Curso de pós-graduação da UFU capacita profissionais para tomadas de decisões estratégicas em mercados globalizados e turbulentos

Em um cenário onde políticas globais se transformam diariamente, o profissional de finanças enfrenta um desafio urgente: tomar decisões que preservem a saúde financeira das empresas em meio à volatilidade. O que acontece do outro lado do mundo – de mudanças geopolíticas a crises setoriais – impacta mercados locais em horas. Neste ambiente a especialização deixa de ser opcional e vira sobrevivência estratégica. “Nosso foco é na formação de profissionais para atuarem na gestão financeira de organizações com maior capacidade de análise de investimentos e tomada de decisões estratégicas, alinhadas às demandas do mercado globalizado com capacidade”, afirma o professor da Faculdade de Gestão de negócios (Fagen) da UFU, Luciano Ferreira Carvalho. O curso de pós-graduação em finanças da universidade foi preparado para o domínio de estratégias de valuation, finanças corporativas, mercado de capitais governança corporativa, ESG, derivativos e gestão de riscos entre outros conhecimentos que vem modificando a forma de atuar em gestão financeira com as tendências corporativas e de investimentos que definem a gestão financeira moderna. “Não tem como um profissional atuar no mercado sem uma capacitação constante, o bom gestor é um pouco contador, um pouco economista, um pouco advogado e um pouco administrador. E, isso bastava para um sucesso até uns cinco anos atrás, hoje não mais”, alerta o economista, pós-graduado, Leonardo Baldez que atua no mercado de investimentos. Foram preparadas aulas teóricas e práticas, o programa alterna estudos de caso, simulações e discussões ampliando a capacidade de interferir em momentos de alteração das políticas e estratégias do mercado globalizado. “Essa pós-graduação foi preparada para integrar teoria e prática e incentivar a troca de experiências entre profissionais e acadêmicos”, completa o professor Luciano. O objetivo é oferecer uma vantagem estratégica em era de turbulência econômica além de abrir portas para novas oportunidades de carreira. Estudo de remuneração da PageGroup, realizado no ano passado, apontou que profissionais com pós em finanças têm 25% mais chances de assumirem cargos de gestão mais elevados. As especializações tem capacitado profissionais a assumirem cargos de liderança com salários iniciais que chegam a R$ 12mil, por oferecerem mais alternativas atualizadas em gestão de riscos. O curso é presencial em Uberlândia para promover o networking imersivo e atenderá profissionais de áreas como gestão financeira, consultoria, bancos, investimentos e controladoria que precisam dominar o mercado. “A decisão, cada vez mais, tem que ser tomada através de dados, então, é necessário ter acesso constante às novas tecnologias para tomar decisão e quais são os melhores indicadores”, destaca o consultor Baldez. Mais informações: https://cursos.fau.org.br/curso/mba-em-financas/ Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 08/08/2025 ás 14:55
UFU capacita fisioterapeutas para prescrição e aplicação de toxina botulínica em tratamentos de pacientes com sequelas neurológicas

A aplicação da toxina botulínica na fisioterapia tem revolucionado a reabilitação de pacientes com sequelas de AVC, traumatismo crânio encefálico, paralisia cerebral, lesão medular, entre outros. A terapia apresenta resultados significativos no tratamento da rigidez muscular que frequentemente está presente em pessoas com sequelas neurológicas, otimizando os resultados da reabilitação. Há dois anos, a decisão final do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito) reconheceu oficialmente a competência dos fisioterapeutas para prescrever e aplicar a toxina botulínica, desde que capacitados em cursos específicos. O curso oferecido pela FAEFI (Faculdade de Educação Física e Fisioterapia da UFU), foi o primeiro no Brasil aprovado pelo COFFITO e já está em sua terceira edição. O curso da Universidade Federal de Uberlândia conta com 120 horas de conteúdo ministrado por docentes altamente capacitados em suas áreas de atuação. A carga horária teórica do curso abrange todo o conteúdo para o conhecimento farmacológico da toxina botulínica, contraindicações, cuidados pré e pós aplicações, manejo de intercorrências e eventos adversos. O curso também prevê estudos sobre as normas de biossegurança, bases anatômicas para aplicação segura, raciocínio clínico para indicação e prescrição adequada, bases biomecânicas para a indicação precisa, principais diagnósticos da neurofuncional tratados com toxina botulínica e casos clínicos reais. Imagens das aulas práticas de turmas anteriores Durante as aulas práticas o aluno é imerso em procedimentos de complexidade crescente que vão desde o manejo de materiais, reconstituição da Toxina Botulínica, prática com modelos sintéticos e anatômicos reais até a prática com humanos reais e pacientes reais. “A carga horária prática do curso é robusta para que o aluno possa concluir sua formação pronto para iniciar sua prática clínica com ética e segurança”, explica a professora, doutora Camilla Zamfolini Hallal coordenadora do curso da UFU. O curso é voltado a fisioterapeutas com registro no Conselho de fisioterapia e terapia ocupacional. Mais informações sobre o curso no site: https://cursos.fau.org.br/curso/formacao-de-injetores-de-toxina-botulinica-aplicado-a-neurofuncional/ Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 30/07/2025 ás 10:27
