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UFU conquista edital para executar pesquisa na Bacia do rio Araguari

Cachoeira do Mandaguari, município de Indianópolis em área de preservação e de turismo. Imagem: Giovana Leonel (Geóloga pela UFU) Os estudos foram demandados por meio de Chamada Pública Nacional, pela Diretoria Executiva da Associação Multissetorial de Usuários de Recursos Hídricos de Bacias Hidrográficas (ABHA), do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Araguari, para atender orientações do Plano Plurianual de Aplicação (PPA) 2022/2024. O edital busca o desenvolvimento de pesquisas para diagnóstico, análise da capacidade de exploração, impactos ambientais e qualidade da água do rio Araguari, na região do Triângulo Mineiro. A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) venceu o edital ABHA 2024 com um projeto institucional que envolverá diferentes Unidades Acadêmicas. Participam as Faculdades de Engenharia Civil (FECIV) e Engenharia Mecânica (FEMEC) e os Institutos de Química (IQ) e de Geografia, Geociências e Saúde Coletiva (IGESC). A aprovação do edital fortalece a capacidade de conhecimento da UFU em inovação e desenvolvimento de produtos para a área de recursos hídricos. “Além disso, vai permitir maior parceria entre as Unidades Acadêmicas, sendo a maior importância institucional desse projeto”, completa o professor pesquisador Marcio Ricardo Salla, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil da UFU. O aporte financeiro do edital será de cerca de R$ 400 mil em bolsas de iniciação científica, de mestrado e de doutorado, com gestão da Fundação de Apoio Universitário (FAU) e com vigência de dois anos. O projeto é constituído por 3 subprojetos, coordenados pelos professores pesquisadores da UFU. “Além dessa união, o grupo está se dispondo a resolver ou atuar num tema que é muito importante para o Brasil. Tem tudo a ver com sustentabilidade, então é fundamental realizar pesquisas relacionadas aos recursos hídricos”, destaca o professor pesquisador Arthur Fiocchi, da FEMEC. O primeiro subprojeto será coordenado pelo docente Alan Silveira do IGESC, que avaliará a suscetibilidade erosiva de solos em sub-bacia hidrográfica; o segundo, coordenado pelo pesquisador Marcio Ricardo Salla, da FECIV, objetiva avaliar a capacidade de suporte da bacia hidrográfica, que terá também a participação dos docentes pesquisadores Vanderlei de Oliveira Ferreira do IGESC e Carlos Eugênio Pereira da FECIV. Já o terceiro projeto será realizado em parceria entre a FEMEC e Instituto de Química. O subprojeto surgiu da necessidade de desenvolver ferramentas de precisão para análise da água coletada. “Vamos fabricar um sensor que será feito por impressão 3D, manufatura aditiva, de metal, com tecnologia desenvolvida por nós, em uma mini máquina nossa, que está em nosso laboratório. Tudo desenvolvido pela gente; hardware e software”, completa, Arthur Fiocchi, pesquisador da UFU. A Bacia do rio Araguari é uma das mais importantes do estado de Minas Gerais, ela abastece a uma população de quase 1 milhão e 200 mil habitantes de 20 municípios; Araguari, Araxá, Campos Altos, Ibiá, Indianópolis, Iraí de Minas, Nova Ponte, Patrocínio, Pedrinópolis, Perdizes,Pratinha, Rio Paranaíba, São Roque de Minas, Sacramento, Santa Juliana, Serra do Salitre, Tapira, Tupaciguara, Uberaba e Uberlândia. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 06/12/2024 às 17:19

FAU se destaca em Congresso Nacional com “Prêmio Boas Práticas de Gestão”

