privados, bem como para a execução de projetos, transformando pesquisas acadêmicas em soluções de mercado e impacto social. A iniciativa da pró-reitoria de pesquisa, pós-graduação, inovação e empreendedorismo do Instituto se destaca pelo caráter sistêmico e institucional. Mais do que um evento isolado para ser um movimento constante de democratização do acesso dos pesquisadores às possibilidades de captação recursos de fomento. A ação fortalecerá a posição de destaque da região, já reconhecida pelo sucesso das startups de Uberlândia e Uberaba, por exemplo. O “Rota do Fomento” contribuirá para a consolidação do ecossistema local e regional, entre os mais referenciados do Brasil. “A campanha na rota do fomento, faz parte do Programa Excelência em Pesquisa do IFTM, e objetiva aculturar, preparar e apoiar dos pesquisadores em submissões a oportunidades de fomentos, internos e externos. De um lado há muitas oportunidades de fomento, e de outro pesquisadores qualificados e com potencial para captações, destaca a Pró-reitora. A campanha irá abranger todos os dez campi do IFTM, nas regiões do triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e região central de Minas, e contará com a “Trilha da Captação”, que foi elaborada com seis módulos de caráter formativo, também de troca de experiências e esclarecimentos sobre editais em vigência” destaca a pró-reitora de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação do IFTM Uberaba, professora Érica Crosara. Na oferta de linhas de fomento, Minas Gerais é um dos estados que mais opera recursos da FINEP via BDMG. O principal objetivo é fazer do “Rota do Fomento” o caminho para alcançar com maior assertividade a aprovação dos projetos, reduzindo o risco das inovações caírem no pesadelo chamado “Vale da morte”, estágio onde as ideias morrem nas prateleiras da academia por falta de parcerias e recursos. No ano de 2025 foram prospectados cerca de R$ 12 milhões em recursos para pesquisa, pós-graduação e inovação e captados quase R$ 5 milhões. E para este ano, foi habilitada a proposta de expansão laboratorial no Edital FINEP (Proinfra 2025). Essa habilitação foi resultado deste caminho que vem sendo percorrido pelos gestores, na busca de fomentos externos, buscando ampliar as possibilidades de condução de pesquisas e inovação. “Nossa expectativa é ampliar o apoio ao pesquisador no processo de submissão, desde a ideação, escrita e identificação de oportunidades de recursos. Com isso, esperamos fomentar a cultura da captação e melhorar as pesquisas por meio de captação de fomentos”, completa a pró-reitora. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 30/04/2026 ás 08:00
Alta demanda para o curso de estatística aplicada desenvolvido na UFU revela carência no mercado

Entender de estatística para gerar maior aproveitamento das pesquisas eleva o nível de conhecimento na academia. Prova disso é que o curso de extensão promovido pelo Prof. Dr. Marcelo J.B. Silva, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal de Uberlândia (ICBIM-UFU) surpreendeu as expectativas. Nem bem iniciaram as aulas e houve a necessidade de formar nova turma. O curso de extensão, focado em estatística de bancada, é o primeiro na temática desenvolvido pela UFU, em parceria com a FAU. Ele foi idealizado para atender um dos grandes desafios dos pesquisadores. Ele trata do uso da estatística aplicada a experimentos de bancadas. Esse tipo de experimento é feito em laboratório e um dos limitantes é o pequeno n amostral. E esse curso trata exatamente disso. Ele elimina o risco de um dado mal interpretado comprometer meses ou anos trabalhos, ou até gerar resultados sem validade científica. Entender de estatística passa a ser o divisor de águas entre uma simples coleta de informações e a produção de conhecimento científico de alto impacto. Para pesquisadores e alunos, ela não é apenas uma ferramenta de cálculo, serve de “filtro de qualidade” que valida a descoberta. “O curso vem para melhorar a qualidade das pesquisas e na formação de pesquisadores mais críticos e mais seguros na análise dos dados”, destaca Françoise Vasconcelos Botelho, professora de Bioquímica do Instituto de Biotecnologia da UFU que faz parte da primeira turma do curso. O papel estratégico da FAU