Maratonas do conhecimento – UFU prepara para a Primeira Maratona de Física

Universidade Federal de Uberlândia, entrada Campus Santa Mônica Imagem: Milton Santos (DIRCO/UFU) No mundo moderno, tudo tem se reinventado. Das corridas do Império Romano às salas de aula da Revolução 4.0, as maratonas transformaram-se em ferramentas poderosas para impulsionar o conhecimento. O objetivo permanece: extrair o melhor de cada participante. Mas agora, o desafio vai além do esforço físico: é cerebral, coletivo e revelador. E a modalidade já comprovou o impacto que pode gerar, fixa alunos, eleva notas e projeto jovens para novos mundos. Gabriel Chayb, estudante da UFU, vive essa trajetória. Aos 12 anos de idade descobriu nas maratonas de programação uma paixão que o levou ao topo da NASA Space Challenge: “Com certeza, as maratonas são muito importantes. Elas podem mudar a vida, independentemente do resultado, é algo especial para a carreira profissional, para o conhecimento, para o networking e com certeza ajuda muita gente a iniciar a programação, no caso das específicas para a área”, enfatiza Gabriel, integrante da equipe vencedora. Fizeram parte da equipe os alunos Larissa Borges de Mello, Ana Carolina Miziara Sabino de Oliveira Borges, Gustavo Antônio Teixeira da Matos, em conjunto com os egressos Gustavo Ferreira Tavares e Adaílton José Alves Junior. Agora, é a vez da física entrar nesse cenário. O Instituto de Física (INFIS) da UFU promoverá a I Maratona de Física do Ensino Médio, no dia 05 do mês de setembro de 2025, no Campus Santa Mônica. Um dos objetivos com a competição é trazer a física para o entendimento do cotidiano das pessoas, especialmente dos alunos como forma de incentivar para o ensino. A Maratona possibilitará aos participantes vivenciarem a física. “A I Maratona de Física é uma iniciativa para aproximar o/a estudante da Universidade, especialmente as meninas e mulheres, para que aprendam um pouco mais sobre a Física e coloquem em prática seus conhecimentos na resolução de questões desafiadoras”, destaca a coordenadora do projeto, Débora Coimbra, do Instituto de Física da UFU. As competições acontecerão em grupos de 3 participantes sendo pelo menos um deles que se identifique com o gênero feminino. As competições acontecerão em duas classificações: escolas públicas competindo entre si e o mesmo entre as escolas privadas. E ainda, acontecerão palestras e atividades lúdicas interativas com a equipe do Museu Dica. E o momento é estratégico. Na Revolução 4.0, a física está entre os conhecimentos mais relevantes para as tecnologias disruptivas – da automação industrial à Inteligência Artificial. A maratona surge como resposta oferecendo desde questões típicas de assuntos tradicionais do Ensino Médio até questões cuja solução envolverão práticas experimentais em estações interativas. “Neste mundo em transformação, com conteúdos cada vez mais acessíveis, as Maratonas do conhecimento são muito importantes para o sistema de educação, pois ajudam a incentivar os estudantes a aprender, cada vez mais. Com isso, tornam pesquisadores e pessoas mais capacitadas e com maiores possibilidades para ajudar a melhorar nossa sociedade”, comenta o professor e pesquisador da faculdade de computação (FACOM) – UFU, João Henrique de Souza Pereira. O professor participa de maratonas de conhecimento há 18 anos e desde 2018, do UberHub Code, programa que forma, gratuitamente em parceria com a UFU e sociedade, jovens em lógica de programação. A Maratona de física veio inspirada nas de matemática da UFU, realizadas desde 2013 com a participação de 41 escolas já na estreia. E, a edição do ano passado superou as expectativas com 50 equipes mais da metade de escolas privadas. As competições ainda atraem empresas que estimuladas pelo sucesso e apoio ao setor da educação entram como parcerias com a divisão de investimentos em cotas. Uma das formas de tornar a universidade pública um grande cenário para o desenvolvimento científico e integração com a sociedade fortalecendo o ecossistema da cidade. Para empresas visionárias, é mais uma oportunidade de fazerem parte do avanço da educação e preparação de mão de obra. O edital oferece 4 modalidades de cotas de patrocínio (Bronze a Diamante), com benefícios como visibilidade em redes sociais, materiais do evento e interação com futuros talentos com as principais habilidades de conhecimento desta Quarta Revolução Industrial. As propostas devem ser enviadas até 31 de julho de 2025 para maratonafisicaufu@gmail.com seguindo as normas do Edital INFIS nº 19/2025. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 25/07/2025 ás 16:26