A premiação aconteceu durante o Congresso do Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (CONFIES), realizado entre os dias 27 e 29 de setembro em Brasília, na sede da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec). A FAU concorreu com 29 Fundações e se destacou ao conquistar o Prêmio Boas Práticas de Gestão em duas modalidades. No tema; “Automação para otimização de processos bancários”, ela conquistou o terceiro lugar. E, com o “Programa de Saúde e Bem-Estar”, a FAU ficou em primeiro lugar. Os prêmios foram anunciados e entregues pelo presidente do CONFIES professor Antônio Fernando de Souza Queiroz. O programa de Saúde e Bem-Estar foi o mais recente implementado em setembro deste ano pela FAU. O programa de Saúde e Bem-Estar coloca na agenda de atividades da FAU, palestras com temas de relevância nacional e internacional e ações voltadas à promoção da saúde e à prevenção de doenças. Além das discussões o Programa implementou, para os colaboradores diretos, vários serviços voltados à manutenção da saúde, bem estar e prevenção de doenças. Na infraestrutura da sede foram feitas intervenções para a reestruturação dos ambientes de trabalho com ajuste de cores, iluminação e layout interno para oferecer conforto emocional e estímulos positivos. “O programa de saúde e bem-estar tem trazido vários benefícios pra nós colaboradores, como por exemplo, o aplicativo dedicado ao exercício de atividades físicas que tem me ajudado na frequência de academias ou atendimentos de terapia quando precisamos de apoio específico”, acrescentou Ana Júlia, analista do setor de projetos da FAU. Já o programa de automação (finbot) foi implementado para otimização dos processos bancários. Ele foi desenvolvido em pyton, para manter a segurança das operações e atender ao aumento no volume de contas sob gestão da Fundação. Atualmente a FAU gerencia cerca de 1200 contas bancárias, além de 2400 extratos de contas-correntes e de investimentos inseridos por mês. “O finbot foi criado para extrair informações do gerenciador financeiro do Banco do Brasil, parceiro da FAU, e se destaca pela inovação ao abordar um tema específico das Fundações de Apoio. Dessa forma, surge a necessidade de automatizar processos repetitivos se tornou mais evidente e urgente”, completa Diogo J. Penha gerente do setor de TI da FAU. Desde 2022 a direção executiva da FAU tem se dedicado na implementação de processos e programas para auxiliar na execução de tarefas internas e para o atendimento ao público. A Fundação completará em dezembro 43 anos de criação, já superou os 10 mil projetos gerenciados envolvendo mais de R$ 10 bilhões captados atendendo a 6 Instituições de ensino superior e ao hospital de Clínicas da UFU/ EBSERH. A premiação já é tradicional e acontece durante o Congresso Nacional do Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (CONFIES). A FAU de destacou por conquistar o Prêmio em duas modalidades. Ano passado a Fundação se tornou a primeira credenciada pela UFU a receber o prêmio Boas Práticas. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 04/12/2024 às 11:20

FAU instala “Sala da inovação, educação e empreendedorismo”, no Uberlândia Summit, para professores da UFU

Pesquisadores da UFU no stand da FAU no Uberlândia Summit Foto: mídia própria – FAU A Fundação de Apoio Universitário (FAU) participou do Uberlândia Summit deste ano, consolidando a presença no ecossistema de inovação com o stand “Sala da Inovação Educação e Empreendedorismo”.  Durante os dois dias do evento (26 e 27), realizado no Center Convention Uberlândia, o estande recebeu pesquisadores, investidores e o público em geral, todos engajados na discussão sobre o futuro da inovação. O objetivo foi conectar a comunidade acadêmica com a sociedade e apresentar às empresas a capacidade tecnológica da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). “Nesse contexto, esse momento aqui, traz um brinde com essa aproximação. O que a FAU está fazendo, por meio da participação no Uberlândia Summit, tem de ser tomado como um bom exemplo para propiciar para a universidade, para o setor industrial, o setor produtivo, o setor de prestação de serviços uma sinergia muito maior no sentido de fazer com que a coisa aconteça, e que essa modificação atinja a sociedade. E, a universidade como protagonista dessa modificação social. Daqui já estão saindo algumas agendas” destaca Alexandre Cardoso, pesquisador da engenharia elétrica da UFU. Nos dois dias de evento também aconteceram painéis com pesquisadores sobre o futuro da inovação, com empresários apresentando necessidades de solução, e rodada de negócios. “É fantástica essa questão, porque é uma ligação que se faz com quem está na academia fazendo pesquisa com as pessoas que vão utilizar essa nova tecnologia. Então, é uma questão que você desenvolve um projeto e vê a prática dele funcionando”, completa José Alves, presidente da Fiemg regional Vale do Paranaíba. Entre os projetos apresentados no stand, foi o “Da semente à xícara” que originou a marca Porandu de café especial. Fruto de uma parceria com pequenos produtores da região de Patos de Minas, o projeto elevou a qualidade do produto, abrindo portas para os mercados nacional e internacional. A FAU, em parceria com os pesquisadores apoia a divulgação do projeto em feiras e eventos, atraindo mais investidores para as pesquisas desenvolvidas na UFU.  “Eu venho porque gosto de fazer negócios em Uberlândia, acho um ambiente extremamente próspero. E aqui eu destaco, dentro das propostas da FAU, esse projeto do café que fez a união entre a pesquisa e o desenvolvimento de negócios, estou impressionado”, destacou Júnio Magella CEO de startup de Belo Horizonte. Completando as atividades, voltadas para o ecossistema da inovação, representantes da sociedade, empresários de diversos setores da economia e Instituições de ensino assinaram o Pacto pela Inovação para a cidade de Uberlândia. O professor Marcio Magno, pró-reitor de Gestão de Pessoas da UFU, representou a universidade na assinatura do documento. O pacto visa a gerar parcerias e recursos para transformar Uberlândia em um polo de inovação do interior do país, fomentando projetos inovadores com impacto econômico e social. O que se espera é desenvolver cada vez mais projetos de inovação tecnológica empreendedores e de transformação econômica e social. “A participação da Universidade Federal de Uberlândia no Pacto pela Inovação vai além da formação de talentos e da produção científica. A UFU é uma peça-chave no ecossistema de inovação de Uberlândia, oferecendo estruturas como a Incubadora de Empresas e o TecnoUFU – atualmente em construção –, que são fundamentais para o desenvolvimento de negócios inovadores. Essas iniciativas conectam pesquisa acadêmica com empreendedorismo, criando um ambiente propício para o surgimento de soluções que impactam positivamente a cidade e toda a região. É essa sinergia entre academia, negócios e sociedade que impulsiona o futuro da inovação em Uberlândia”, completa Ferdinando Kun, líder de comunidade e desenvolvedor de ecossistema de inovação no UberHub (ecossistema de inovação e startups da UFU). Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 02/12/2024 às 11:55

