Precificação para gestão vai de valor e duração dos projetos, a subsídios para os de menor aporte financeiro

A gestão passa por executar um plano financeiro saudável de operação das despesas administrativas (DOA) A Fundação de Apoio Universitário (FAU), é uma organização de direito privado, sem fins lucrativos que vai completar 42 anos. As auditorias, feitas por empresa externa, aprovaram as contas financeiras e destacaram o superávit da Fundação. Para atingir esses resultados a administração é submetida a planejamento de gestão com foco em aprimorar e otimizar a gestão de projetos de pesquisa, ensino, extensão, inovação e de desenvolvimento institucional das Instituições Federais de Ensino Superior (IFEs) que atende, entre elas a Universidade Federal de Uberlândia. A principal ferramenta para a gestão é o controle das despesas operacionais de administrativas (DOA) tudo que é feito para o atendimento e acompanhamento dos projetos das Universidades e IFEs passa por um processo detalhado para precificar o serviço prestado às Instituições. Todas as atividades são regulamentadas por Portaria interministerial desde 2011, por ela são realizados os convênios com as Universidades e Institutos Federais de ensino e pesquisa. A Portaria ainda respalda as formas de cobrança de serviços, utilização de recursos e garante a transparência da gestão. “Para compor essa precificação, nós nos baseamos na metodologia de custeio ABC, que é o custeio por atividades. Porque a maioria dos nossos cursos são indiretos e, além disso, para oferecer nosso serviço aos nossos usuários em uma sequência de atividades. Então, esse foi o modelo adotado permite conseguir chegar em uma precificação mais justa”, acrescenta Crisley Faria Almeida, gerente de projetos da FAU. As despesas operacionais e administrativas (DOA) também tem teto para precificar a cobrança pelos projetos que passam pela gestão financeira da FAU, com limitação de até 15% do valor, em caso de projetos de aporte financeiro menor, a Fundação subsidia os custos. “De forma alguma, a FAU deixa de executar o projeto. Nesse caso, a entramos com uma contrapartida parcial ou integral para fazer a execução desse projeto com incentivo à pesquisa, à ciência, para o desenvolvimento da Universidade Federal de Uberlândia e outras instituições credenciais”, explica a gerente de projetos Sobre os itens considerados para a precificação eles são pontuados no mesmo modelo da iniciativa privada em padrões empresariais. São custos fixos como água, luz, telefone, internet e pessoal, hora dedicada pelos colaboradores de cada setor por onde o projeto precisa passar desde o que libera a aquisição de itens ao de contabilidade, jurídico e outros mais necessários, de acordo com a natureza do projeto. “De acordo com o que vai ter na execução do projeto, nós vamos calcular a hora do colaborador e multiplicar também pela vigência do projeto. Então, pela quantidade de atividades que tem pela vigência do projeto e a gente considera esse rateio”, completa Crisley Faria. A metodologia de custo vem sendo adotada desde 2016, já é conhecida e comum entre empresas do país. “Mas, de lá pra cá a gente vem fazendo atualizações, modificando alguns pontos e tem um estudo comparativo com as outras fundações pra que sempre possamos estar de acordo com a realidade da execução das atividades dos projetos e com isso buscamos proporcionar maior transparência para os nossos parceiros e usuários”, completa a gerente de projetos da FAU. Toda a metodologia utilizada pela FAU para o cálculo das despesas operacionais e administrativas (DOA) está disponível neste link. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 21/06/2024 às 09:05
Auditoria externa feita na FAU aprova as contas e aponta crescimento de receitas

Imagem: Júlia Coelho (FAU) Mais um ano com bom desempenho e prestações de contas aprovadas. Contas aprovadas e aumento da receita em 47,21%, em comparação ao ano de 2022. Este foi um dos pontos destacados no relatório da auditoria anual realizada, nas contas da Fundação de Apoio Universitário (FAU), por uma empresa especializada. A auditoria analisou o balanço patrimonial de 2023 e o resultado seguiu para apreciação do Conselho Fiscal da fundação, em maio (27) e ainda foi apreciado pelo Conselho Curador, no dia 03 de junho de 2024. O crescimento das receitas foi tomando como base as demonstrações financeiras da Fundação onde está registrada a aplicação dos recursos na Demonstração de Resultado e o impacto positivo na Demonstração de Fluxo de