A corrida de rua FAU Run é incorporada ao programa interno de saúde e bem-estar da Fundação e aproxima mais da sociedade

A FAU Run, já na segunda edição, é um evento integrado ao Programa de Bem-Estar e Saúde da Fundação de Apoio Universitário (FAU), reforçando a política interna de saúde e aproximando a instituição da sociedade. Com percurso de 5 Km, a prova acontece em setembro, com largada no Parque do Sabiá, em Uberlândia. A empresária Lívia Vilela descobriu o bem-estar na corrida há um ano e agora se prepara para participar da FAU Run. Ela começou com 5 Kms, sempre buscando superar o próprio tempo, até decidir dobrar o percurso. “Comecei a correr e pensei: ‘eu gosto disso, é bom! Foi quando percebi que poderia me beneficiar muito mais. Com assessoria, vi que treinos organizados trazem melhores resultados: ganho de resistência, melhora na respiração e fortalecimento muscular”, explica Lívia. Além de corredora, Lívia Vilela é uma das patrocinadoras do evento. Como diretora de operações da TecPrime – empresa que desenvolve softwares de inteligência, atuando do administrativo ao agro -, ela destaca a sinergia com a FAU. A TecPrime, há 19 anos no mercado e há 5 operando no Hub de Inovação formado pela FAU, tem sede na Fundação. “A FAU é extremamente influente no contexto universitário, um berço de inovação, e está muito bem posicionada no ecossistema de inovação de Uberlândia. Para nós, representa um arcabouço de oportunidades”, destaca a diretora de operações. A FAU Run também inova ao estimular o envolvimento dos colaboradores e a participação da comunidade. Nesta edição, o cupom FAUFU10 oferece 10% de desconto na inscrição para convidados indicados por colaboradores da FAU. O benefício foi estendido aos servidores da universidade Federal de Uberlândia (UFU). “A corrida promove interação entre nossos colaboradores e a sociedade, além de fomentar as parcerias.”, acrescenta Gabriela Matos, coordenadora de gestão de pessoas da FAU. A corrida FAU Run é uma das ações do Programa de Saúde e Bem-estar da FAU, que engloba cuidados psicológicos, nutricionais e promoção da qualidade de vida por meio dos esportes. O Programa se destaca por ampliar benefícios aos colaboradores, como licença-maternidade estendida, convênios que vão além da saúde básica, e diversas ações planejadas ao longo do ano para incentivar práticas esportivas, alimentação saudável e emocionais. Criado no ano passado para construir uma cultura organizacional acolhedora, respeitosa e empática, o Programa vem sendo aprimorado continuamente para despertar engajamento, criatividade e ambientes que estimulem o crescimento pessoal e profissional em equipe. Na mais recente pesquisa interna, 96,8% dos colaboradores aprovaram os benefícios do programa. “A alta aceitação, especialmente do atendimento psicológico, nos surpreendeu. Temos demanda frequente, por questões internas ou pessoais. Orientamos e, se necessário, sugerimos atendimento externo. Isso não quebra a confiança; gera mais segurança nas equipes. Observamos um ambiente mais colaborativo, dinâmico, descontraído e eficiente”, conclui Gabriela, coordenadora de gestão de pessoas da Fundação. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 23/07/2025 ás 09:07
Reabilitação neurofuncional minicurso oferecido pela UFTM, em Uberaba, atenderá vítimas de AVC

Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), Uberaba Imagem: divulgação O Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorre em pelo menos 400 mil pessoas por ano no Brasil, os dados são do Ministério da Saúde e 70% dos sobreviventes ficam impedidos de voltar às atividades de rotina em casa, e ainda são afastados do trabalho. Essas vítimas são apenas um dos alvos para preparação de profissionais da área de saúde que atuam na reabilitação. O minicurso oferecido pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), em parceria com a Liga Acadêmica de Reabilitação Funcional Aplicada (LARENA) e a FAU oferecerá conhecimento com revisão e novas perspectivas de tratamento com abordagens na reabilitação e discussões sobre as principais evidências científicas e as tendências terapêuticas para os pacientes. “O objetivo desse minicurso é capacitar os participantes na avaliação e intervenção funcional, promovendo atualização baseada em evidências científicas. Estamos oferecendo o evento junto ao projeto de extensão Exercita AVC para atender tanto acadêmicos quanto os profissionais da área de saúde os quais participam do processo de reabilitação dessa população”, acrescenta Danilo Santana, presidente da LARENA/UFTM. O minicurso