Deep tech, startups, inovação de processos e atualização de Leis foram temas explorados por pesquisadores da UFU em evento realizado em São Paulo

Missão de pesquisadores da UFU e profissionais do ecossistema de inovação de Uberlândia, no Summit Deep Tech, em São Paulo A missão multidisciplinar, composta por pesquisadores, de diversas áreas do conhecimento, envolvidos em pesquisas com indústrias nacionais, incluiu também representantes da incubadora de novos negócios da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e do Parque Tecnológico. O Summit Deep Tech ocorreu nos dias 12 e 13 deste mês, em São Paulo. As Deep Techs são startups que validam estudos científicos por meio de experimentos e patentes, lidando, entre os principais conteúdos problemas como; o tratamento de doenças, mobilidade, aquecimento global e desenvolvimento industrial. A Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com o apoio da FAU, esteve entre as 24 universidades participantes do evento. “Participar do Deep Tech Summit foi uma experiência ímpar. Por se tratar de um tema altamente específico e dinâmico, não havíamos tido acesso recente a dados tão atualizados sobre inovação e seu impacto nos mercados globais”, destacou Renata Rodrigues, gestora do Parque Tecnológico da UFU. O Deep Tech Summit reuniu mais de 100 startups em dois dias de painéis, palestras e masterclasses. Os temas abordados incluíram a elaboração de pedidos de patente, a captação de investimentos nacionais e internacionais, e a legislação relacionada à proteção da inovação, transferência de tecnologia e o papel de pesquisadores com dedicação exclusiva e foco no empreendedorismo. A UFU esteve entre as 24 universidades apoiadoras, representando todas as regiões do país. “O que eu acho mais importante de um evento de Deep Tech é o que tem por trás da definição ‘Deep Tech’; que são empresas que visam resolver grandes desafios, são empresas que são fundamentadas nas universidades, em pesquisas acadêmicas, envolvendo várias pessoas para resolver grandes problemas e consequentemente gerar bastante retorno para a sociedade.” Completa Arthur Fiocchi, pesquisador da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEMEC-UFU) da área de manufatura avançada e novos materiais. O evento foi o primeiro a apresentar um mapa das startups Deep Techs no Brasil, com mais de 870 startups que desenvolvem pesquisa na fronteira do conhecimento. Dessas, 65% estão localizadas no Sudeste. Quanto ao perfil dessas startups, 70% estão em fase de desenvolvimento tecnológico, e 50% são biotechs direcionadas ao agronegócio ou à saúde. No que se refere a investimentos em inovação tecnológica de ponta, 70% das Deep Techs que captaram mais de R$ 5 milhões usaram recursos públicos. Por fim, analisando os setores econômicos que mais utilizam esse modelo de startup, o setor da saúde humana lidera com quase 33% da demanda por inovação, seguido pelo agronegócio e saúde animal (29%) e pelo setor químico e de novos materiais, quase 10%. “O evento proporcionou um ambiente de aprendizado e conexão entre diversos atores do ecossistema nacional de inovação, abordando temas cruciais como a interação entre ICTIs e empresas, incentivos fiscais e linhas de crédito, o cenário das Deep Techs no Brasil, estratégias de internacionalização e inovação corporativa. A experiência fortaleceu o nosso compromisso com o desenvolvimento do ecossistema local e inspirou novas ações para impulsionar e incentivar pesquisadores a promoverem inovação no país”, completa Karyne Juste agente de inovação do Programa ALI Ecossistemas do Sebrae Minas, que também fez parte da Missão. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 25/11/2024 às 17:00