consiste na viabilização do curso, ficando a Fundação responsável pela gestão dos recursos e pelo suporte administrativo. Esse processo auxilia os pesquisadores a focar mais na aplicação do conhecimento e na elaboração da pesquisa, concentrando-se na condução do ensino. O recurso captado é também aplicado na infraestrutura digital, para a emissão de boletos e certificados. A grade curricular oferece 20 horas de imersão teórica e prática, com foco no domínio das ferramentas que garantem a integridade e a publicação dos estudos da pesquisa. “O mais importante, não substitui o raciocínio do pesquisador. Na prática, o conhecimento adquirido no curso vai impactar diretamente no desenvolvimento da pesquisa e na qualidade, trazendo mais segurança na escolha dos testes, evitando erros de interpretação, permite também avaliar melhor se o resultado é realmente relevante, não só do ponto de vista estatístico, mas também biológico”, destaca Françoise Vasconcelos Botelho. O curso superou as expectativas por oferecer ferramentas para facilitar a compreensão de se um resultado é estatisticamente significativo ou apenas obra do acaso. Os módulos ensinam a interpretar os valores, e a tratar dados fora do padrão sem comprometer a ética na pesquisa. “A ideia do curso é ensinar os fundamentos da estatística aplicada e como reconhecer parâmetros que auxiliem na veracidade de um resultado estatístico mesmo com o n amostral pequeno”, explica Marcelo José Barbosa Silva, pesquisador coordenador do curso. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 16/04/2026 ás 14:27
Parceria entre FAU e Receita Federal converterá produtos apreendidos em recursos para Cozinhas Solidárias da região

Visita da direção da FAU, Receita Federal, equipe da ProexC e vice-reitora da UFU à Comunidade das Torres A parceria para viabilizar a realização de um bazar dos itens apreendidos pela Receita Federal pode ser uma importante ferramenta não apenas para ajudar a equipar e fornecer alimentos às Cozinhas Solidárias. O projeto, realizado pela primeira vez neste formato e com suporte da Fundação de Apoio Universitário (FAU), poderá ampliar o alcance social e a adesão das comunidades atendidas pelos programas de segurança alimentar. “É uma iniciativa essencial para nossa região, que todos podem conhecer, apoiar e se inspirar para construir um futuro mais justo e equitativo. Assim, neste projeto com a Receita Federal, por meio da PROEXC, reforçamos nosso compromisso com ações que promovem segurança alimentar, cidadania e cuidado com a comunidade”, disse Naura Cristina do setor de expansão da FAU. O bazar, marcado para maio, contribuirá diretamente com a manutenção das cozinhas, desde a aquisição de gás e panelas industriais até a regularização jurídica de espaços que servem centenas de refeições diárias. A iniciativa faz parte do projeto de extensão e pesquisa desenvolvido pelo Centro de Incubação de Empreendimentos Populares Solidários (CIEPS/PROEXC/UFU), que completa 20 anos de atuação. No final do ano passado (11/12) a equipe envolvida nesse projeto inédito, visitou a Comunidade das Torres. Um projeto que existe há sete anos envolvendo nove cozinhas onde são feitas cerca de 1300 refeições por dia. De acordo com a assistente social do programa, todo custo é assumido pela própria comunidade e com trabalho voluntário. Apoio da própria comunidade para abrigar as cozinhas. “Temos muitas carências além da quantidade e variedade de alimentos, especialmente de proteínas. Ainda temos a falta de manutenção de equipamentos e compra de utensílios. Daí a importância desse bazar dessa oportunidade gerada pela Receita Federal, essa proposta vai ser muito importante para nós”, destaca Lilian Machado de Sá, assistente social das cozinhas solidárias de Uberlândia. O atendimento completa a sociedade nos municípios onde a UFU tem Campus instalado. Os programas são baseados nos princípios da Economia Popular Solidária. A FAU será a responsável pela gestão financeira dos recursos arrecadados no bazar, e pela transferência dos recursos na aplicação de ações do programa das Cozinhas Solidárias. Além de garantir a segurança alimentar, o projeto oferece assessoramento jurídico para regularização dos espaços junto ao Governo Federal e acessar outros