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Insetos foram o tema do terceiro número do livro BioHQ publicado pela editora da UFU

Apresentação do terceiro número do livro BioHQ no auditório da FAU O que é bom merece continuidade. A terceira edição do projeto BioHQ, publicado pela editora da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), apresenta histórias sobre a relação entre sustentabilidade, biodiversidade e insetos sob uma nova perspectiva. O volume reúne pesquisas científicas da área de Entomologia em formato de histórias em quadrinhos, buscando estabelecer um diálogo mais direto entre a produção acadêmica e a sociedade, com um olhar especial para os espaços educacionais do ensino básico. São dez histórias com abordagens variadas, proporcionando uma leitura informativa e divertida. O BioHQ conduz o leitor a uma viagem que começa pela evolução dos insetos passa por suas interações ecológicas com o ecossistema, abordando desde a polinização até o controle biológico e a importância desses animais para o avanço das pesquisas científicas. Nesse mundo curioso e surpreendente, as histórias contam com um personagem inesperado no elenco: há um ácaro no meio dos insetos. A presença desse aracnídeo em uma das histórias teve como objetivo mostrar a importância de algumas espécies de ácaros predadores no controle biológico de pragas. Com o apoio financeiro da Fundação de Apoio Universitário (FAU), o volume foi editado pela Editora da Universidade Federal de Uberlândia (EDUFU) e contou com também com o suporte da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPP-UFU), da Sociedade Entomológica do Brasil (SEB), do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Projeto Pesquisa Ecológica de Longa Duração (PELD), financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). O projeto BioHQ desafia a criatividade dos participantes ao propor a combinação de estudos científicos da área de Biologia com a linguagem envolvente das HQs. “A FAU tem um compromisso sólido com a educação, a ciência e a inovação. Apoiar o BioHQ foi uma forma de fortalecer a divulgação científica e tornar o conhecimento acadêmico mais acessível à sociedade, aproximando a pesquisa da comunidade, especialmente dos jovens estudantes, despertando o interesse pela ciência de maneira criativa e envolvente”, destaca Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU. A proposta do projeto BioHQ é oferecer conhecimento científico de forma instigante e lúdica para públicos de todas as idades. O terceiro número da coleção foi apresentado no XXIX Congresso Brasileiro de Entomologia e o XIII Congresso Latino-Americano de Entomologia, eventos de uma área do conhecimento que tem como foco de estudo os insetos e sua interatividade com o ambiente, incluindo os seres humanos. O projeto, que conta com a participação de professores, estudantes e egressos da UFU e de outras instituições públicas de ensino superior, teve início em 2019 e chega a seu terceiro número, sempre com organização e coordenação dos professores João Agreli, do Instituto de Artes, Solange Cristina Augusto, do Instituto de Biologia, ambos da UFU, e Rosângela Dantas de Oliveira, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).  “A primeira e a última história não têm texto e abordam a questão do tempo. Não foi algo premeditado, foi uma coincidência”, disse Rosângela Dantas de Oliveira, da Unifesp. A professora ainda destacou a participação da pesquisadora Rute Brito que atuou em duas histórias e com papeis diferentes em cada uma delas; em uma ela é quadrinista e na outra, colaborou como pesquisadora. “Penso que Solange e João jamais terão a dimensão da honra que foi para mim redigir esse prefácio. Como admiradora da coletânea e jornalista há tantos anos, eu parecia uma menina que acabara de ganhar um presente. E é isso mesmo! Um presente!”, comenta Renata Neiva, jornalista doutora em Educação pela Faculdade de Educação da UFU, autora do prefácio da revista. Com a proposta de apresentar a obra ao público externo à academia, os idealizadores iniciam agora uma jornada de lançamento para a sociedade, com agenda diversificada que vai de espaços públicos a bares voltados ao apoio cultural. Nesse novo momento, uma apresentação ocorreu no auditório da FAU, com a presença de alunos, professores e pesquisadores de Artes, Biologia e representantes da sociedade. “Gostaríamos de divulgar mais nas escolas do ensino básico e continuar com novas edições. Histórias não faltam”, conclui a professora Solange Cristina Augusto, do Instituto de Biologia. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 14/02/2025 ás 10:09