FAU e Colégio Nacional preparam proposta de programa para soluções de problemas da sociedade

O projeto realizado pelo Colégio Nacional completou 10 anos e já tem parceria da Faculdade de Gestão de Negócios da UFU A parceria entre a Fundação de Apoio Universitário (FAU) e o Colégio Nacional busca transformar o aprendizado dos alunos do primeiro e segundo anos do ensino médio. A proposta, discutida em reunião, realizada semana passada (07) na FAU, foi a criação de um programa de extensão voltado à Educação Empreendedora. O modelo discutido terá como ponto de partida a colaboração já existente com a Faculdade de Gestão e Negócios (Fagen) e empresas juniores da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) com o Colégio. O projeto do Colégio Nacional completou dez anos e há dois conta com a mentoria de alunos da Fagen. “O projeto, além da possibilidade de gerar impacto social, possibilita aos alunos desenvolverem habilidades empreendedoras requeridas no mercado como capacidade de resolver problemas, criatividade, cooperativismo, autonomia e comprometimento além de promover a troca de saberes entre gerações; estas são apenas algumas das razões para colocarmos a inovação como técnica de aprendizado. Ela promove o protagonismo dos alunos no processo de aprendizagem e oferece alto potencial de aplicabilidade; por isso queremos levar para outras unidades acadêmicas”, acrescenta Michelle de Castro Carrijo, professora da Faculdade de Gestão de Negócios (Fagen), corresponsável pelo projeto. A Fagen já está no segundo ano de parceria. “Empreender vai além da abertura de um novo negócio, você pode empreender em negócios já existentes, e é isso que as empresas buscam em um colaborador hoje em dia” – que é o intraempreendedorismo”, completa a professora da UFU. O projeto do Colégio, “Mentoria Naça”, busca estimular e orienta os alunos do ensino médio a desenvolverem soluções para problemas da sociedade. Eles identificam temas das áreas de TI, assunto bastante disputado, até às questões sociais, ambientais, de mobilidade urbana e da própria educação. Um dos protótipos de empreendedorismo e inovação que chamou a atenção, foi o que observou a falta de mão de obra qualificada para o mercado da gastronomia. Os alunos do ensino médio buscaram parceria com os institutos de formação profissional do setor, para terem a infraestrutura e, com mentoria dos alunos da UFU, conectaram com jovens vocacionados na área para iniciação técnica. O “Mentoria Naça” já chamou a atenção de empresas Juniores da UFU, que vão participar da final da seleção dos projetos desde ano, para poderem ser mentorados e ajudar a transformar os protótipos em produtos para o mercado. Pela Universidade, os alunos que estão realizando disciplinas de plano de negócios, por exemplo, poderão aplicar o conhecimento adquirido em sala. “Esse projeto do Nacional, de criar a cultura empreendedora e lideranças inovadoras, está dentro do que estamos atuando. E, levar nossos membros com planos de negócios para contribuir com os alunos do ensino médio a crescerem vai ser importante para todo mundo”, destaca Maria Eduarda Resende Nascimento, presidente da empresa Júnior Apoio Consultoria. “Nós estamos construindo pontes entre a academia e a sociedade, criando soluções com potencial para transformar o mercado; esse é um dos papeis da FAU. Estamos cada dia buscando mais parcerias e conexões com a sociedade, que reforçam o nosso compromisso com o futuro e com a inovação.  Sem falar que esse projeto do Nacional, que além de atrair mais alunos para a Universidade, vai colaborar na redução da evasão, gerando o propósito empreendedor desde a graduação”, completa Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU. Só este ano, o projeto do Colégio impactou 10 mil pessoas direta ou indiretamente, envolveu cerca de 100 alunos dos primeiro e segundo anos do ensino médio. Na elaboração de propostas, o projeto beneficiou 22 squads com mentores do ensino superior, envolvendo 40 estudantes dos cursos de administração, gestão da informação e arquitetura da UFU. “O que fazemos é muito impactante e queremos levar para escolas públicas, é o aprendizado gerando aprendizado que promove o fortalecimento da universidade e da sociedade. Sem falar que podemos, juntamente com a UFU, alavancar o que já vem sendo desenvolvido na extensão e essa parceria pode dar um salto na educação, na economia e dele sair muitos produtos e fortalecer nossa sociedade”, completa Tomé de Freitas Caires, consultor pedagógico do Colégio. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 18/11/2024 às 14:58