abordará técnicas como a Terapia Orientada a Tarefa (TOT) e a Neuromodulação, fundamentais para a reabilitação de pacientes pós AVC. O objetivo atender à demanda da área de saúde no atendimento e capacitar os participantes na avaliação e intervenção funcional, promovendo atualização baseada em evidências científicas. O projeto ainda está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente “Saúde e Bem-Estar”, de acordo com o coordenador do projeto vem reforçar o compromisso da UFTM com a excelência acadêmica e a transformação social. O projeto irá integrar disciplinas como fisioterapia, terapia ocupacional e neurociências e a certificação irá validar também as atividades complementares e aprimoramento profissional atendendo a uma lacuna no sistema de saúde entre alta hospitalar e reabilitação. De acordo com dados do Ministério da saúde, dos mais de 70% dos pacientes que sofreram AVC ficam com sequelas incapacitantes e 30% necessitam de auxílio permanente para caminhar. A Terapia Orientada a Tarefas (TOT) e Neuroplasticidade, disciplinas que serão oferecidas no minicurso têm eficácia comprovada em mais de 50% dos casos e busca atender a uma das principais primícias para a eficiência da recuperação, atendimento nos primeiros 6 meses do AVC e o projeto de extensão passa a ser uma das formas mais eficientes para a transferência de conhecimento entre academia e sociedade. Os projetos de extensão são viabilizados por meio de apoio da Fundação de Apoio Universitário (FAU), atuando como ponte entre a universidade e a sociedade. Para a execução dos projetos a Fundação desempenha o papel crucial na gestão financeira e administrativa desses projetos, o que permite que tenham impacto social, econômico na capacitação de profissionais e transferência de conhecimento da academia para o mercado, neste caso, para a área de saúde. De acordo com o professor do departamento de fisioterapia aplicada da UFTM as ações voltadas a intervenção da população, de indivíduos os quais possuem sequelas motoras decorrentes do AVC, precisam essencialmente estar fundamentadas no que as evidencias cientificas demonstram como melhor abordagem, assim, o projeto de extensão. “Nosso principal objetivo é construir o conhecimento teórico pratico de acadêmicos baseado em evidencia, lapidando habilidades dos extensionista no processo de avaliação e intervenção em AVC. E com isso, cria-se a necessidade de promover esse evento, para que haja ainda mais o debate e a construção do saber sobre a reabilitação de indivíduos com AVC entre os acadêmicos e profissionais da área da saúde”, destaca Gustavo Luvizutto, professor coordenador do projeto. Para mais informações e inscrições acesse o site https://cursos.fau.org.br/curso/i-minicurso-de-reabilitacao-neurofuncional-aplicada/ Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 18/07/2025 ás 15:38
Do campus ao mercado: UFU e ANEEL preparam profissionais para os desafios da energia

Palestra Carlos Rodrigues Assessor Adjunto de Gestão Institucional da ANEEL em palestra sobre o setor elétrico no auditório da Faculdade de Engenharia Elétrica /UFU. A participação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) fortalece a conexão entre a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e o setor elétrico. A abertura do curso de extensão em literacia energética aconteceu no último dia 08 (terça-feira), no auditório da Faculdade de Energia Elétrica (FEELT), no Campus Santa Mônica, e falou sobre transição energética, sustentabilidade e das tecnologias envolvidas desde a produção, transmissão e distribuição de energia elétrica no Brasil. O curso de extensão sobre literacia energética, busca capacitar os estudantes para os desafios do setor elétrico, combina uma visão geral sobre o funcionamento do setor, com a compreensão sobre o papel da Aneel como órgão regulador, dos direitos e deveres dos consumidores de energia, além de tratar sobre temas atuais e relevantes como transição energética justa e participação feminina no setor elétrico. A literacia energética é um assunto que está ligado diretamente no processo de participação social, especialmente por parte do consumidor. “Entendemos que a compreensão do setor elétrico pode contribuir não só para a formação dos estudantes, abrindo novas possibilidades profissionais, mas também vem como um instrumento de empoderamento cidadão, essencial para uma transição energética justa, que contempla a participação dos consumidores de energia. Nesse sentido, o público universitário é um dos mais estratégicos para esse processo, pois se trata de um público formador de opinião no contexto dos núcleos familiares e da sociedade de forma geral.”, enfatiza o Assessor Adjunto de Gestão Institucional da ANEEL, Carlos Rodrigues. Outro ponto importante com a realização do curso de extensão é a sinergia entre a agência, o setor e a universidade. “Essa parceria com a ANNEL é super