FAU

FAU é a primeira fundação credenciada pela UFU a receber o prêmio Boas Práticas

Diretor da FAU, Rafael Visibelli recebendo Prêmio Boas Práticas de Gestão das Fundações de Apoio”Foto A.I – Confies De 29 projetos avaliados, a FAU ficou entre as cinco melhores do Brasil. O “Prêmio Boas Práticas de Gestão das Fundações de Apoio” foi entregue nesta quinta-feira (30), em solenidade realizada em Brasília, durante o 6º Congresso do Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (CONFIES).  Nesta quinta edição o Prêmio destaca os melhores projetos científicos e tecnológicos gerenciados em 2022. O projeto premiado foi destacado por sua inovação ao ser implementado para aprimorar a gestão do atendimento. O novo sistema cria campos de descrição para registrar as demandas e organizar, de forma cronológica, a comunicação entre os analistas da FAU e os coordenadores de projetos universitários. “Nós recorremos à tecnologia para viabilizar um modelo de atendimento mais eficiente e produtivo. O novo sistema ajuda a identificar os problemas para traçarmos estratégias e otimizar a implantação de novos processos”, destaca Crisley Faria Almeida, gerente de projetos da FAU. Atualmente são mais de 1500 projetos em execução, a adoção de um novo processo de comunicação foi necessária para corresponder à demanda.  Com autonomia administrativa, financeira e patrimonial a FAU atua como ponte entre as Instituições de Ciência Tecnologia e Inovação públicas e o setor privado, viabilizando a transferência de tecnologia. “Sermos uma das vencedoras na 5ª edição do Prêmio Boas Práticas de Gestão das Fundações de Apoio, é importante para validar um trabalho que foi bastante planejado pela FAU, viabilizando uma melhor organização da rotina e dos fluxos internos, para melhor atendermos os nossos coordenadores e usuários. Estamos muito felizes por esta premiação”, completa Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU Além da UFU, a FAU atende 5 outras instituições de ensino superior, Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), Universidade Federal de Jataí (UFJ), Universidade Federal De Rondonópolis (UFR), Universidade Federal de Catalão (UFCAT), além o hospital de clínicas UFU/EBSERH, o maior da rede de 42 hospitais públicos da EBSERH. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU)Publicado em 01/12/2023 às 16:38