Pesquisadores da UFU e representantes do Parque Tecnológico buscarão empresas para projetos de inovação na fronteira do conhecimento

Universidade Federal de Uberlândia, Campus Santa Mônica Imagem: Milton Santos – Dirco UFU Estar na frente e conectado com a indústria para atender a necessidade da sociedade com projetos na fronteira do conhecimento científico. Estes são os principais objetivos de um grupo multidisciplinar com pesquisadores que vão participar, mês que vem, do evento voltado para Startups deep techs, que buscam tecnologias de ponta com capacidade de transformação de setores e de negócios. “A participação do TecnoUFU no evento DeepTech em São Paulo visa destacar seu papel essencial: ser elo entre a academia e o setor produtivo, criando oportunidades valiosas para o fortalecimento de colaborações estratégicas”, destaca Renata Rodrigues gestora do Parque Tecnológico da UFU. A Universidade Federal de Uberlândia, com o apoio da FAU, está entre as 24 Universidades presentes no evento. A Missão multidisciplinar é formada por profissionais da área de propriedade intelectual e registro de patentes, de comunicação, do parque tecnológico, da incubadora de novos negócios e pesquisadores que já desenvolvem projetos de PD&I com indústrias na área de saúde, de novos compósitos (materiais como o grafeno), apoiados pelo Governo Federal, em parceria com a Embrapii, Agências de fomento e até a Petrobras. “É muito importante essa ação da UFU em levar, para o Summit Deep Tech, um grupo de pesquisadores. E, também de representantes do Parque Tecnológico, da Universidade se mobilizando nesse aspecto de inovação da UFU, o que demonstra um entendimento desse ecossistema oferecido pelo Deep Tech. Destaco ainda o fato de os pesquisadores da UFU já terem, por lá, toda a dinâmica de construção de projetos via Embrapii, com Petrobras e outras empresas”, disse Lucas Delegado, um dos organizadores do evento. Também faz parte da Missão da UFU uma agente de inovação do Programa ALI Ecossistemas do Sebrae Minas, Karyne Juste acompanha o desenvolvimento do ecossistema de inovação aberta que vem sendo implantado em Uberlândia desde 2022. “É gratificante ver a união de atores-chave do nosso ecossistema, como a UFU, FAU e SEBRAE, em prol de iniciativas que fortalecem a nossa região. Temos trabalhado intensamente com as ICTIs e instituições de ensino da cidade para promover ações que aproximem ainda mais a academia da indústria. Esta missão, em especial, levará importantes agentes de inovação do nosso ecossistema para conhecerem o que há de melhor no Brasil em Deep Techs, para entender como elas estão transformando pesquisas acadêmicas em modelos de negócios que atendem tanto o mercado interno quanto o externo.”, relata Karyne Juste, agente de inovação do Programa ALI Ecossistemas do Sebrae Minas. O evento chamado de Summit Deep Tech; esforço nacional pela nova indústria deve reunir mais de 100 startups, empresas investidoras, academias e indústrias, a expectativa é colocar todos no mesmo ambiente e em dois dias ampliar a conexão em favor da neoindústria nacional. É considerado o principal festival de inovação tecnológica, deste ano, focado em empresas nascentes inovadoras que objetivam fornecer soluções tecnológicas baseadas em conhecimentos científicos. “Estamos certos de que este será um espaço privilegiado para a interação com líderes do setor, contribuindo para o fortalecimento do ecossistema de inovação. As discussões e conteúdos apresentados no evento serão fundamentais para impulsionar o desenvolvimento de tecnologias e materiais essenciais ao futuro da indústria brasileira, consolidando o TecnoUFU como um ator estratégico neste cenário transformador”, completa Renata Rodrigues do Parque Tecnológico da UFU, representante do Parque Tecnológico. O evento, Summit Deep Tech acontecerá em novembro https://emergebrasil.in/deep-tech-summit-2024/ Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 31/10/2024 às 11:08