Caixa. As Fundações de Apoio são organizações de direito privado. Elas foram criadas para incentivar o ensino, pesquisa, extensão e desenvolvimento institucional, científico e tecnológico desenvolvido nas Instituições Federais de Ensino Superior e Instituições Científicas e Tecnológicas. As Fundações prestam serviços por meio da gestão administrativa e financeira dos recursos dos projetos. Ter as contas aprovadas por auditores externos destaca a gestão da FAU entre as constituídas no Brasil. Para os administradores elas representam a certificação de transparência e eficiência na aplicação de verbas em projetos de pesquisa, ensino e desenvolvimento. A aprovação veio após uma análise detalhada do balanço patrimonial e do relatório de auditoria independente, previamente endossados pelo Conselho Fiscal da fundação. “A partir de 2022 a FAU atualizou-se junto aos convênios, documentos, ampliando o número de projetos Assim ela reverteu o resultado, que era ruim antes de 2022, e aí tivemos a parceria não só com a Universidade Federal de Uberlândia, mas como também com o Instituto Federal Triângulo Mineiro, que buscou e respaldar mais receitas. Em contrapartida a Fundação amplia seu papel de gestora em apoio ao ensino, à pesquisa, extensão e cultura. Então, isso, é importante e fechamos 2023 com a prestação de contas demonstrando que os esforços realizados nos anos anteriores foram contemplados agora nesse período, de exercício 2023″, completa o professor prof. Edilberto Batista Mendes Neto, presidente do conselho fiscal da Fundação. Outro ponto destacado, no parecer do Conselho Fiscal, foi as demonstrações contábeis terem sido aprovadas sem ressalvas refletindo, de acordo com o relatório, conformidade com às normas e eficiência dos controles internos da FAU. Ano passado as contas de 2022 foram aprovadas com algumas recomendações que foram implementadas ao longo de 2023. Os ajustes foram destacados considerando comprometimento contínuo com transparência e melhoria das práticas de governança. A auditoria também revelou um superávit no balanço da FAU de R$ 206.112,85, mesmo com o aumento das despesas com pessoal, administrativo, financeiro e tributário. Além disso, em 2023, a Fundação atingiu um notável resultado em seu fluxo de caixa, registrando um crescimento de 130% em comparação a 2022, encerrando o ano de 2023 com um expressivo superávit de R$ 664.571,55 (seiscentos e sessenta e quatro mil quinhentos e setenta e um reais e cinquenta e cinco centavos). O Conselho Fiscal concluiu ainda que a FAU tem seguido as melhores práticas de gestão para assegurar a adequação e a confiabilidade de seus controles internos e recomendou a aprovação das prestações de contas de 2023. A apreciação pelo Conselho Curador, na reunião do dia 03, consolida a reputação da FAU como uma instituição financeiramente sólida e bem administrada, reforçando a confiança de sua Diretoria, colaboradores, parceiros e da comunidade acadêmica. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 13/06/2024 às 10:22
Da educação à saúde a psicopedagogia tem se tornado cada vez mais presente nas escolas em clínicas e hospitais

Turma formada na ultima edição do curso de pós. Imagem: arquivo Faced Em todo espaço, seja no campo escolar ou corporativo, os profissionais têm buscado cada dia novas possibilidades para lidar com o comportamento humano. Nesse cenário, a psicopedagogia vem oferecendo metodologias cada vez mais significativas ao aprendizado em diferentes contextos e perspectivas. Em praticamente todo espaço, de ensino ou não, existe necessidade de aplicação dos conhecimentos da área. O mercado de trabalho ganhou oferece espaço oportunidades para o profissional psicopedagogo, desde o trabalho em escolas, empresas, organizações sociais (Ongs) até em clínicas e escolas. Na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), a Faculdade de Educação (FACED conta com um grupo de estudos e pesquisas em psicopedagogia (GEPPE) para atender as demandas desse novo mercado. Os pesquisadores, professores e doutores desenvolvem há mais de 20 anos atividades de ensino, pesquisa e extensão. O grupo de pesquisadores estudam ferramentas que articulam conhecimentos da área da educação e os resultados levaram a conteúdos que servem de base para cursos cada vez mais atualizados com o mercado e com o comportamento humano. O mais recente projeto vai reunir conhecimentos de diferentes campos do saber, como a neurociência, a fonoaudiologia, a psicologia, a pedagogia, a psicomotricidade, dentre outros, em