programas de fomento. O bazar oferecerá uma variedade de itens, como equipamentos de pesca, roupas, utensílios domésticos e produtos eletrônicos. A parceria com a Receita Federal reforça as Cozinhas Solidárias como uma rede vital de sobrevivência. A parceria com a Receita Federal, para a realização do bazar fortalecerá as Cozinhas Solidárias como uma rede vital de sobrevivência. Os recursos poderão impulsionar o programa que leva assessoramento e combate à fome. Todo o recurso arrecadado será transformado em suporte e infraestrutura, convertendo itens apreendidos pela Polícia Federal em dignidade alimentar para as famílias ais vulneráveis de Uberlândia e região. O atendimento completa a sociedade nos municípios onde a UFU tem Campus instalado. Os programas são baseados nos princípios da Economia Popular Solidária. A FAU será a responsável pela gestão financeira dos recursos arrecadados no bazar, e pela transferência dos recursos na aplicação de ações do programa das Cozinhas Solidárias. Além de garantir a segurança alimentar, o projeto oferece assessoramento jurídico para regularização dos espaços junto ao Governo Federal e acessar outros programas de fomento. O bazar oferecerá uma variedade de itens, como equipamentos de pesca, roupas, utensílios domésticos e produtos eletrônicos. A parceria com a Receita Federal reforça as Cozinhas Solidárias como uma rede vital de sobrevivência. A parceria com a Receita Federal, para a realização do bazar fortalecerá as Cozinhas Solidárias como uma rede vital de sobrevivência. Os recursos poderão impulsionar o programa que leva assessoramento e combate à fome. (cola delegado da RF Luís Cláudio Martins sobre a participação social da RF ao possibilitar essa ação Combate à fome e combate à violência) Todo o recurso arrecadado será transformado em suporte e infraestrutura, convertendo itens apreendidos pela Polícia Federal em dignidade alimentar para as famílias ais vulneráveis de Uberlândia e região. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 09/04/2026 ás 17:13
Pesquisa sobre superbactérias, em parceria com empresa de Uberlândia, abre novas fronteiras para o agro

Imagem: Doutoranda Carolyne Ferreira Dumont executando ensaios microbiológicos O mais recente caso de sucesso de parceria entre academia e setor produtivo na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), vem da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia / PPGCVET. A pesquisa ocorreu em parceria com a empresa Start Química e acaba de ser publicada na revista internacional ACS Ômega, em 18 de março deste ano (DOI: 10.1021/acsomega.5c08705). A pesquisa, intitulada “Sanitizantes tradicionais vs naturais/inovadores: desafio in vitro e in situ em bactérias multirresistentes”, foi liderada pela pesquisadoraProfa. Dra. Roberta Torres de Melo. Ela foi realizada com a participação de alunas de mestrado e doutorado do PPGCVET. A equipe contou ainda com a participação direta da gerente de PD&I da empresa parceira. O resultado poderágerar nova corrida por defensivos agrícolas mais eficazes e com menos comprometimento ambiental. “Os dados mostraram elevada eficiência de compostos orgânicos, oriundos do neem e da melaleuca, no controle de patógenos multirresistentes oriundos de ambiente hospitalar e de indústrias de alimentos. As expectativas para o setor são promissoras, especialmente porque já contamos com o andamento de pesquisas para iniciar o registro de dois produtos: um adjuvante agrícola e um higienizante para múltiplas superfícies. Como próximos passos, avançaremos com testes aplicáveis ao controle microbiológico no setor agro, visando validar e ampliar seu uso prático”, destaca a professora e pesquisadora Roberta Torres. A empresa, que já atua e em soluções de limpeza, assepsia e higienização em diversos setores, desde doméstico a hospitais e toda linha alimentícia e de bebidas, terá com a publicação um novo marco para o desenvolvimento de novos produtos. “O reconhecimento, amparado por resoluções internas da universidade e pelo Marco Legal de CT&I, insere a empresa no seleto grupo de indústrias brasileiras com produção científica de alto nível e abre portas para novos mercados e editais.”, destaca Maria Abadia Celestino, gerente de inovação da empresa. Mais do