Nova Campanha de envolvimento com a sociedade muda a rotina na FAU

Levar alegria e esperança para crianças que são assistidas por Organização Social de Uberlândia. A Fundação de Apoio Universitário (FAU) lançou uma nova campanha que trouxe alegria e esperança para crianças assistidas por uma organização social de Uberlândia. A participação de movimentos sociais, tanto em Uberlândia quanto nas cidades onde a FAU tem parcerias com Instituições Federais de Ensino Superior, faz parte do novo planejamento estratégico da Fundação. Este ano, diversas ações foram realizadas com entidades de classe que promovem o desenvolvimento econômico, social e a divulgação científica. A Campanha para o dia das Crianças foi a novidade na movimentação interna. Durante duas semanas, os colaboradores se dedicaram intensamente à Campanha. Todas as equipes, de diferentes setores, participaram desde a organização até à arrecadação de brinquedos. A Campanha contagiou não apenas os colaboradores, mas também os prestadores de serviço, que juntos reuniram mais de 100 itens. “A escolha da instituição, que vai fazer a doação foi sugestão do departamento de recursos humanos, que já tem contato com a instituição Projeto Amarelo 034. “Na verdade, a gente tem famílias cadastradas com a gente, que a gente consegue ajudar semanalmente, mensalmente, desde pagar uma conta de luz até fralda geriátrica. Então, nós somos um projeto, só não somos ONG com CNPJ e tudo mais. Temos voluntários em diferentes campanhas, como a do agasalho e da alimentação para pessoas em situação de rua”, explica Vinicius Aleixo, colaborador do projeto. Para a doação realizada pelos colaboradores e prestadores de serviços da FAU, o Projeto Amarelo 034 fez uma festa infantil para as crianças de uma instituição do bairro Dom Almir, na cidade de Uberlândia. “A gente faz esse projeto há cinco anos, fazemos as ações pontuais de Natal, Dia das Crianças, das mães, dos pais. E, arrecadamos cestas básicas, e kits de limpeza, de higiene, para encaminhar para as famílias cadastradas para ajudar a suprir as necessidades delas”, completa Vinícius. Projeto Amarelo 034 nasceu durante a pandemia, em meio a uma crise psicológica vivida por uma família de Uberlândia que se sentia entediada com o isolamento. “Sabe aquele dia que a gente acorda inquieto, várias ideias na cabeça, querendo fazer algo, mas não sabe nem por onde começar? Pois é, foi assim que tudo começou”, conta Vinicius Aleixo, colaborador do projeto. A realização da Campanha valeu como experiência, e já tem planejamento para novas mobilizações com outros temas, entre os colaboradores da FAU. “Esse desejo de fazer o bem ao próximo, aliado ao sentimento de pertencimento e a oportunidade de contribuir, especialmente para crianças, foi fundamental para o sucesso da Campanha”, completa Gabriela Matos, psicóloga analista de talentos humanos da FAU. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 14/10/2024 às 14:00

Programa focado em saúde e bem-estar da FAU inclui Setembro Amarelo nas ações internas