FAU se junta ao grupo das ICTIs da região no Uberlândia Summit

Foto: Luciana Santos Pesquisa na roda de negócios e captação de projetos em parceria público-privada com a indústria nacional O Uberlândia Summit foi considerado o maior evento com foco em conexão entre quem desenvolve pesquisas e projetos de Desenvolvimento e Inovação (PD&I) e quem busca inovar para se fortalecer no mercado, empresas de um lado e Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTIs) faça outro. O momento de interação foi criado por voluntários da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e de universidades particulares que formaram o grupo das ICTIs de Uberlândia e região, voltado às Soluções Tecnológicas e Empreendedorismo (STE). O que chamou a atenção foi a participação, não apenas de pesquisadores e professores, como também de alunos de pós graduação da UFU que apresentaram projetos, prontos para irem pro mercado. “Foi muito bom também o evento sobre a perspectiva de colocar alunos de pesquisa e pesquisadores em um mesmo cenário. Ficamos diante de possíveis compradores, possíveis incentivadores em transformar as ideias, a pesquisa em negócios de sucesso”, comentou Thiago Quirino, aluno da pós-graduação da faculdade de engenharia mecânica da UFU. O professor da Universidade Federal de Uberlândia e pesquisador da Unidade Embrapii FEMEC UFU, Arthur Fiocchi apresentou um projeto de sucesso em parceria com uma indústria e fez palestra sobre o cenário nacional em inovação tecnológica e as linhas de fomento com recursos desburocratizados e a fundo perdido para parcerias público-privada. “A repercussão de nossa participação no evento foi muito boa, ocorreu um momento de networking. Após as apresentações empresas e startups da cidade nos procuraram, discutimos parcerias, dentro das competências, e saímos do evento com aproximação para iniciar projetos de pesquisa no início de 2024”, acrescenta o pesquisador Arthur Fiocchi. De acordo com o professor da UFU, o evento ainda proporcionou maior integração de outras unidades acadêmicas da UFU e até mesmo de Universidades do estado de São Paulo, que que se interessou para somar às parcerias com projetos de PD&I”.  Foto por: Cristiane de Paula Foram feitas 15 apresentações de Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação públicas e privadas (ICTI) além de palestras sobre organizações que apoiam a pesquisas, com recursos a fundo perdido e com linhas desburocratizadas. “Foi muito gratificante encontrar com colegas de diferentes faculdades, principalmente da UFU, que foi a participante mais forte. O evento quebrou paradigmas, do medo que existe, de dificuldade que comunicação da indústria com a escola, abriu portas para empresas e escolas se mostrarem”, completa Mauro Paipa, coordenador da Faculdade Anhanguera Uberlândia  No final dos pitchs de inovação foi realizada uma roda de conversa com representantes dos setores que são envolvidos no fomento de PD&I em parceria público-privada e com captadores de projetos para desenvolvimento de inovação. Durante uma hora e meia eles apresentaram caminhos jurídicos para captação de recursos, casos de sucesso e iniciativa de empresas que captam projetos. Lívia Tizzo, do setor de inovação digital da Braskem destacou a importância de fomentar a inovação aberta, especialmente entre startups e grandes empresas e ICTs para o desenvolvimento de grandes empresas. “A gente acredita muito nesse movimento e a gente vai estar sempre envolvido nisso dentro da nossa estratégia. Esse tipo de relação acelera muito os resultados desejados acerca do mundo da inovação”, completa Lívia Tizzo. Para o diretor de inovação da Associação Comercial e Industrial de Uberlândia (ACIUB), Bruno Gregório, não faltam demandas para PD&I, o maior desafio está em conectar a iniciativa privada com iniciativa pública, universidades e os centros de pesquisa para desenvolverem projetos de inovação. “Nós estamos começando a ter esse resultado, eu acho que usar todas as inovações, com a governança com o trabalho que nós estamos executando em conjunto, nós vamos ter um potencial gigante pela frente”, e o Uberlândia Summit conseguiu juntar as ICTIs, as startups, as entidades que promovem inovação”, disse o diretor de inovação da ACIUB. A roda de conversa teve também a participação da Fundação de Apoio Universitário (FAU), instituição criada legalmente há 40 anos para realizar a gestão financeira dos contratos de parceria entre ICTIs públicas, empresas e prestações de serviços. O diretor da FAU, Rafael Visibelli, destacou a evolução da quantidade e complexidade dos contratos firmados nos últimos dez anos. “Ao longo desse tempo, houve uma transformação significativa e as fundações não só abordam as suas responsabilidades na parte burocrática, mas agora também a gente desempenha um papel muito importante, mais ativo, na proposição de parcerias, na divulgação científica, na transparência, na transferência de tecnologia e no desenvolvimento de estratégias para a ciência, tecnologia e inovação no país. Elas são vitais para esse cenário, no avanço e na aplicação prática do conhecimento científico para toda a comunidade e para o progresso científico e tecnológico e para a economia do Brasil”, completa o diretor da FAU. Entre as organizações que apoiam as parcerias público-privada com Universidades e ICTIs o coordenador da Unidade Embrapii FEMEC UFU apresentou as modalidades de aporte financeiro a fundo perdido e os setores atendidos. O coordenador, Louriel Vilarinho, destacou a troca de experiências e oportunidade de conhecer melhor e mais de perto as necessidades de PD&I das indústrias de Uberlândia e região. “Mesmo não sendo possível estabelecer parcerias num primeiro momento, as empresas foram direcionadas para contato mais alinhado dentro da rede Embrapii e aguardo ansioso os próximos eventos, para todo Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba, sul de Goiás, Leste do Mato Grosso e Oeste Paulista”, conclui o coordenador da Unidade Embrapii FEMEC UFU. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 27/11/2023 às 15:28

‘Da Semente à Xícara’, projeto apoiado pela FAU transforma a cafeicultura no cerrado