novo curso de especialização, em psicopedagogia. “Nesse sentido, o curso oferece um currículo interdisciplinar para contemplar o ser humano em uma perspectiva sistêmica de desenvolvimento”, afirma a professora Maria Irene Miranda, pesquisadora e doutora da FACED. O curso de pós-graduação em psicopedagogia é um dos mais tradicionais da UFU, acontece há 23 anos e se destaca pelo baixo índice de evasão; 80% dos matriculados concluem o curso. Durante o curso os alunos também participam de estágios supervisionados e realizam acompanhamento psicopedagógico gratuito a estudantes de escolas da rede pública de ensino. “É uma forma dos futuros psicopedagogos vivenciarem o trabalho psicopedagógico e ainda contribuírem com a educação pública, assim, estão articulando o ensino, a pesquisa e a extensão, sob a orientação do corpo docente do curso”, completa a coordenadora. Mais informações sobre o curso de pós em: https://cursos.fau.org.br/curso/psicopedagogia/ Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 29/05/2024 às 15:15
Especialização direcionada na formação executiva para o agronegócio

Pesquisa desenvolvida por pesquisadores da UFU na cafeicultura da região de Patos de Minas para elevar a produtividade e a classificação do café e ganhar competitividade nas exportações. Imagem: acervo projeto “Da semente à Xícara” Em um setor que representa quase 1/4 do PIB nacional o que se busca nos cursos de especialização é oferecer visão estratégica para tomada de decisões Os números do agronegócio chamam a atenção não apenas no contexto nacional. O Brasil é o maior exportador mundial de soja, café, açúcar, suco de laranja, carne bovina e frango. No Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas em um país, o agronegócio representou 25,2% do total, no ano de 2022. Mesmo com essa queda, ele ainda é considerado “a força vital para o Brasil e para a produção de alimentos em escala mundial. Segundo o CEPEA (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o agronegócio foi o único setor que cresceu no país em meio à pandemia. Recentemente, doutores e professores da Faculdade em Gestão de Negócios (FAGEN) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) elaboraram a quarta edição do curso de MBA para o agronegócio. Desta vez, o foco deixa um pouco o aprimoramento técnico para concentrar conhecimento para a formação de executivos do setor para maior habilidade tática e estratégica. “E a intenção é exatamente essa, capacitar esses profissionais para que além da técnica agrícola e veterinária para que eles tenham também uma noção de gestão para liderarem outros técnicos dentro do setor e fazer o agronegócio progredir também nessa frente, a da gestão”, completa o professor da Faculdade de Gestão e Negócios e coordenador do curso de MBA do agronegócio oferecido pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Em 2020, mesmo com a crise global, as exportações do agronegócio brasileiro bateram recorde, atingindo US$ 100,81 bilhões, um crescimento de 4% em relação ao ano anterior, dados do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). “Por trás desse desempenho extraordinário, está um setor altamente complexo e dinâmico, que demanda profissionais cada vez mais qualificados e atualizados. Daí o curso de MBA em Gestão de Agronegócios focado em capacitar líderes para os desafios e oportunidades desse mercado em constante evolução” completa o coordenador do curso. A novidade deste ano foi a grade curricular que objetiva dar mais ferramentas para as tomadas de decisões, profissionais ainda mais capacitados para um mercado cada vez mais competitivo e sensível às oscilações climáticas, geopolíticas e econômicas internacionais. As disciplinas abordam desde as bases e tendências do agronegócio, passando pelas mais modernas ferramentas de gestão aplicadas ao setor, até a vivência prática por meio de projetos e estudos de caso. Entre os destaques, estão disciplinas que tratam questões essenciais para estabilidade do mercado, como empreendedorismo, agritechs no agro com crescente número de startus no setor, gestão de riscos e sustentabilidade e bioenergia na agroindústria. Os temas buscam preparar os profissionais para o aumento de alimentos de forma sustentável, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a produção mundial precisará aumentar em cerca de 70% até 2050 para alimentar uma população de 9,7 bilhões de pessoas. De acordo com o coordenador do curso além de conhecimentos técnico e de gestão também serão oferecidas visão estratégica, capacidade de inovação, habilidades de negociação e networking. “O uso de instrumentos financeiros pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso, capacitamos gestores para impulsionar a produtividade, a inovação e a sustentabilidade em suas organizações e em toda a cadeia de valor”, conclui o professor da FAGEN. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 23/05/2024 às 16:20