Foi a primeira vez que o auditório da FAU é aberto para tratar sobre suicídio. A proposta para incluir o tema do Setembro Amarelo é parte de uma série de atividades que vem sendo tomadas pelo setor de recursos humanos, da Fundação, para melhorar a qualidade de vida dos colaboradores. As palestras têm como objetivo quebrar tabus, reduzir estigmas e estimular as pessoas a falarem sobre o tema, além de buscar e oferecer ajuda. “Esta foi a primeira palestra sobe o assunto, percebemos que deu uma boa mexida, tivemos alguns colaboradores que se emocionaram e choraram durante a palestra. Sabemos que o tema ainda é visto como tabu, e as reações que observamos mostraram que foi experiência positiva e bem recebida. A palestra foi apenas uma parte de um conjunto maior de ações do programa”, acrescenta Rafaella Silva Machado, gerente de recursos humanos da FAU. O programa é denominado Saúde e Bem-estar, além de incluir palestras temáticas de âmbito nacional e internacional voltadas à promoção da saúde e à prevenção de doenças, teve o acréscimo de diversos serviços específicos para os colaboradores. O layout interno foi modificado, criando núcleos e ajustando a iluminação para oferecer conforto emocional e estímulos positivos. Recentemente foi inaugurada uma “sala de descompressão”, equipada com espaços para descanso e entretenimento, além da introdução de uma escala para trabalho híbrido. A FAU também contratou uma psicóloga para reforçar o Programa de Saúde e Bem-Estar. Entre as atividades que ela desempenha, está a oferta de apoio por meio de escuta ativa, à disposição dos colaboradores para suporte pessoal e profissional. “Neste caso, além do apoio da nossa psicóloga, podemos também intervir com encaminhamentos, se necessário. Além disso, implementamos outras melhorias, como uma plataforma digital que oferece apoio para atividades físicas, orientação nutricional, avaliação da qualidade do sono e também questões voltadas à saúde da mulher e sessões de terapia com psicólogos. Temos recebido feedbacks bastante positivos sobre essas ações”, disse Rafaella. Recentemente o Workforce Institute da UKG, publicou relatório de pesquisa mundial sobre a influência da saúde mental no trabalho. O resultado apontou que 60% dos colaboradores afirmaram queda no rendimento associada a problemas emocionais. O estudo revelou que trabalhadores felizes são, em média, 31% mais produtivos e três vezes mais criativos. Atualmente a FAU conta com cerca de 110 colaboradores, dos quais 40 deles atuam diretamente na Fundação e outros 70 estão alocados nos laboratórios da Universidade Federal de Uberlândia. “Nós também acompanhamos esses colaboradores externos e estamos empenhados em expandir o programa, levando ações específicas para os laboratórios. Nosso foco é, sobretudo, realizar as palestras com o objetivo de melhorar o ambiente de trabalho e promover a qualidade de vida de todos os nossos colaboradores, completa a gerente de recursos humanos da FAU. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 27/09/2024 às 10:34

Conselho Curador da FAU recebe novo representante da sociedade

Presidente do Conselho Curado da FAU, professora Elaine Gomes, Danielle Akemi empresária e diretor da FAU, Rafael Visibelli A alternância de representantes do Conselho Curador da FAU, faz parte do estatuto da Fundação. A transição ocorreu na 117ª Reunião do Conselho Curador, realizada na última, no dia 13. A empresária, e diretora da Associação Comercial e Industrial de Uberlândia (Aciub), Danielle Akemi, assumiu, a posição anteriormente ocupada Fábio Túlio Felippe, empresário e presidente da Aciub, com mandato válido até 04 de agosto de 2025, conforme estabelece o Parágrafo Quarto, do Artigo 15, do Estatuto da Fundação. “É uma grande satisfação ser indicada pela Aciub para representar a entidade e, consequentemente, os empreendedores, no Conselho da FAU. Sou uma empreendedora da educação e da inovação, e atuar junto à esta Fundação que tem o intuito de aprimorar e otimizar a gestão de projetos de pesquisa, ensino, extensão, inovação e de desenvolvimento institucional, tem muito a ver com o que eu acredito e atuo”, completa Danielle Akemi. A posse oficial foi conduzida pela Presidente do Conselho, professora Elaine Gomes, seguida pela assinatura da nova Conselheira na Ata da reunião. Para o diretor executivo da FAU, Rafael Visibelli, a chegada da empresária Danielle Akemi fortalecerá a atuação da Fundação junto à sociedade. “Ela reforça o nosso compromisso de apoiar o desenvolvimento da FAU e sua missão de promover avanços nas áreas de educação, pesquisa e inovação”, precisamos também destacar e agradecer a valiosa contribuição do Sr. Fábio Túlio Felippe que dedicou seu tempo e expertise ao nosso Conselho Curador, completa Visibelli. Danielle assume a posição de membro do Conselho em um momento de grande destaque para a Fundação, que está cada vez mais engajada em fortalecer o ecossistema de inovação aberta e apoiar novas tecnologias e pesquisas acadêmicas. “Entre nossas expectativas, queremos contribuir para fortalecer ainda mais a relação da Aciub e da FAU com o ecossistema de inovação, dando sequência ao que foi iniciado com um encontro que ocorreu no fim do último ano. Esperamos atuar juntos para promover mais interações e integração entre empresários, alunos, professores, cientistas, e a comunidade em geral pra falar inovação e educação”, reforça Daniele Akemi. Para a presidente do Conselho Curador, professora da Faculdade de Engenharia Mecânica, Elaine Gomes a crescente inserção da FAU nos movimentos da sociedade é evidente. “A Danielle tem participação importante na sociedade, entre outras ações, a que promove integração social; seja presente no UberHub, seja na Escola de Tecnologia, junto à Aciub, acrescenta a professora Elaine Gomes presidente Conselho Curador da FAU. A professora ainda ressaltou o fortalecimento dos valores e visão da Fundação; “Nesse aspecto, a presença de entes externos à Universidade Federal de Uberlândia contribui em muito para que esses itens possam ser amplamente atendidos”, destaca a presidente do Conselho Curador. Outro ponto importante é a oxigenação com novas ideias, novos desafios, novas formas de enxergar soluções, e a Daniela, com certeza, vai contribuir muito com essa questão”, completa a professora da UFU Elaine Gomes. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 18/09/2024 às 16:40