Secagem de café safra 2023 Foto: Líbia Diniz Santos Projeto pioneiro une tecnologia com sabedoria tradicional para elevar o patamar do café especial brasileiro. O projeto “Da Semente à Xícara” representa um marco na integração da pesquisa científica com a prática agrícola. A iniciativa se destaca pelo uso de métodos de pós-colheita de café, sequenciamento de DNA, ciência de dados e Internet das Coisas (IoT). O resultado da inovação gerou a marca Porandu que foi entregue, mês passado em Brasília ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em forma de 10mil “drips coffe”. A ação teve parceria com a DB State Coffee e Expocaccer, “vimos uma oportunidade de unir a tradição cafeicultora de Minas Gerais com as inovações que emergem das nossas universidades. A criação do Café Porandu é uma materialização dessa sinergia, e o envolvimento da FAU assegurou que os frutos dessa pesquisa chegassem ao mercado”, completou Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU. O apoio da Fundação facilitou a interação entre o conhecimento acadêmico e as práticas tradicionais de cultivo de café especial. Matheus Gomes na entrega de drip coffees no MCTI Foto: Divulgação MCTI O objetivo do projeto foi ajudar os produtores de cafés especiais a aumentarem a qualidade da produção e realçar sabores a diferenciais desejados em cafés específicos. O projeto foi desenvolvido no Campus Patos de Minas da UFU, teve incentivo com recursos da FAPEMIG, FAPESP, CNPq e CAPES e a gestão financeira e apoio da Fundação de Apoio Universitário (FAU). “A contribuição da FAU transcendeu o aspecto financeiro, funcionando como uma ponte entre os pesquisadores e os cafeicultores locais e no desenvolvimento do Café Porandu de um novo produto que leva ciência na xícara”, completou Matheus Gomes, pesquisador do projeto “Da Semente à Xícara”. Com a conexão estabelecida os pesquisadores reuniram alunos de pós-graduação e de doutorado foram pro campo. O primeiro trabalho foi selecionar, na região de Patos de Minas, os lotes dos melhores pés de café e implementando inovação tecnológica. Em seguida, os pesquisadores acompanharam os processos de pós colheita para definir o manejo e a tecnologia para melhorar a nota dos lotes. O resultado foi um salto de 84 para 88 pontos na classificação da Brazil Specialty Coffee Association (BSCA) em uma escala até 100 pontos.   Os cafés, de 4 tipos de sabores, já foram registrados como cafés especiais e colocados no mercado. “Nós consideramos importante o apoio da FAU ela reconhece a importância do sistema de inovação por meio de um ecossistema favorável, que não apenas contribuiu para a criação do projeto como administração financeira e de posicionamento no mercado”, completa o pesquisador Matheus. O processo de desenvolvimento da inovação tecnológica acontece por meio da coleta de dados e das análises em tempo real. Com o conhecimento detalhado do processo de melhoramento foi possível entender melhor e otimizar os fatores que influenciam a qualidade do café, desde o solo e clima até os processos pós-colheita que envolve a fermentação a secagem e o armazenamento. “O que buscamos não é apenas a excelência em cafés especiais, mas também o auxílio contínuo aos produtores rurais para tomarem decisões corretas para a melhoria da qualidade de seus cafés”, explicou a professora Líbia Diniz Santos, coordenadora do projeto.  Um dos diferenciais do projeto foi ir além da pesquisa com o envolvimento com o produtor, o que foi chamado de “transcendeu a técnica” pós colheita. A redefinição de padrões de qualidade aplicadas nos processos, fortaleceu os laços entre a academia, os produtores e o mercado dando maior garantia de sustentabilidade ao e fortalecendo o mercado para os cafés especiais. “Um dos resultados palpáveis do projeto foi o lançamento do Café Porandu, um produto que simboliza a união da ciência com a paixão pela cafeicultura. Os recursos obtidos com a venda do Café Porandu são reinvestidos em pesquisa, promovendo um ciclo virtuoso de inovação e desenvolvimento”, acrescenta Matheus. O Café Porandu foi o resultado dos 4 anos de pesquisas, esse volume foi dividido em “drips coffes” que são ofertados em feiras dos setores tecnológicos, do agro e culturais para degustação do público, o objetivo é ampliar o gosto popular e conquistar o reconhecimento do produto pela qualidade do café especial do cerrado mineiro. “Essa iniciativa mudou nossa forma de cultivar café. O acesso a tecnologias e técnicas avançadas era algo distante para nós, produtores. Agora, podemos competir em pé de igualdade com grandes nomes do mercado, produzindo um café que nos enche de orgulho”, comentou um dos cafeicultores participantes do projeto. A próxima etapa de trabalho dos pesquisadores e cafeicultores da região de Patos de Minas é consolidar o que foi e criar um Centro Regional de Incentivo à Inovação Tecnológica para o café na região de Patos de Minas. “Estamos apenas no começo, com o apoio contínuo de instituições como a FAU, o próximo passo é consolidar um centro de inovação aqui, transformando a região em um referencial de excelência e inovação. É uma jornada empolgante que trará benefícios duradouros para todos os envolvidos.” Reforça Matheus. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 20/11/2023 às 14:50    

Premiação de projetos da UFU mostra a força das atividades em PD&I desde a educação de base