“Doce Jardim” – programa que articula diálogos sobre a importância das abelhas na cidade vai além dos campi da UFU

Imagem: Doce Jardim instalado no Campus Umuarama, ao lado da biblioteca, inaugurado ano passado Laboratório de Ecologia e Comportamento de Abelhas (LECA), do Instituto de Biologia da UFU leva as pesquisas para produção de hortaliças na zona rural A importância das abelhas para a polinização e as vantagens do convívio com as pessoas na cidade ou no campo. Estes são os principais desdobramentos do projeto Doce Jardim, que acaba de completar um ano, em Uberlândia. Nestes 12 meses de implantação as pesquisadoras, alunos e professores do Instituto de Biologia da Universidade Federal de Uberlândia (INBIO/UFU) ofereceram conscientização nos Jardins instalados no Campus Umuarama e no Campus Santa Mônica. Os espaços escolhidos foram ao lado das bibliotecas. Em um ambiente agradável, com sombra e muitas flores foram construídas trilhas que permeiam entre ninhos das algumas espécies de abelhas encontradas na cidade. “Temos um trabalho educativo para a conscientização de que as abelhas não oferecem riscos, na verdade o que queremos é mostrar a importância das abelhas para a vida, para o ser humano por meio da polinização que elas realizam”, acrescenta Fernanda Helena Nogueira-Ferreira, pesquisadora do INBIO/UFU e coordenadora do Programa Doce Jardim. Os Doces Jardins já fazem parte da educação ambiental oferecida nas escolas, basta o agendamento feito pelo Instagram do “Doce Jardim Educativo” e preencher o formulário para agendamento. Os alunos são recebidos por mediadores, pesquisadores e professores que mostram as espécies mais comuns que aparecem nos bairros de Uberlândia e até no centro da cidade, onde há flor ali perto pode tem uma colônia. “A proposta do projeto é despertar na população que todo mundo pode ter uma espécie de planta e cuidar do seu próprio jardim”, comenta a pesquisadora. Entre as plantas cultivadas nos jardins estão espécies de temperos, como o manjericão, uma das preferidas das abelhas urbanas, como a jataí, que já se adaptaram muito bem com a rotina da cidade, além da abelha jataí, uma das menores encontradas, foram identificadas outras 5 espécies. O projeto, inspirado na proteção do meio ambiente, divulgação da importância das abelhas e necessidade de preservação, ainda homenageia o geneticista da UFU, com trabalhos publicados mundialmente sobre abelhas, Prof. Dr. Warwick Estevam Kerr. Da cidade para o campo, os estudos foram para a Zona Rural, ganhou nova vertente e foco abordando a importância das abelhas para a produção de alimentos. Em um sistema agroflorestal, a cerca de 30 km de Uberlândia, em cultivos de tomates e outras hortaliças a polinização proporcionada pelas abelhas é estudada. A área escolhida fica entre eucaliptos e bananais onde são usados diferentes manejos naturais de controles de pragas. O projeto, junto aos agricultores de hortaliças, foi bem aceito e conta com a vantagem de que este tipo de cultivo não oferece risco de contaminação às abelhas, pois não existe uso de defensivos agrícolas. Foram plantados 2 canteiros de tomates para identificar quais espécies de abelhas que ocorrem naturalmente na região. “As abelhas sem ferrão, as que temos encontrado presentes no cerrado, se mostraram importantes na produtividade e para a qualidade dos frutos do tomate”, completa a professora e pesquisadora. Quanto à qualidade do tomateiro os resultados também chamaram a atenção, foram colhidos frutos maiores, com mais qualidade e mais saudáveis. “Agora instalamos um ninho da espécie conhecida por mandaçaia, para avaliarmos se haverá aumento da produtividade”, completa Fernanda Helena Nogueira-Ferreira, pesquisadora do INBIO/UFU. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 16/05/2024 às 10:20
Novo investimento em tecnologia com foco na qualidade do atendimento