relevante estaremos ajudando o órgão a resolver problemas internos, questões tecnológicas, a resolver questões de processo da própria agência e, ao mesmo tempo apresentar o mercado de trabalho para os alunos”, completa Carla Bonato Marcolin, coordenadora do projeto e professora da FAGEN. Os cursos de extensão universitária são importantes para romper as barreiras da sala de aula aplicando teoria em necessidades reais e, fortalece a universidade além de atualização curricular. “Assim como os projetos de extensão, também os de pós-graduação tem a relevância de transferir conhecimento para a sociedade. Outro ponto importante é a aproximação com a população levando o conhecimento acadêmico para além dos muros da universidade. Nesse sentido, a FAU atua como o elo viabilizando esses projetos. Assim essas atividades podem levar transformação impactando, promovendo o desenvolvimento, a inovação, a cidadania e a conexão sociedade – universidade”, acrescenta a coordenadora de expansão da FAU, Nauara Cristina Gomes Vieira Viana. A faculdade de engenharia elétrica da UFU tem inúmeros projetos de inovação e prestação de serviços com concessionárias do setor. O projeto de extensão iniciado atende a interesse mútuo – academia e empresas do setor elétrico consolidando a execução descentralizada da ANEEL para execução de novos projetos. “Agora é a vez de entendermos a aplicação de novas tecnologias voltadas à sustentabilidade e alinharmos cada vez mais com as políticas públicas para nossas parcerias serem cada vez mais eficazes”, destaca o pesquisador Alexandre Cardoso, coordenador de projetos entre a FEELT/UFU e Eletrobras. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 15/07/2025 ás 15:02
Pesquisas UFU e Vale S.A. contribuem para fortalecimento da infraestrutura e segurança de ferrovias no Brasil

Professor Antônio Carlos, coordenador do grupo de pesquisas de Durabilidade e Avaliação Estrutural (DurAE), em uma das áreas de testes, apresentando dormentes de ferrovias que foram submetidos a ensaios de pesquisa. As pesquisas fazem parte da parceria com a Companhia Vale S.A., sendo o primeiro projeto encerrado no início deste ano. O objetivo da primeira pesquisa foi aprimorar o nível de confiabilidade, os procedimentos de fabricação e a durabilidade dos dormentes que compõem as ferrovias da empresa. Os resultados podem ser aplicados na infraestrutura ferroviária da Vale e replicados por outras companhias brasileiras. “O resultado do projeto interferiu em todo o setor. Alguns procedimentos de aquisição de elementos de ferrovia, como os dormentes, começaram a ser alterados. Ainda não houve a mudança normativa, mas o meio produtivo já está assumindo as recomendações e novos protocolos”, acrescenta o coordenador do projeto, prof. Dr. Antônio Carlos Santos. Os projetos são desenvolvidos pelo grupo de pesquisas de Durabilidade e Avaliação Estrutural (DurAE), da Faculdade de Engenharia Civil (FECIV) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). A empresa parceira investiu recursos para aquisição de novos equipamentos e para a contratação de alunos da UFU como pesquisadores, enquanto a universidade contribuiu com o potencial acadêmico e multidisciplinar. As pesquisas foram desenvolvidas pelo do coordenador e equipe do DurAE, no escopo da Cátedra Under Rail da Vale S.A., do qual ele é membro. A Cátedra reúne diversas instituições para desenvolverem pesquisas referentes à infraestrutura abaixo dos trilhos das ferrovias. A prioridade do Programa é encontrar melhorias e soluções de problemas específicos da Cátedra. A participação do coordenador do grupo DurAE, professor Dr. Antônio Carlos Santos, na Cátedra Under Rail da Vale S.A., eleva o nível de conhecimento e investimentos na Faculdade de Engenharia Civil da UFU, que passa a integrar um grupo de pesquisadores focados em um tema específico. Estrutura da estação experimental usada para ensaios em escala real. Com as pesquisas, e os investimentos direcionados pela empresa parceira na infraestrutura laboratorial, foi possível, por exemplo, construir uma estação experimental na Faculdade de Engenharia Civil. Na Estação foram instalados ambientes para testes em escala reduzida e em escala real de dormentes com condições controladas como temperatura umidade, tensão e capacidade de carga. “Essa escala de ensaio coloca a UFU em uma situação ímpar, dada a especificidade do ambiente para ensaios nessa escala. Aqui, podemos reproduzir as condições de desgaste que o setor metroferroviário enfrenta. Esse é um dos nossos diferenciais: fazer ensaios em escala real”, destaca o pesquisador. Com isso, a UFU também se destaca na formação de profissionais e novos pesquisadores. Os alunos têm acesso a experimentos apresentados na literatura e ampliam a capacidade de conhecimento que era oferecida somente em menor escala laboratorial. “Aqui temos a oportunidade de ir à ferrovia, visualizar a importância