Diretor executivo da FAU, Rafael Visibelli na entrega Prêmios no SIstema de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação da UFU. Foto: Marco Cavalcanti – Dirco/UFU O Prêmio destaca trabalhos realizados por alunos, professores e pesquisadores dos 7 Campus da Universidade Federal de Uberlândia. As pesquisas foram selecionadas, por uma comissão mista multidisciplinar, com apoio da diretoria de comunicação da UFU. Dividida em 8 categorias a premiação tem como objetivo apresentar para a sociedade o que é produzido na UFU desde o ensino básico à pós-graduação, de todas as linhas do conhecimento, com projetos de desenvolvimento tecnológico inovadores e patenteados. “É o retorno do investimento dos recursos públicos para a população e todos têm vínculo com um ou mais dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da (ODS) da ONU, é a nossa responsabilidade”, acrescenta Valder Steffen Júnior, reitor da UFU. Foram ao todo 26 alunos, professores e pesquisadores premiados, os trabalhos chamaram a atenção pela abordagem de questões do cotidiano, temas questionadores e voltados para sustentabilidade e para saúde pública. “Na categoria inovação, os prêmios foram o reconhecimento pelo trabalho dos pesquisadores que tiveram valor quantitativo de trabalhos divulgados em inovação e aptos para entregar produtos para beneficiar a sociedade, é o nosso retorno pelo que é investido em nossa Universidade”, destaca Thiago Paluma, diretor de inovação e transferência de tecnologia da UFU. O diretor executivo da FAU, Rafael Visibelli e a gerente de projetos, Crisley Faria Almeida participaram da solenidade entregando os prêmios das categorias iniciação científica, ensino médio e tecnológica. A Fundação de Apoio Universitário (FAU) atua, com equipes especializadas de profissionais, na gestão financeira dos projetos de Parceria Público Privada (PPP) para o desenvolvimento de pesquisa, ensino, extensão e inovação. “A Fapemig é uma das fundações de amparo à pesquisa com mais recursos anunciados para o próximo ano, e a FAU cumpre o papel dela de ajudar a universidade, ajudar nas pesquisas, gerindo com transparência os recursos das pesquisas”, completa o pró-reitor de pesquisa e pós-graduação Carlos Henrique de Carvalho.    Dos trabalhos e pesquisadores premiados: Na categoria em iniciação científica do ensino básico  – “Doença de Chagas no município de Uberlândia (MG): análise descritiva da situação epidemiológica da doença e levantamento da fauna triatomínea”. – “Estudo sobre o efeito Seebeck na produção de energia de forma sustentável”. – “A construção do imaginário de independência brasileira por meio dos textos literários da era de transição do Brasil”. Todos da Escola de Educação Básica (ESEBA).   Na categoria em iniciação científica do ensino médio e profissionalizante os temas premiados foram: – “Discursividades sobre coaching e o sujeito na/da contemporaneidade”. – “Ação do hipoclorito de sódio e de antioxidante em explantes de pequizeiro para o cultivo in vitro”. – “Dispositivo eletro analítico Impresso em 3D micro fluídico baseado em fio de algodão para análise de paracetamol em formulações farmacêuticas”.   Na categoria iniciação científica e tecnológica os temas premiados foram: – “História e literatura nos tempos do cólera: a reinvenção das identidades latino-americanas na década de 1980 no romance de Gabriel García Márquez”. – “Análise da influência de diferentes técnicas de polimerização de placas oclusais em resina acrílica termo polimerizadas submetidas ao envelhecimento mecânico e corrosivo”. – “Equações hipsométricas para teste de procedência e progênie de Tachigali Vulgaris no norte do Brasil”.    Na categoria Dissertações os trabalhos premiados foram: – “Integração entre APO e BIM: Investigação no suporte à decisão projetual de apartamentos”.  – “Índices de vegetação para predição da taxa de crescimento e colheita em alface”. – “Desenvolvimento de métodos eletroanalíticos utilizando sensor eletroquímico fabricado por impressão 3D para a determinação de antioxidantes em biocombustíveis”.   Na categoria Teses, os trabalhos premiados foram: – “Agronegócio globalizado e uso do território no contexto de financeirização: o Grupo Cosan e o setor sucroenergético brasileiro”.  – “Desenvolvimento de plataformas biotecnológicas para a biópsia líquida do câncer de mama utilizando células tumorais circulantes e saliva”. – “Simulação computacional aplicada à sistemas 2D: tri cloretos de metais de transição em grafeno e funcionalização de eletrenos”.   O Prêmio Destaque Pós-Doutoral os trabalhos premiados foram: – “Um estudo a respeito da disciplina de estágio curricular supervisionado nos Cursos de Graduação em Ciências Contábeis no Brasil, à luz da Teoria Experiencial de Aprendizagem”. – “Avaliação de possíveis alvos terapêuticos para o tratamento alternativo da toxoplasmose congênita”. – “Desenvolvimento de sensores eletroquímicos com emprego de eletrodos obtidos por impressão 3D para a detecção seletiva de drogas ilícitas em fluidos biológicos”.   O Sistema de Pesquisa, Inovação e pós-graduação também premiou os pesquisadores que registraram o maior número de patentes(13 concedidas), para o professor e pesquisador Cleudmar Amaral de Araújo, da faculdade de engenharia mecânica, para a professora e pesquisadora, Aline Teixeira Souza e Silva do curso de design pelo maior número de registro de desenho industrial concedidos(5 registros) e para os pesquisadores Gustavo Brito de Lima, Luiz Carlos Gomes de Freitas e Vitor Fonseca Barbosa da faculdade de engenharia elétrica pelo número de programas de computador registrados.  E na categoria Prêmio de Pesquisa os trabalhos premiados foram para: Rodrigo Sanches Peres do Instituto de Psicologia, Veridiana de Melo Rodrigues Ávila do Instituto de Biotecnologia e para Marcos Antônio de Souza Barrozo da Faculdade de Engenharia Química.  Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 09/11/2023 às 15:02