O novo investimento da FAU vai favorecer a gestão de projetos O setor de projetos é o início do atendimento na Fundação de Apoio Universitário (FAU). Por ele iniciam os processos de parceria entre as Universidades apoiadas e a sociedade. São projetos para prestação de serviços, para desenvolvimento de inovação tecnológica e atividades voltadas à educação, atualmente são mais de 1.050 projetos em execução, de acordo com o diretor executivo, a adoção do novo canal de comunicação foi necessário para corresponder à demanda. Acompanhar as etapas e atender aos professores, pesquisadores e comunidade envolvida nos projetos e cursos de pós-graduação exige contantes melhorias nas ferramentas de atendimento ao público. “Todos os setores recebem investimentos contínuos, nossa ideia é incrementar e acompanhar com novas tecnologias como a que utiliza da inteligência artificial, que é essa que implantamos agora”, completa Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU. A nova ferramenta eletrônica vai disponibilizar, via whatsapp, o direcionamento para o atendimento pessoal que poderá solucionar dúvidas pontuais, o objetivo é reduzir as chamadas telefônicas para proporcionar ao analista maior tempo de resoluções processuais dos projetos. “O que nós desejamos com essa nova forma de atendimento é oferecer ao analista maior disponibilidade de concentração para as atividades analíticas, exigidas para execução dos projetos, teremos maior assertividade e celeridade nas análises, o pesquisador e professor ganharão permanentemente ao longo dos processos”, completa Crisley Faria Almeida, gerente do setor de projetos da FAU. A nova ferramenta, com atendimento pelo aplicativo é considerada importante pela facilidade que oferece o que significa um atendimento mais rápido para questões mais simples que não necessitam de formalização ou troca de documentos. Nos 10 primeiros meses do ano passado o setor de projetos registrou mais de 8 mil e 500 aberturas de atendimento por meio de formulário eletrônico conhecido como tickets. No ano passado a FAU recebeu do Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (CONFIES) o “Prêmio Boas Práticas de Gestão das Fundações de Apoio” pela implementação de uma nova gestão no atendimento. Um sistema que criou campos de descrição para registrar as demandas e organizar, de forma cronológica, a comunicação entre os analistas da FAU e os coordenadores de projetos universitários. Além da UFU, a FAU atende 5 outras instituições de ensino superior, Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), Universidade Federal de Jataí (UFJ), Universidade Federal De Rondonópolis (UFR), Universidade Federal de Catalão (UFCAT), além o hospital de clínicas UFU/EBSERH, o maior da rede de 42 hospitais públicos da EBSERH. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 10/05/2024 às 11:58
Fau apresenta Programa de Integridade no encontro nacional do Colégio de procuradores

Alexey Martins, advogado da FAU em apresentação no encontro de procuradores O encontro aconteceu na cidade de Cuiabá/MT e reuniu mais de 70 procuradores O encontro do Colégio de Procuradores do Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (Confies) acontece anualmente e serve como referência para troca de experiência e atualização de sistemas. Este ano, no encontro que aconteceu na cidade de Cuiabá, na segunda quinzena de abril. O destaque foi para o pagamento de bolsas, segurança de dados pessoais e mecanismos implantados para auxiliar o cumprimento das leis e normas sobre os funcionamentos das fundações de apoio. Uma das ferramentas que vem sendo adotadas é o Compliance, tema que foi apresentado pelo Alexey Martins, advogado da Fundação de Apoio Universitário (FAU). Ele abordou a iniciativa da Fundação de adotar o Compliance como cultura de ética e conformidade. “O Compliance, para uma fundação de apoio, desempenha um papel fundamental para garantir transparência, integridade, eficácia das atividades envolvidas”, completa Alexey. Em 40 anos de existência, a FAU já fez a gestão de mais de 8 mil projetos, cerca de 1.100 estão em andamento. São projetos que contém dados sigilosos de diversos aspectos, desde a informações pessoais e bancárias de pesquisadores, professores e alunos, das Instituições Federais de Ensino Superior apoiadas pela Fundação, até segredos de processos de inovação científica dos projetos. O advogado da FAU falou da experiência e dos resultados alcançados com a elaboração de um manual de Compliance, bem como da criação de uma comissão de ética para atuar no acompanhamento das ações e garantir a proteção de informações. Os colaboradores que atuam diretamente com os projetos ainda assinam um termo de adesão e reconhecimento sobre a aplicação de sanções às violações do manual