que prestígio, os artigos funcionam como uma prova de conceito e uma “carta na manga” para comprovar a maturidade tecnológica da empresa em editais de fomento e novos mercados. “Publicar um artigo científico em uma revista internacional é o sonho de todo pesquisador. E, esse sonho também se estende a nós, profissionais das indústrias, que buscamos ascensão de carreira e para as empresas que precisam registrar o que desenvolve no campo da inovação de produtos e processos com as universidades”, comenta a gerente de PD&I, Maria Abadia Celestino Para a equipe acadêmica, a experiência de tirar a pesquisa do papel e levar os resultados para a linha de produção é o maior ganho. “Como doutoranda, esse tipo de trabalho me permite reconhecer a aplicabilidade da pesquisa no mercado. Além de fortalecer minha rede profissional e aumentar as oportunidades de publicações, patentes e crescimento na carreira”, disse Carolyne Ferreira Dumont, aluna que participou da pesquisa. O que antes era restrito aos laboratórios acadêmicos agora ganha as linhas de produção. “O benefício é duplo: a universidade gera conhecimento aplicado e a indústria, Start Química, ganha projeção nacional e internacional como polo de inovação. “Toda pessoa que contribui para a realização de um artigo científico precisa ter o devido reconhecimento como autora“, comenta Marina de Souza, da Divisão de Propriedade Intelectual da UFU. Investindo na inovação aberta, com projetos em parceria com laboratórios da universidade, a indústria, só com a faculdade de veterinária soma, em seis anos, 4 dissertações de mestrado, 8 alunos de iniciação científica e 2 projetos aprovados com agências de fomento. “Já temos produtos na área de alimentos e estamos agora, analisando para a agricultura no combate a fungos, todos ganham com a parceria; universidade, alunos, professores, sociedade e indústria”, destaca a gerente de PD&I da empresa parceira. O fluxo de inovação começa na identificação de um problema real da empresa. A partir daí, os pesquisadores propõem a solução com a gestão financeira da Fundação de Apoio Universitário (FAU). Uma vez executada e aprovada, a solução pode ser patenteada ou gerar artigos científicos com coautoria entre universidade e empresa, garantindo que o conhecimento gerado na UFU transforme a realidade econômica da região. A revista (ACS Ômega) possui fator de impacto 4,3, com classificação no estrato A2 pela CAPES, sendo uma das referências mundiais na área de Química e Ciências Aplicadas. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 02/04/2026 ás 17:30
Sisconec.TA 2026 eleva patamar da UFU e consolida a Rede Nacional de Tecnologia Assistiva e conecta inovação em todo o país

Sisconec.TA, Abertura do evento em Uberlândia Imagem: Milton Santos / Dirco UFU O Sisconec.TA 2026, realizado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) em parceria com a FUTEL/Prefeitura Municipal de Uberlândia e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), apresentou resultados diretos para a sociedade e direcionou novas ações para consolidação das pesquisas e transferência de tecnologia para pessoas com deficiência, pessoas com doenças raras e mobilidade reduzida. Durante dois dias, 20 e 21 de março, o evento reuniu 27 projetos da rede SiSAssistiva, além de projetos de empresas, startups e associações. Foi o primeiro grande encontro para a promoção das inovações realizações de negócios. Em um mesmo ambiente estiveram; pesquisadores, indústrias, startups, associações, pessoas com deficiência, atletas e o poder público, consolidando Uberlândia como referência para fortalecimento das políticas de inovação e inclusão social no Brasil. “Esse evento superou as expectativas, as tecnologias inovadoras apresentadas aqui, para a sociedade não ficaram simplesmente como mostra. Realizamos 25 oficinas, apresentamos resultados diretos para a população, e estamos integrando e articulando isso em todo o Brasil. E, o mais importante, participaram do evento os principais atores, que são as pessoas com deficiência”, disse Cleudmar Araújo, coordenador da Rede SisLab. Para fomentar as discussões a SEDES/MCTI trouxe as equipes de pesquisadores integrantes da rede assistiva, que compõem mais de 100 laboratórios do Brasil que atuam com