Fundações de Apoio poderão ter novas regras de atuação

Foto: Agência Câmara de Notícias A proposta de alteração da “Lei das Fundações” foi entregue a presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, da Câmara dos deputados, deputada federal Luisa Canziani. O texto apresenta alterações que buscam atualizar procedimentos para atualizar às necessidades atuais, aponta caminhos para agilizar os processos tomando como base, especialmente, os entraves encontrados durante a pandemia. A Lei que dispõe sobre as relações entre as instituições federais de ensino superior e de pesquisa científica e tecnológica e as fundações de apoio disciplina as relações para realização de convênios e contratos entre as instituições federais de ensino superior (IFES) e de pesquisa científica e tecnológica e as fundações. A proposta do CONFIES vem às vésperas da atual Lei completar 30 anos, o principal objetivo para as modificações é acompanhar a tecnologia de comunicação e transmissão de dados, modernizar e desburocratizar o sistema. Na prática, as fundações trabalham na gestão dos projetos como cronogramas, compras e financeiro, deixando o pesquisador mais disponível para a pesquisa e desenvolvimento de inovação. A Fundação de Apoio Universitário (FAU), por exemplo, em 40 anos de existência, tem mais de 5 mil projetos administrados envolvendo mais de R$ 10 milhões de recursos gerenciados. Com autonomia administrativa, financeira e patrimonial a FAU atua como ponte entre a pesquisa e o desenvolvimento para os setores público e privado. Viabilizando as parcerias a Fundação atua como elo na transferência de tecnologia. O impacto positivo dos investimentos de PD&I com projetos público-privado no Brasil envolverá todas as 98 Fundações de Apoio credenciadas no CONFIES – Conselho Nacional das Fundações de Apoio as Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica. Elas integram o Sistema Nacional de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação do País. E foram criadas para dar: dar apoio a projetos de pesquisa, ensino, extensão e de desenvolvimento institucional, científico e tecnológico, de interesse das instituições federais de ensino superior (IFEs) e também das instituições de pesquisa. “Um novo Marco Legal das Fundações de Apoio deverá facilitar o trabalho do sistema de pesquisa e de inovação de todas as instituições de ciência e tecnologia do País”, disse Queiroz o presidente do Confies, Antônio Fernando Queiroz ao entregar o anteprojeto na Câmara Federal. O anteprojeto apresenta 34 artigos que são considerados um novo tempo para as fundações. Eles sugerem modificações para fortalecer o desenvolvimento científico e tecnológico, como por exemplo, o artigo que recomenda alienação dos produtos e serviços gerados pelas IFES e ICT´s de forma que os rendimentos potenciais possam ser reinvestidos no incentivo a pesquisa e inovação.  Outros pontos sugeridos pelo anteprojeto abordam as “regras de aquisições de bens e serviços” propondo maior flexibilização das chamadas podendo repercutir na ampliação de valores para compras e ainda na melhor definição quanto a incidência de impostos sobre bolsas vinculadas aos projetos de ensino e pesquisa.  Para o Conselho do Confies, a atualização da Lei dará agilidade à pesquisa das entidades, considerando que a desburocratização representará um novo estímulo à inovação. A Proposta para as modificações à Lei das Fundações de Apoio ainda fortalecerá a relação favorecendo diretamente na gestão administrativa e financeira durante a execução dos projetos de PD&I no país.  Marianna Magalhães, membro do Colégio de Procuradores do Confies, também destaca a limitação de atuação das Fundações como uma das considerações importantes para a atualização da Lei está, “ela, (a Lei), apresenta regras de compras ultrapassadas, que interferem diretamente na agilidade do serviço que prestamos, além de ser uma norma descaracterizada, que sofreu muitas alterações”, disse Marianna Magalhães, membro do Colégio de Procuradores do Confies, em entrevista dada ao site do Confies. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 31/10/2023 às 16:11