do que está se pesquisando e de aplicar isso na prática. E, ainda, nos relacionamos com pessoas do setor, o que, indiretamente, mostra novas oportunidades e amplia a possibilidade de entrarmos no mercado de trabalho”, destaca Laísy Meurer Piccini, pesquisadora contratada junto ao projeto com a Vale S.A. As pesquisas da parceria da VALE S.A., com a Universidade Federal de Uberlândia, fazem parte do volume de mais de 8 mil projetos gerenciados pela Fundação de Apoio Universitário (FAU) em seus mais de 40 anos de criação. Além da UFU, ela apoia outras 4 Instituições Federais de Ensino Superior em Goiás e Mato Grosso e o Hospital de Clínicas em Uberlândia. Além de auxiliar os pesquisadores na gestão financeira, a FAU busca novas ferramentas para otimizar a gestão de projetos desde nas áreas de pesquisa, ensino, extensão, pós-graduação e inovação em P&D para o fortalecimento da educação nas instituições apoiadas e a economia nacional. “A participação da FAU é relevante para o apoio e suporte e qualidade no atendimento junto à empresa, assim como para a efetivação e execução dos projetos junto ao DurAE”, destaca o professor Antônio Carlos. Os projetos em parceria com empresas oferecem também a possibilidade de promover relacionamentos interdisciplinares em vários níveis, envolvendo a graduação, pós-graduação e estágio pós-doutoral com pesquisadores de outras unidades acadêmicas na UFU ou mesmo outras instituições de pesquisa que participam dos projetos. “Vamos nos especializando ao longo da graduação, passamos a compreender melhor vendo acontecer, é outro nível de qualidade de ensino. Sem falar do nosso contato, aqui dentro da universidade, com outras áreas e outros níveis de conhecimento que a gente não fazia ideia”, completa Maria Eduarda Guedes Coutinho. Ela faz parte dos projetos desde a graduação como aluna em Iniciação Científica (IC) e atualmente é mestranda do Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil (PPGEC) da UFU. A parceria com a Vale S.A. teve início há cinco anos. Como resultado do reconhecimento das diferentes expertises da equipe, surgiram novas linhas de pesquisa e, com elas, outros projetos em desenvolvimento como, por exemplo, temas que envolvem aplicação de tecnologias no monitoramento do estado dos dormentes ao longo da ferrovia que, inclusive, já geraram patentes. Um outro exemplo das demais pesquisas, envolve o aproveitamento da areia, coproduto do processo de mineração, que já está disponível no mercado. O uso de tal areia oferece melhoria na qualidade de concretos para construção civil, com menor impacto ambiental aumentando a sustentabilidade na extração do minério. “A engenharia civil, particularmente, é uma engenharia do fazer, do sistema produtivo. Então, é importante que ela tenha um diálogo com a sociedade, com as empresas, manter essa prática de ouvir o meio e descobrir novas frentes”, completa o pesquisador Antônio Carlos coordenador do DurAE. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 03/07/2025 ás 15:09
FAU reúne apoiadores do Uberlandia Summit para um preview

Pré-Summit que reuniu os principais parceiros e apoiadores no auditório da FAU O Pré-Summit aconteceu no auditório da Fundação, onde os principais parceiros apresentaram um pouco do que levarão para o evento que acontecerá em outubro (01 e 02) deste ano que tratará da Educação que Inova, Empreendedorismo que transforma. O Uberlândia Summit já tem a participação da FAU desde a primeira edição há 3 anos. A primeira grande mudança apresentada foi a realização em um espaço maior para comportar mais estilos de apresentações durante os dois dias de evento. A programação vem recheada de temas ampliados pela própria comunidade do ecossistema de inovação. A diversificação buscará integrar eventos importantes como o 3º Fórum de Gestão, a 3ª INOVATEC – Feira de Tecnologia e Inovação de Minas Gerais, e ainda um Show Room do Empreendedor Digital e as dinâmicas para apresentar os mais variados temas em espaços que serão denominados como “Arenas do Conhecimento”. “O que desejamos com esse preview é integrar nosso espaço ao que o ecossistema precisa. A FAU está buscando fortalecer com novos ambientes que possam unir os atores, engajar, inspirar e aquecer o ecossistema empreendedor, com um olhar atento à educação e formação profissional, dois pilares fundamentais da transformação social e econômica que todos nós buscamos. E, nada melhor que já provocar neste preview para potencializar o que está por vir em outubro no Summit”, disse Rafael Visibelli, diretor da FAU. O Preview FAU | Uberlândia Summit 2025 passou a ser o evento oficial de pré-lançamento do que é atualmente a maior conferência de inovação, tecnologia e negócios do Triângulo Mineiro. Ainda durante a semana foi apresentado à sociedade e parceiros da FAU o novo programa para o Hub de Inovação da Fundação. Incluindo o COÉ, coworking com salas de reunião, espaço para rodada de negócios, além do auditório. A estrutura interligada faz parte das estratégias de conexões, com o objetivo de ampliar as parcerias entre empresas, Universidade Federal de Uberlândia no ecossistema, se transformando em novo ambiente facilitador de inovação na cidade. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 20/06/2025 ás 12:17