TA, convidou startups, empresas e associações para a divulgação e discussão de novas ações para popularização das tecnologias. Estimam-se que foram apresentadas no evento mais de 100 inovações em T.A. O prefeito Paulo Sérgio, falou da vocação como “Cidade Inteligente”. “Nossa adesão ao programa Novo Viver Sem Limite, sendo Uberlândia o primeiro município de Minas Gerais a fazê-lo, reafirma nosso compromisso em apoiar o Cintesp.Br e a infraestrutura da cidade, como a Arena Sabiazinho e o Parque do Sabiá que continuarão a serem estruturados com tecnologias inovadoras desenvolvidas localmente, unindo esporte, lazer, vida diária, saúde, educação e mobilidade”, disse o prefeito na abertura do evento. O evento reuniu ainda, de maneira inédita para tratar do atendimento às pessoas com deficiência, organizações institucionais como a Associação de Municípios do Vale do Paranaíba, (AMVAP) que integra 24 municípios, a Fiemg regional, o Sesi e o Sebrae. “Tivemos a oportunidade de vivenciar, na prática, como a tecnologia, a pesquisa e a inovação contribuem de forma significativa para o avanço e a melhoria da qualidade de vida das pessoas, especialmente por meio das tecnologias assistivas”, salientou Nauara Cristina, do setor de expansão da Fundação de Apoio Universitário (FAU). No palco principal, foram realizados diversos painéis com técnicos de 4 Ministérios do Governo Federal, da administração municipal, da academia, de associações e sociedade. O evento deixou de ser apenas uma exposição de tecnologias para se tornar um fórum de pactuação política e social. “A tecnologia assistiva não deve ser um luxo, mas um direito acessível. Com esse evento, Uberlândia torna-se um farol para o Brasil ao unir academia, governo e indústria em prol da autonomia das pessoas com deficiência”, destacou Inácio Arruda, Secretário de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social (SEDES) do MCTI. Ainda, no evento, foi lançado o site da Rede SisAssistiva com o mapa de toda a rede, (https://sisassistiva.org). “Isso tudo só foi alcançado com o descontingenciamento do Fundo Nacional de Ciência e Tecnologia (FNDCT). Com isso, foram aportados R$ 70 milhões para os projetos do SisAssistiva, além de R$ 11 milhões para implantação do Polo Nacional de Inovação e Manufatura Avançada de Produtos Assistivos (POLO.TA), lançado no evento, tem o objetivo de integrar diversos programas do governo federal na área de TA, como por exemplo, a rede Sisassistiva e os CAPTAS que são programas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). “O polo nasce com um desafio, a certificação. Por isso, o Inmetro, a ABNT e Anvisa estão acompanhando esse processo. Hoje, mais de 80% das tecnologias assistivas não têm a certificação, e o Polo terá ainda um laboratório certificador vinculado ao Inmetro”, explica a diretora Sônia Costa, diretora da Diretora de Tecnologia Social, Economia Solidária e Tecnologia Assistiva SEDES/MCTI. Para fortalecer ainda mais estas ações, o evento serviu para consolidar o Cintesp.Br/UFU na UFU, em parceria com o MCTI e CNPq, um investimento da ordem de R$ 3,5 milhões. Ainda temos a praça da ciência que é a ‘cereja do bolo’, onde toda a sociedade irá interagir, crianças vão poder realmente curtir com aprendizado e ver o que é a ciência e a tecnologia de forma lúdica”, destaca Sônia Costa, Diretora de Tecnologia Social, Economia Solidária e Tecnologia Assistiva do MCTI. O tema central do evento foi a transformação da tecnologia assistiva; de pesquisa realizada em um campo de estudo isolado para um pilar de desenvolvimento econômico e humano e transformar ciência e produtos ao alcance da sociedade, que é a missão do SiSLAB/SEDES/MCTI laboratório integrador, sediado na UFU, e que faz a articulação de toda a rede. O reitor da (UFU) destacou o orgulho acadêmico de ver a Engenharia Mecânica e outras áreas da universidade produzindo soluções reais. “A colaboração com o setor público e privado é fundamental para que a pesquisa brasileira tenha impacto global, como uma janela para exportar o conhecimento gerado na UFU”, disse o reitor professor Carlos Henrique de Carvalho”. No final do evento os coordenadores dos laboratórios da Rede SisAssistiva se reuniram para encaminharem estratégias junto ao MCTI e a FINEP