FAU conquista classificação máxima em gestão

Setor de análise de projetos da FAU

Setor de análise de projetos da FAU Este ano foi marcado pelas superações de metas e de classificações, comprovando o caminho de consolidação dos serviços prestados. Só em 2023 já são mais de 1500 projetos em execução, geridos pela FAU.  Pela a avaliação recebida dentro dos critérios estabelecidos pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapemig,) a Fundação de Apoio Universitário (FAU) atingiu o nível máximo de credenciamento. A classificação, alcançada pela FAU, colocou a fundação entre as principais do estado e com referência nacional. Das 20 fundações de Minas Gerais registradas na FAPEMIG, somente duas alcançaram a classificação de destaque.   Além da classificação da Fapemig, a FAU se destaca na classificação nacional, realizada pelo Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (CONFIES). A pesquisa anual chamada de “Quem Somos”, reúne as 99 filiadas no Brasil e a FAU foi classificada no grupo C, que vai de A à C, sendo o Grupo C o que comporta as maiores fundações de apoio do País. Essa classificação é reservada exclusivamente para fundações de apoio com notável capacidade de gestão. Para conseguir a nota máxima a fundação precisa demonstrar comprometimento com a implementação de programa de integridade. São constantes processos para melhorar a infraestrutura e com capacitação permanente de profissionais desde acompanhamento a assinatura de contratos até a administração financeira dos projetos e licitações internacionais. “É a nossa missão servir bem, apoiar o pesquisador e as Instituições federais de ensino superior para o desenvolvimento do que essas instituições fazem de melhor; oferecer para a sociedade o conhecimento e a inovação para fortalecer a economia do país”, completa Rafael Visibelli Justino, diretor executivo da FAU. Criada há 40 anos, por iniciativa de servidores da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), a FAU surgiu da necessidade de ter uma equipe especializada de profissionais para gerenciar projetos de Parceria Público Privada (PPP) para o desenvolvimento de pesquisa, ensino, extensão e inovação.  Atualmente a FAU atende a UFU e outras 5 outras instituições de ensino superior, Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), Universidade Federal de Jataí (UFJ), Universidade Federal De Rondonópolis (UFR), Universidade Federal de Catalão (UFCAT), além o hospital de clínicas UFU/EBSERH, o maior da rede de 42 hospitais públicos da EBSERH. Os analistas do setor de projetos acompanham todas as etapas do contrato a partir da assinatura, gestão financeira, jurídica, processos de compra para licitações nacionais ou internacionais. “Somos pesquisadores em engenharia e não administradores de formação, cuidar de todas essas etapas não permitiria tempo para as atividades de pesquisa” disse Rogério Sales Gonçalves, pesquisador do laboratório de Automação e Robótica (LAR), da UFU. A gestão competente das regras dá a garantia do bom uso dos recursos públicos e fortalece as relações entre os setores público e privado. As classificações conquistadas pela FAU mantêm as parcerias cada vez mais sólidas para oferecer à sociedade serviços de ensino, pesquisa, extensão e inovação científica e tecnológica.  “Administrar um projeto envolve processos complexos e rígidos entre quem vai executar um serviço e quem contrata a instituição pública de ensino. Quando uma das partes é uma instituição federal de ensino superior (IFES) os critérios nessa parceria envolvem relações legais com maior nível de complexidade e processos, regulamentados por Lei”, completa Visibelli.  Em 40 anos de existência o número de contratos de projetos administrados pela FAU passa de 5 mil, mil deles em execução. “A consolidação da FAU entre as maiores e mais conceituadas fundações de apoio universitário nos impõe em constante processo de inovação, um deles é otimizar o atendimento aos nossos parceiros. Este volume de projetos em execução é sem precedentes e desafiador para todos nós e por isso, constantemente estamos com novas ferramentas de atendimento e processos”, complementa Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 30/10/2023 às 15:23