FAU participa de eventos pela inovação e se fortalece como ambiente de conexões dentro do ecossistema

Segundo Fórum do Pacto pela Inovação, na UFU reunindo mais de 40 atores do ecossistema em Uberlândia em um dos maiores movimentos já realizados no município. A Fundação de Apoio Universitário (FAU) consolida-se como ambiente de conexões no ecossistema de inovação de Uberlândia, participando ativamente de iniciativas que impulsionam o desenvolvimento da região. Na última semana, a Fundação marcou presença em dois eventos-chave: o 2º Fórum pelo Pacto da Inovação, na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), e no encontro sobre edital de fomento à inovação, realizado em seu próprio auditório. Pacto pela Inovação O encontro aconteceu na reitoria da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), durante o 2º Fórum pelo Pacto da Inovação no último dia (11), onde mais de 100 representantes do ecossistema de inovação da cidade se reuniram em discussões temáticas. “O Pacto pela Inovação é uma proposta de movimento de articulação e eficiência na realização de projetos transformadores e com amplo impacto para a Uberlândia. Trata-se de uma iniciativa ambiciosa que visa criar condições para que a cidade se transforme no principal polo de inovação do interior do país”, explica Ferdinando Kum um dos líderes do ecossistema de inovação de Uberlândia. Durante 4 horas de trabalho, os participantes dividiram-se em grupos temáticos para elaborar projetos estratégias de curto, médio e longo prazos, baseadas em macrodesafios definidos no Fórum anterior. A FAU integrou dois grupos; o de ambiência para inovação que, entre outros itens discutiu por exemplo, a constituição de alianças para maior integração dos principais espaços de inovação, otimizando esforços para evitar ações competitivas e aceleração regional com grandes parcerias. E, do grupo “Redes, Colaboração e Tríplice Hélice”, modelo de inovação envolvendo universidade-academia, indústria e governo, interagindo em favor da promoção do desenvolvimento por meio da inovação e do empreendedorismo. O Pacto pela Inovação é um movimento estratégico que busca conectar empresas, instituições de ensino, startups e o poder público, com foco no desenvolvimento sustentável, na inovação e na inclusão social em Uberlândia e região. O Pacto da Inovação é formado por 5 macrodesafios: o de redes e colaboração-tríplice hélice, o da educação empreendedora e cultura da inovação, o que trata da formação, retenção e atração de talentos o que trata de capital, financiamento e atração de investimentos e o que trata da ambiência para inovação. Bruno Araújo, secretário executivo do Estado no auditório da FAU na apresentação do edital Compete Minas. FAU sedia encontro sobre recursos para inovação E, na última segunda-feira (09), o auditório da FAU recebeu um evento organizado pela Prefeitura de Uberlândia para divulgar o edital da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), voltado para micro, pequenas, médias e grandes empresas mineiras. Ele faz parte do Programa Compete Minas que disponibilizará mais de R$ 50 milhões, de recursos não reembolsáveis para o desenvolvimento de projetos inovadores em parceria os Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTIs). O edital, disponibilizado no site da FAPEMIG, estará aberto para submissão eletrônica de projetos até 09/07/2025. “É importante entender que a UFU, com sua pluralidade, tem participação importante para a sociedade e vai fazer a diferença com empresas que estão aqui tão perto de nossos laboratórios. Participamos do ecossistema construindo pesquisa e entregando valor, não apenas pesquisa de prateleira”, destaca o professor da Faculdade de Engenharia Elétrica da UFU, pesquisador Alexandre Cardoso. A apresentação das regras do edital foi feita pelo secretário executivo de desenvolvimento econômico, Bruno Araújo, estreitando o relacionamento com o investidor da cidade. Estiveram presentes micro e grandes empresários de diversos setores da cidade que, pela primeira vez, ouviram sobre o edital que oferece recursos a partir de R$ 500 mil para desenvolverem produtos, serviços ou processos inovadores. “Saímos da bolha dos centros de pesquisa para levar oportunidades a empresários de todos os portes. Aqui, eles puderam tirar dúvidas e entender como participar e nos colocamos à disposição para eles nos procurarem para mais esclarecimentos, temos equipes para esse atendimento”, destaca o secretário executivo do Estado, Bruno Araújo. O edital está disponível no site da FAPEMIG até o dia 9 de julho. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 18/06/2025 ás 15:36