Conexão da ciência, esporte, lazer e solidariedade na FAU Run

A FAU Run será uma soma esforços com a Sociedade Entomológica do Brasil A FAU amplia suas ações de conexão com a população e, entre os eventos dos quais tem participado na promoção do ensino, pesquisa, extensão, cultura e inovação tecnológica, agora é a vez do esporte e lazer. Em parceria com a Sociedade Entomológica do Brasil (SEB) e como parte das atividades do XXIX Congresso Brasileiro de Entomologia e do XIII Congresso Latino-Americano de Entomologia, a Fundação de Apoio Universitário (FAU) promoverá a primeira edição da FAU Run e a 2ª Corrida Entomológica da SEB (II CESEB). O evento será realizado no dia 22 de setembro, no Parque do Sabiá, que atrai cerca de 20 mil visitantes aos domingos e feriados. A largada está prevista para as 8h, e haverá premiações nas categorias geral e para pessoas com deficiência, tanto no feminino quanto no masculino. A organização classificará os corredores em 6 faixas etárias, incluindo participantes com até 60 anos de idade. O percurso será de 5 km, e, este ano, contará com um reforço de pontos de hidratação ao longo do trajeto. Além disso, visando à segurança e bem-estar dos participantes, equipes de paramédicos estarão disponíveis para prestar atendimento médico em caso de necessidade. A FAU Run também terá um caráter social, com as inscrições sendo revertidas para o Hospital do Câncer de Uberlândia. “Esse evento vai além de incentivar a prática esportiva e a adoção de um estilo de vida mais saudável; ele também expressa nosso profundo compromisso com o bem-estar social e com causas que fazem a diferença. Ao revertermos as inscrições para o Hospital do Câncer de Uberlândia, reforçamos o espírito de solidariedade e união que desejamos cultivar entre todos os participantes.” destaca Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU As inscrições poderão ser feitas pela internet, em site dedicado Faça sua inscrição pelo site: https://timeticket.com.br/ingressos/1722965539402×674397080279842800 O XXIX Congresso Brasileiro de Entomologia e o XIII Congresso Latino-Americano de Entomologia serão realizados pela Sociedade Entomológica do Brasil entre os dias 22 e 26 de setembro, no Center Convention, em Uberlândia. A expectativa é reunir cerca de 2 mil congressistas para debater o tema “Sustentabilidade e Biodiversidade de Insetos”. Durante os fóruns, serão apresentadas oportunidades de inovação por meio da colaboração e troca de experiências, englobando o conhecimento acadêmico, representantes científicos da indústria e da sociedade, tanto do Brasil quanto da América Latina. “Essa parceria, com a FAU, foi essencial para viabilizar a corrida, que receberá participantes de diferentes regiões do Brasil e da América Latina. A iniciativa visa promover a integração entre os participantes, aliando a divulgação científica com a promoção da saúde e bem-estar, além de contribuir para o fortalecimento do turismo local”. Acrescentou Camila Nonato Junqueira, docente da Universidade Federal de Uberlândia e membro da Comissão Organizadora dos Congressos. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 12/09/2024 às 09:18