para a consolidação e sustentabilidade da Rede de laboratórios. “Agora eles, os coordenadores vão trabalhar para viabilizar uma associação para permitir ampliar os serviços, os apoios. Vamos buscar a institucionalização por meio de decreto ou como um projeto de lei, especialmente agora que temos o apoio da Comissão da Pessoa de deficiência na câmara dos Deputados”, conclui a diretora Sônia Costa. “O evento foi muito mais do que uma entrega do plano de trabalho. Ele mostrou resultados efetivos, hoje a rede sai daqui mais unida, mais forte, consolidada não só internamente, mas também externamente”, completa o coordenador da Rede, pesquisador da UFU, Cleudmar Araújo. Durante os dois dias
Parceria com Ministério Público do Trabalho leva inovação para o diagnóstico de Fibrose Cística no HC-UFU/Ebserh

Equipe do Centro de Referência de Fibrose Cística do HC-UFU/Ebserh: a coordenadora Marina Melo Gonçalves acompanhada pelas médicas Érica Mariano e Grazielle Vitorino Moreira. A inovação no atendimento do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU/Ebserh) avançou para elevar a categoria de cetro de referência para se tornar um centro de excelência em atendimento a pacientes com fibrose cística. O objetivo ficou mais próximo com a aquisição do cloridrômetro, viabilizada pela Fundação de Apoio Universitário (FAU). O aparelho está é utilizando para ampliar a identificação da doença, antes mesmo dos primeiros sintomas. A fibrose cística, condição degenerativa de difícil diagnóstico e de alto risco de morte se for medicada tardiamente, o aparelho possibilita o diagnóstico precoce e preciso. A compra do equipamento supre uma carência de quase 10 anos do ambulatório dedicado à fibrose cística do HC-UFU/Ebserh. Sem o aparelho os pacientes de Uberlândia e região precisavam se deslocar até Belo Horizonte para fazerem o diagnóstico, a dificuldade prejudicava no tratamento e diagnóstico precoce. “Agora, qualquer pessoa com tenha suspeita de fibrosa cística, estando internado ou no atendimento ambulatorial, pode ter o pedido encaminhado para o ambulatório e ter seu teste realizado nas dependências do hospital”, acrescenta Marina Melo Gonçalves, coordenadora do Centro de Referência de Fibrose Cística HC-UFU/Ebserh. A conquista foi possível graças à parceria com o Ministério público do Trabalho (MPT). “O Ministério Público do Trabalho realizou a reversão de valores decorrentes de condenação judicial, em observância da Resolução Conjunta nº 10 de 29 de maio de 2024, para atendimento de uma importante demanda da coletividade. Neste caso, a Universidade Federal de Uberlândia entendeu por bem atender uma demanda do Hospital de Clínicas para aquisição do cloridrômetro, o que beneficiará toda a sociedade, melhorando sobremaneira a prestação do serviço de saúde na unidade hospitalar”, esclarece o promotor do MPT, Paulo Veloso. O teste do suor é considerado o “padrão-ouro” para a confirmação da doença. Ele é acionado quando a triagem neonatal (o teste do pezinho) apresenta alterações na enzima tripsina imunorreativa (TIR). Com essa aquisição, o Centro e Referência deu um passo decisivo na modernização do atendimento pediátrico. “Já estamos dando resposta imediata da aquisição do aparelho. Isso para mim, é a resposta mais importante, ela está sendo imediata. Permitimos o diagnóstico mais rápido, de uma doença que é grave, que não tem cura, mas tem tratamento”, destaca Grazielle Vitorino Moreira, pneumologista pediátrica do HC-UFU. O cloridrômetro, essencial para a dosagem de cloreto no suor, é a ferramenta definitiva para identificar a fibrose cística, doença genética que compromete os sistemas respiratório e digestivo. Além do diagnóstico inicial em bebês, o teste auxilia no controle do tratamento de pacientes já diagnosticados, e é encaminhado para o centro de referência no HC/UFU Ebserh. No caso de pacientes com a doença o teste auxilia no controle do tratamento, aumentando a qualidade de vida das pessoas. “Este exame, uma vez alterado para melhor nos pacientes que usam as novas medicações, reforça os protocolos de tratamento realizados pelo setor público”, acrescenta a pneumologista. A gestão do processo de compra pela FAU garantiu a chegada de um equipamento automatizado, preciso e humanizado. Agora, crianças de Uberlândia e de outros 27 municípios da região têm acesso a um exame ágil, indolor e não invasivo, garantindo maior qualidade de vida e esperança no tratamento. “A partir do momento em que nós incrementarmos com aparelhos modernos, com maior quantidade e variedade de profissionais, certamente vamos atingir a excelência do cuidado. Esse é o nosso maior objetivo, devolver para a população aquilo que nós, enquanto serviços públicos, recebemos como obrigação, que é estabelecer um cuidado público, gratuito e de qualidade”, conclui a coordenadora do Centro, doutora Marina Melo. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 19/03/2026 ás 15:00
Empresa de Uberlândia recém associada no Parque Tecnológico apresenta o potencial de inovação das unidades químicas e de economia circular

Comitiva da UFU em visita às fábricas do Grupo Lima & Pergherem Uberlândia A Fundação de Apoio Universitário (FAU) integrou a comitiva de quase 30 pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). A Missão foi estratégica, o Grupo Lima & Pergher preparou um roteiro de visita em cinco das unidades fabris instaladas em Uberlândia, com o objetivo de estreitar laços entre a academia e o setor produtivo. Fizeram parte da comitiva o reitor, Prof. Carlos Henrique de Carvalho;, o ex-reitor Prof. Valder Steffen, a gerente de expansão da Fau Nauara Cristina, além de diretores de inovação, do Parque Tecnológico, da agência de patentes (Intelecto) e coordenadores de laboratórios da Faculdade de Mecânica e da Nanobiotecnologia. As visitas ocorreram no último dia (05/03). O Grupo Lima & Pergher, é uma das mais recentes empresas de alcance nacional a integrar oficialmente o portfólio do TecnoUFU(Parque Tecnológico). A empresa se destaca no mercado de limpeza, higienização com a fábrica da Start Química e com uma indústria de cosméticos. “Um grande passo para o Grupo Lima & Pergher desenvolver as inovações em todas as suas indústrias foi passar a integrar o Parque Tecnológico da UFU. Agora, com essa visita, estamos conversandomais com os pesquisadores para conheçam melhor nossas necessidades de parcerias em diversas áreas do conhecimento.”, disse Maria Abadia Celestino, gerente de inovação do Grupo Lima e & Pergher. A empresa, por meio do presidente fundador, Fábio Pergher sinalizou oportunidades em diversas frentes. “Atendemos vários setores da economia. Temos necessidade de pesquisadores para somarem ao nosso Centro de Tecnologia e Inovação para projetos em parceria para nossas linhas do agro, da veterinária, na aplicação do grafeno, no setor automobilístico e economia circular. Queremos ainda fortalecer o ensino e abrir portas para estágios e oportunidades de temas para mestrados e doutorados, por exemplo. Esta visita é um divisor de águas para um novo futuro mais inovador, agora com mais UFU em nossos projetos”, disse Fábio Pergher, presidente do Gupo. O roteiro incluiu a Start Química; a Repet (considerada a maior fabricante de frascos plásticos de Minas Gerais); as unidades de produtos à base de álcool e embalagens de creme dental; o Polo Cloro-químico; a Revalor (especializada em revalorização de plásticos) e a nova unidade da Start. “Foi muito importante para nós da FAU, estamos falando de estar no chão de fábrica, onde existem as demandas que são levadas para a academia. Nós apoiamos o processo até efetivar a inovação, atuando na gestão dos recursos, auxiliando na prestação de compras e aquisição de equipamentos. Isso permite que as equipes de pesquisa e inovação foquem na ciência e nos desafios para tornar economia brasileira cada vez mais competitiva. Conhecer o processo industrial de perto nos deixa ainda mais envolvidos”, destaca Nauara Cristina gerente de expansão da FAU. A visita também serviu para alinhar projetos de fortalecimento e formas de atrair jovens talentos para a universidade e para a indústria. “A Start já é uma grande parceira da UFU. Vislumbro linhas de pesquisa que podem estreitar ainda mais nossa relação. Vamos ampliar a formação de pessoas, da iniciação científica ao doutorado. A possibilidade de crescimento que discutimos hoje é gigantesca”, disse o reitor professor, Carlos Henrique de Carvalho. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 13/03/2026 ás 18:01