FAU participa da abertura do UberHub Code Club

Cristiane de Paula, jornalista. Melhoria do ensino e abertura de oportunidades esse é o objetivo do UberHub Code Club, uma das maiores iniciativas de voluntários, formada em Uberlândia, para preparar, gratuitamente, alunos do ensino médio (9º ano) para o mercado de trabalho na área de TI. O instituto, sem fins lucrativos, atua com programas de incentivo à formação de desenvolvedores de software. O programa do UberHub Code Club completa 6 anos com a marca de 5 mil jovens inscritos. O curso de treinamento para programadores de computador visa reduzir o déficit de profissionais de desenvolvimento na cidade de Uberlândia. “A FAU que também atua no incentivo e gestão de projetos que melhoram a vida da população e a economia do país, já tem 40 anos de fundação e deseja estar junto também nesse programa”, disse Rafael Visibelli, diretor da FAU, presente no evento. Na solenidade de início do curso 2023, os criadores do UberHub Code Club reuniram os voluntários e alunos para homenagear as 10 empresas e instituições de ensino apoiadores financeiros do programa, entre elas a Universidade Federal de Uberlândia. “Nossa metodologia inclui desde a capacitação até o conhecimento do mercado captando vagas, até 2025 a área de TI irá precisar de aproximadamente 750 mil profissionais, o Brasil tem 10 milhões de jovens desempregados temos uma grande missão pela frente. Nossa região já está entre as 6 melhores do Brasil dentro do ranking da olimpíada nacional”, disse Walber Schwartz.  O curso de extensão acontece em parceria com a UFU, que oferece a infraestrutura instalada e professores da engenharia da computação como coordenadores dos instrutores do programa. Serão 10 meses, em 180 horas/aula, o conteúdo oferecido é de nível superior da área de TI baseado em disciplinas de introdução à ciência da computação (CS50) da Universidade de Harvard e OBI da Unicamp. Desde 2018 o programa já registrou 16 alunos medalhistas em competições nacionais da área. O programa ainda prepara os alunos para o mercado em todas as áreas profissionais, no Brasil e em outros países.  “Honra a UFU ser a casa desse projeto, o futuro da universidade está nas mãos de vocês, nosso objetivo aqui é que vocês sejam melhores que nós, por isso que a Universidade atua nessa direção, com projetos bonitos iguais a esse”, completou Hélder Eterno, pró-reitor de extensão e cultura da UFU. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 27/10/2023 às 14:19

FAU tem contas de 2022 aprovadas

Foto: acervo FAU A 108ª reunião do Conselho Curador da Fundação de Apoio Universitário (FAU), que ocorreu no último dia 17/08, teve um momento especial para a Fundação, no que se diz respeito à gestão. Na pauta da reunião, o Conselho Curador apreciou as contas de 2022, que já haviam sido aprovadas pelo Conselho Fiscal da Fundação em junho deste ano.  Anualmente a FAU passa por auditoria externa e independente que avalia a gestão fiscal da instituição. A auditoria analisa ainda o cumprimento das diretrizes que garantem a segurança contábil da Fundação e manutenção da idoneidade e integridade fiscal e dos projetos em gestão. De acordo com a auditoria, pela primeira vez em cinco anos, as contas foram aprovadas sem nota de ênfase, o que significa sem alerta de riscos. A auditoria também apontou o crescimento de 23% na captação de recursos de projetos e um crescimento das receitas próprias da FAU em quase 10%. Outro indicador importante, foi o de liquidez corrente, que compara todos os ativos disponíveis a curto prazo para a cobertura dos passíveis exigíveis com terceiros, também a curto prazo, neste quesito, o nível de liquidez atingiu 100%. Dentro da prestação de contas da auditoria, o relatório do Conselho Curador destacou o credenciamento da FAU junto ao Ministério da Educação (MEC) e ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para 5 anos como consta no processo SEI nº 23000.029249/2021-35. Sobre o reconhecimento de recursos de convênios e de projetos, o relatório destacou que a forma de gestão da FAU está dentro das diretrizes preconizadas pelas Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC). “Na minha opinião, a Fundação de Apoio Universitário tem cumprido as recomendações solicitadas pela auditoria externa e tem buscado as melhores práticas para adequação e confiança dos seus controles. Desta forma sou favorável à aprovação das prestações de contas referente ao exercício 2022”, cita o professor Edilberto Batista Mendes Neto, Presidente do Conselho Fiscal da FAU. A Fau é uma organização de direito privado, sem fins lucrativos que apoia projetos de pesquisa, ensino, extensão, inovação e de desenvolvimento institucional atuando no aprimoramento e otimizando a gestão de projetos, deixando para o pesquisador e professor (comunidade acadêmica) o papel de ensino e desenvolvimento dos projetos. A Fundação atua com autonomia administrativa, financeira e patrimonial, como escritório de projetos para viabilizar o desenvolvimento de parcerias com o setor público e privado. Atualmente oferece apoio para sete instituições de ensino: Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Hospital de Clínicas UFU/EBSERH, Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), Universidade Federal de Catalão (UFCAT), Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), Universidade Federal de Jataí (UFJ). Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 25/10/2023 às 14:43