de compliance. “Nosso objetivo e cuidado é para que tudo seja feito dentro da legalidade, dentro dos requisitos instaurados no direito administrativo, da impessoalidade, modalidade, publicidade e eficiência. Isso é o básico do direito administrativo”, completa o advogado da FAU. Antes de adotar o manual todos os gerentes e líderes de setores da Fundação passaram por capacitação, a respeito das diretrizes de um sistema de compliance, desde o momento de entrada de um projeto de pesquisa até a prestação de contas e finalização. O manual de Compliance ainda foi protocolado no Ministério Público Estadual elevando a confiabilidade dos procedimentos realizados pelos colaboradores da Fundação na análise e acompanhamento dos projetos de pesquisa que passam pela FAU. “Para nós, foi muito bom, participar do Colégio de Procuradores, uma troca de experiência entre as Fundações, que faz a gente subir o nosso nível de atendimento, de qualidade de prestação de serviço, de segurança jurídica para a Fundação. Especialmente, o encontro deste ano, que possibilitou nos destacar perante o cenário nacional de fundações de apoio”, conclui Alexey Martins. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 03/05/2024 às 11:27
Conselho Curador da FAU renova mandato do diretor executivo da Fundação por mais 3 anos

A decisão foi tomada de acordo com o artigo 21 do Estatuto da Fundação de Apoio Universitário (FAU) Neste mês (abril) o Conselho Curador da FAU aprovou a indicação para o a direção executiva da Fundação. A decisão foi de manter no cargo, para o segundo mandato, o diretor Rafael Visibelli, renovando a gestão por mais 3 anos. Rafael completa 6 anos da direção executiva da FAU, até 2021 não existia limitação de prazo para o cargo. O conselho Curador da Fundação de Apoio Universitário (FAU) é formado por membros da sociedade por meio da Associação Comercial e Industrial de Uberlândia (ACIUB), representantes dos servidores técnicos administrativos e das unidades acadêmicas da Universidade Federal de Uberlândia e membro indicado pelo reitor da UFU. Entre outras atribuições para a gestão da FAU, o Conselho Curador também indica a respeito da ocupação do cargo de direção da Fundação. Por decisão do Conselho Curador da FAU, o atual diretor, Rafael Visibelli Justino, terá mandato estendido por mais 3 anos. Durante a atual gestão a FAU passou planejamentos estratégicos de recuperação e investimento. Agora, com a decisão do Conselho Curador de estender o mandato, do diretor executivo, por mais 3 anos, nova meta é a consolidação do perfil da Instituição. “Nós conseguimos apresentar um crescimento significativo e conquistas em diversas áreas-chave da FAU agora precisamos empenhar esforços no fortalecimento do que foi conquistado e consolidação por meio de maior inserção na sociedade e ampliar as parcerias entre empresas e nossas Instituições de Ensino Superior apoiadas. É nosso papel junto ao setor público para incentivar cada vez mais e com novidades de modelo para o fortalecimento da pesquisa e inovação, da extensão, da cultura e do ensino”, destacou Rafael Visibelli. A FAU tem atualmente 6 Universidades e Institutos Federais de Ensino Superior (IFEs) apoiados além do Hospital de Clínicas da UFU/EBSERH. De acordo com o diretor executivo as conquistas refletem não apenas na evolução da administração, mas também consolida a FAU como uma instituição financeiramente sólida e autossuficiente. Além disso, a modernização da infraestrutura e a adoção de novas tecnologias de TI impulsionaram em busca da eficiência operacional e conquistas de referência na condução dos processos de modernização. No ano passado FAU se tornou a primeira fundação credenciada, pela UFU, a receber do Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (CONFIES) o prêmio Boas Práticas, pela implantação em 2022 do novo processo de gestão de atendimento. O sistema criou campos de descrição para o registro de demandas dos coordenadores de projetos universitários, disponibiliza campos para organizar de forma cronológica as solicitações otimizando a comunicação entre os analistas da FAU e os clientes. Atualmente são mais de 1500 projetos em execução, de acordo com o diretor executivo, a adoção de um novo processo de comunicação foi necessária para corresponder à demanda. Com autonomia administrativa, financeira e patrimonial a FAU atua como ponte entre as Instituições de Ciência Tecnologia e Inovação públicas e o setor privado, viabilizando a transferência de tecnologia. Outro resultado de destaque foi conquista classificação máxima em gestão recebido da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapemig). Com esse reconhecimento a FAU atingiu o nível máximo de credenciamento entre as Fundações de Minas Gerais. Para conseguir a nota máxima a FAU precisou demonstrar comprometimento com a implementação de programa de integridade e processos de melhoramento da infraestrutura. Outra forma de gestão que contribuiu para a classificação foi a capacitação permanente de profissionais desde acompanhamento a assinatura de contratos até a administração financeira dos projetos e licitações internacionais. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU)Publicado em 19/04/2024 às 14:25
Cursos de MBA e pós graduação da UFU são apresentados na Feira do Agronegócio Mineiro (FEMEC)

A Feira do Agronegócio Mineiro, conhecida como FEMEC é realizada há 10 anos pelo Sindicato Rural de Uberlândia. A FEMEC já é considerada uma das maiores Feiras do agronegócio do país, no ano passado recebeu, na semana do evento, de 100 mil visitantes, mais de 300 expositores e promoveu negócios na ordem de R$ 2,4 bilhões. Este ano, com a busca do setor cada vez maior por qualificação profissional, a FAU levou para a Feira o setor de cursos de pós e MBA voltados para o agronegócio. A participação veio da parceria com o Sebrae somando esforços na oferta de oportunidades para capacitação profissional. O ecossistema de inovação tem sido tema constante para estabelecer conexões e parcerias fortalecendo a economia regional. O resultado imediato está sendo a maior presença dos atores da inovação aberta em eventos da cidade de Uberlândia. Foi o que aconteceu na primeira semana do mês de abril (01 a 05) durante a FEMEC, feira do Agronegócio Mineiro. A parceria com a Prefeitura possibilitou a apresentação de pitchs do conhecimento com apresentações dos cursos de pós-graduação e do apoio em gestão de projetos para as Instituições Federais de Ensino Superior atendidas pela FAU. Atualmente a FAU apoia 6 Instituições Federais de Ensino Superior e o Hospital de clínicas UFU/Ebserh A rede dos atores que formam o ecossistema de inovação aberta envolve institutos de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTIs) de toda a cidade. Participaram também do Pitch Conecta Agro professores e pesquisadores de diversos laboratórios entre eles os da UFU das Faculdades de computação, agronomia, física e do Centro de Incubação de Atividades Empreendedoras (CIAEM), e da Agência Intelecto falaram do que existe de inovação em cada área e conectou com os participantes da Feira, no Conecta Agro, Encontro de representantes do agronegócio que fortalecem o ecossistema de inovação. Imagem: Júlia Coelho | FAU Outra parceria que mostrou resultados foi a realizada entre a FAU e o Sebrae. Na área de aprimoramento por meio de cursos de MBA e pós-graduação, a Fundação de apoio Universitário levou material para apresentar os cursos abertos para formação de turmas e os que já são tradicionais para o mercado. Dos cursos apresentados que chamaram a atenção foi o MBA de gestão de Agronegócios, ainda em preparação pela Faculdade de Gestão e Negócios da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Outro curso, apresentado durante a FEMEC, foi a da pós-graduação em solos e nutrição de plantas que acontece desde agosto. Os cursos, oferecidos pela FAU, já são referência por serem elaborados por doutores e pesquisadores da UFU, como por exemplo o Instituto de Ciências Agrárias da UFU idealizador da pós-graduação em solos e nutrição de plantas. Recentemente foi encerrado o período de matrículas da pós-graduação em especialização em ciências avícolas, que atende um dos mercados que mais crescem dentro do agro elaborado no formato EAD. “A importância de estarmos aqui na FEMEC com a apresentação dos cursos oferecidos pela FAU é a interação com os profissionais e empresários do setor. Falamos diretamente com eles e percebemos cada vez mais a busca por atualização, por oportunidades para se posicionarem melhor no mercado e pelos empresários, vimos eles buscam cursos para estimularem os funcionários a se manterem atualizados por meio de uma pós ou um MBA, esse é o objetivo de estarmos aqui na FEMEC”, completa Nauara Cristina Gomes Vieira Viana, analista do setor de cursos da FAU. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 10/04/2024 às 10:09
Cibersegurança, assunto de milhões e em alta no mercado de trabalho