FAU se une às Fundações do Sudeste para discutir novas propostas de gestão e aumentar a participação das fundações junto à sociedade

Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU apresentando “Formas Alternativas de Financiamento para Fundações”, no IV Encontro de Fundações de Apoio do Sudeste O IV Encontro das Fundações do Sudeste, realizado semana passada (29,30) em Belo Horizonte, chamou a atenção para os 50 anos da Fundação de Apoio da UFMG (Fundep). Participaram 62 Fundações, elas levaram seus gestores dos principais setores com o objetivo de trocarem experiências. Além de discutirem desafios, apresentaram soluções, abordaram responsabilidade social e governança (ESG) para ambientes mais saudáveis, e falaram sobre sustentabilidade financeira, transformação digital e aprimoramento dos serviços prestados pelas fundações. A participação da FAU foi sobre novas formas alternativas de financiamento para fundações. O diretor executivo da Fundação, Rafael Visibelli, apresentou os principais desafios vencidos e as estratégias mais recentes da FAU para superar mudanças legais e ampliar a autonomia com maior participação no ecossistema de inovação de Uberlândia. Ele destacou o programa de otimização dos espaços da sede da FAU, que, por meio de ocupação compartilhada, abriga outras 7 instituições. Esse modelo de gestão gerou, em 2024, R$ 510 mil em receita própria. Outra iniciativa foi a criação do espaço COÉ, um ambiente de coworking para o posicionamento estratégico no ecossistema de inovação de Uberlândia, visando ser o futuro hub de inovação e somarão ao Centro Empresarial pelos ambientes compartilhados. “Estamos nos inserindo de forma cada vez mais ativa no ecossistema de inovação e buscamos nos consolidar como um elo estratégico entre as instituições que apoiamos e iniciativas inovadoras”, acrescenta Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU. Também foram apresentados outros dois projetos de sucesso da Fundação: o “Café Porandú”, que unimos cafeicultores do Cerrado, pesquisadores e parceiros como SEBRAE, FAPEMIG e MCTI para desenvolver um produto com inteligência artificial e sequenciamento genético; e o programa de cursos próprios, com landing pages, captação. “Com este case de sucesso criamos um modelo replicável para outras fundações e, estamos constantemente testando novas frentes, como eventos, serviços especializados e parcerias estratégicas”, completa o diretor da FAU. Instituições de Ensino Superior também apresentaram programas de sucesso. A coordenadora do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da UFMG, falou sobre as mudanças regulatórias em ciência e Tecnologia. Juliana Crepaldi apresentou as principais estratégias para as parcerias com as fundações de apoio e sucesso para a realização de transferências de tecnologia para a sociedade. No âmbito do ecossistema, foram discutidos os caminhos e vantagens do NIT misto e as transformações importantes no seu Marco Legal. “É importante termos um Marco Legal dentro das nossas instituições, como o NIT, a Fundação de Apoio e um parque tecnológico para conseguirmos avançar nos resultados e, termos a excelência na nossa gestão. Por isso, além de um núcleo de inovação dentro da universidade, são importantes termos as fundações de apoio próximas”, destacou Juliana Crepaldi, na abertura do encontro, coordenadora do NIT UFMG. O presidente do Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (Confies) professor Antônio Fernando Queiroz, enfatizou a importância do conselho que reúne as várias fundações de apoio das universidades e das ICTs. Recentemente, o (Confies) recebeu o selo de Apoiador Institucional do Programa Pacto Brasil pela Integridade Empresarial da Controladoria Geral da União, (CGU). “Esse selo, além de significar mais responsabilidade para todos nós, por nos conferir um papel estratégico para a divulgação desse importante programa, nos insere ainda em uma agenda de integridade relacionada a um setor fundamental para o desenvolvimento econômico e social do país. Estaremos discutindo, neste evento, temas para o desenvolvimento social, científico e tecnológico da nação”, destacou o presidente do Confies Antônio Queiroz, na abertura do encontro. Ao todo, foram mais de 300 participantes que se revezaram nas 13 mesas temáticas em dois dias de encontro. No caso da sustentabilidade econômica, apresentada pelo diretor da FAU, a fonte para novos recursos foi a otimização dos ativos da Fundação. “A experiência da FAU mostra que é possível inovar sem perder o vínculo com a missão institucional. Reduzimos nossa dependência de recursos públicos, ganhamos mais resiliência frente às incertezas político-econômicas e passamos a reinvestir mais em pessoas, estrutura e inovação”, conclui Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 06/06/2025 ás 15:34