UFTM e FAU se unem para ampliar a captação de recursos

A nova diretoria da divisão de captação de recursos da Pró-Reitoria de Planejamento da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), de Uberaba, se reuniu com o diretor da Fau, Rafael Visibelli e com a gerente de projetos, Crisley Almeida. O assunto principal foi conhecer as possibilidades de captação de recursos, em parceria com a FAU, a UFTM já é parceira há 1 ano da FAU. A Fundação de Apoio Universitário (FAU), foi criada para oferecer apoio no desenvolvimento institucional da Universidade Federal de Uberlândia. Sendo uma organização de direito privado sem fins lucrativos a FAU também constitui parcerias com outras instituições de ensino para realizar a gestão de projetos desenvolvidos pelas Universidades. Por meio de projetos de ensino, pesquisa, extensão, inovação, as instituições captam recursos que possibilitam ampliar as ações e ainda investir na infraestrutura. “Lá na UFTM temos hoje apenas uma prestação de serviços e temos potencial para muito mais, é o que desejamos explorar, daí a importância dessa reunião para conhecer os caminhos que temos para captar recursos com mais serviços para a sociedade, como pesquisas na área de materiais para física ou química, por exemplo”, disse Marcos Dionízio, diretor de captação de recursos da PróPlan da UFTM.  De acordo com o diretor existe grande potencial na UFTM para prestação de serviços junto a comunidade, um exemplo apontado foi a possibilidade de ampliar a cultura em Uberaba captando recursos para o Centro Cultural. Para a comunidade acadêmica, as parcerias com a FAU auxiliam na condução dos projetos; o pesquisador e professor atuam no desenvolvimento da atividade proposta pelo projeto e a Fundação na gestão burocrática, desde aos processos de compra ao acompanhamento do cronograma e prestação de contas. “O desafio hoje é buscar caminhos menos burocráticos, sem alterar a segurança legal dos projetos e cursos, bem como na flexibilização dos prazos de circulação dos projetos entre as Pró-Reitorias” complementa Rafael Visibelli, diretor da FAU. Além da gestão dos projetos a FAU também auxilia no entendimento das formas de captação de verba para realização de projetos.  São diversas as fontes de recursos, desde às Fundações como FAPEMIG, FUNDEP, FINEP a projetos junto as empresas das áreas petrolífera, siderurgia, mineração e automotiva já parceiras da FAU. Uma modalidade também utilizada em projetos é feita junto aos Ministérios Público do Trabalho, Federal e Estadual para utilização de recursos dos Termos de Ajuste de Conduta (TAC), dinheiro proveniente de multas aplicadas em empresas. Nos últimos 4 anos, a FAU realizou a gestão de projetos que somaram mais de R$ 10 milhões. “É preciso conhecer os caminhos, aqui na UFU nós ainda contamos com a parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação (ProPP) para estimular os professores a elaborarem projetos para captação de recursos”, completa o diretor da FAU. Outra forma de captação de recursos se dá por meio de cursos on line ou presencial de pós-graduação e MBA. Para atender a sociedade, a FAU analisa a demanda do mercado junto as empresas, identifica a necessidade e gera a oportunidade de ensino com as Universidades parceiras. De acordo com o potencial de cada Universidade é elaborado o curso. Em todos os casos de captação de recursos eles são compartilhados entre a Instituição e a Fundação e aplicados em melhorias, como equipamentos para graduação e pós graduação. “O desafio é buscar parcerias, promover essa união para crescermos juntos apoiando umas às outras para o fortalecimento do ensino, da pesquisa, da extensão e da inovação”, destaca Fabiana Teixeira, administradora a divisão de captação de recursos da UFMT. Além da UFMT, a FAU mantém parcerias com a UFU, Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), Universidade Federal de Jataí (UFJ), Universidade Federal de Catalão (UFCAT), Universidade Federal de Rondonópolis (URF), Hospital De Clínicas UFU/EBSERH.