Alunos e professor Rodrigo Miani do curso de Ciência da Computação na faculdade de computação da Universidade Federal de Uberlândia O profissional de TI está entre os 10 mais procurados e com os melhores salários. A tecnologia da Informação (TI) está presente em praticamente todos os momentos da humanidade, não há como fugir do assunto. Do despertador digital à programação dos semáforos para o controle do trânsito, nas transferências de informação sendo conteúdo ou bancárias, nos hospitais para consultas à dosagem de medicamentos, sem falar de todas as informações pessoais na palma da mão, por meio das redes sociais. Um dos grandes desafios, seja nas grandes ou pequenas empresas, se chama Ransomware ou, sequestro de dados. Uma modalidade de crime cibernético onde o criminoso se aproveita da falta de segurança para entrar na rede, criptografar sequestrar) os dados e parar todo o sistema. Com o estímulo às compras de final de ano os riscos aumentam proporcionalmente. Aí, a consequência é imediata; a rede sai do ar, para tudo, compromete os serviços, as transferências de dados, e se não existe um profissional especializado, os prejuízos poderão ser incalculáveis. “Quando uma empresa está sob ataque para tudo, é preciso entender de onde veio a invasão, entender para resolver e depois saber o tamanho do prejuízo”, completa Rodrigo Miani, professor da Faculdade de Computação da UFU. De acordo com o Sistema Nacional de Emprego (SINE), é grande a demanda por profissionais e se o candidato tem especialização o momento é de ascensão. Entre as corporações, públicas ou privadas, a demanda por este tipo de profissional, cybersecuty é crescente. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), até 2024 essa procura passará de 70 mil profissionais por ano. Para Cristiano Borges, Systems Engineer, de uma das empresas de referência internacional em soluções amplas, integradas e automatizadas de segurança cibernética, o desafio está em manter o profissional atualizado na velocidade do mercado. A importância Cristiano Borges atua em uma empresa Com mais de 70% de market share no Brasil e esta empresa possui um programa acadêmico para prover trilhas de aprendizagem em segurança cibernética para os estudantes das universidades conveniadas. Neste sentido, a UFU consegue qualificar seus alunos em segurança cibernética através desta parceria. “Profissionais de segurança cibernética precisam continuar aprendendo ao longo de suas carreiras para se manterem atualizados sobre as últimas tendências, tecnologias e ameaças. A educação desempenha um papel fundamental na preparação de profissionais de segurança cibernética, capacitando-os com as habilidades e competências necessárias para contrapor um cenário de ameaças cada vez mais sofisticadas.”, destaca Cristiano Borges engenheiro de sistemas da Fortinet. De acordo o Instituto Smesp, responsável por estudos e pesquisas relacionadas ao ensino superior no Brasil, profissionais que possuem pós-graduação ganham acima de R$ 4.000. O piso salarial, de um profissional especializado e certificado pode chegar de 150% a 225% maior, se comparado ao profissional que possui somente a graduação. A especialização se torna uma das principais ferramentas para valorizar a contratação, sendo referência para buscar melhor colocação no mercado e nível salarial. “Quando os trabalhadores são mais produtivos, as empresas podem produzir mais com os mesmos recursos, o que, por sua vez, impulsiona a competitividade e o desenvolvimento econômico”, completa o professor da Fagen /UFU. Pós e segurança cibernética entre as melhores do país O curso de pós-graduação oferecido pela UFU se destaca no país pelo conteúdo oferecido e equipe de professores da Universidade e convidados ligados ao mercado de trabalho, como indústrias e outras faculdades, como a de Campinas também referência na área de TI e segurança de dados. Modalidade EAD A pós-graduação foi desenvolvida por 3 professores da faculdade de computação da UFU e, para suprir a demanda do mercado será online (100% à distância). “Os cursos não apenas beneficiam os profissionais que buscam especialização, mas também a universidade, a comunidade local e a região como um todo, promovendo o desenvolvimento, a educação continuada e a pesquisa aplicada”, explica Vinícius Pereira, professor da Faculdade de Gestão de Negócios Fagen /UFU. Quem está capacitado vive o melhor momento da carreira e quanto mais atualização melhor. Saiba mais em: https://cursos.fau.org.br/curso/pos-graduacao-em-seguranca-cibernetica/ Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 27/03/2024 às 10:09