UFU lança pós pioneira na área do direito abordando os avanços tecnológicos e o fortalecimento do empreendedorismo

Em um mercado jurídico cada vez mais competitivo e impulsionado pela tecnologia, a qualificação profissional se torna essencial. Com um advogado para cada 164 habitantes no Brasil (dados da OAB Nacional, 2022), destacar-se exige uma combinação de conhecimento jurídico e visão de futuro. Quem sai na frente busca destaque nesse universo; da ciência jurídica alinhada à inovação tecnológica. O mais recente curso de pós-graduação aberto pela Faculdade de Direito “Prof. Jacy de Assis” é composto por professores doutores e especialistas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), que têm grande conhecimento prático e de mercado no assunto.  O tema foi escolhido atendendo à demanda atual do mercado; em tempos de “Quarta revolução industrial”, são inúmeras as ferramentas novas que surgem, detalhes jurídicos que são publicados e discutidos em Tribunais, diariamente citados para novos argumentos processuais. “A crescente complexidade das relações interempresariais e pessoais demanda um nível mais sofisticado de entendimento dos institutos jurídicos. Isso gera uma necessidade urgente de profissionais do direito que sejam capazes de oferecer consultoria especializada a empresas públicas e privadas, ajudando a adaptar e aplicar normas jurídicas às novas realidades tecnológicas”, completa o coordenador do curso professor e doutor, Ricardo Pleti, da Faculdade de Direito da UFU. Um dos objetivos do curso é capacitar o aluno a entender a relação entre o Direito e sua ligação com as inovações tecnológicas, bem como seus impactos no mundo moderno.  Outro ponto do curso, bastante demandado, foi oferecer a ferramentas que busquem dominar as estratégias de proteção jurídica para inovações como softwares, aplicativos e inteligência artificial, garantindo a exclusividade e o valor diferenciado do trabalho. “cada vez mais necessário determinar sua incidência às situações jurídicas ou negócios específicos. É preciso harmonizar as normas positivas e as regras institucionais com a situação atual de extrema exposição ao universo virtual”, destaca o coordenador do curso. O curso vai além do conhecimento técnico, desenvolvendo soft skills essenciais para advogados. Com disciplinas como Branding, Marketing Jurídico e Legal Design, Neurodireito, Argumentação Jurídica e Oratória, os alunos aprenderão a fortalecer sua marca, aplicar técnicas inovadoras de comunicação, utilizar a neurociência para a tomada de decisões e aprimorar a persuasão e a comunicação jurídica. Essa abordagem torna a formação mais completa e alinhada às exigências do mercado. O curso conta com o apoio da FAU, presente nos projetos de apoio ao ensino, à inovação e ao desenvolvimento econômico, cultural e social das Instituições Federais de Ensino Superior apoiadas. “Nós buscamos sempre sermos referência nacional, e o alto nível da qualidade e conteúdo dos cursos oferecidos pelas nossas instituições apoiadas, aqui em específico a UFU, contribuem para essa nossa classificação”, diz Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU. As vagas são limitadas, e o curso de pós-graduação “direito, Tecnologia e Empreendedorismo” terá a duração de um ano e meio, totalizando 380 (trezentos e oitenta) horas/aulas e será oferecido remotamente, de forma online, com os professores da Universidade. Mais informações pelo site: https://cursos.fau.org.br/curso/direito-tecnologia-e-empreendedorismo/ Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 30/01/2025 às 08:40

Pesquisadores do Laboratório de Nanobiotecnologia da UFU comemoram os avanços de pesquisas realizadas em rede

Pesquisadores no desenvolvimento de alguns dos 12 projetos em andamento no Laboratório de Nanobiotecnologia Prof. Dr. Luiz Ricardo Goulart Filho, da UFU O balanço dos resultados alcançados em pesquisas com focos nas áreas de saúde animal, humana e meio ambiente faz parte da prestação de contas dos últimos 7 anos. Um importante marco foi o credenciamento do laboratório (Nanos), liderado pelo professor Luiz Ricardo Goulart Filho, como Sede do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Teranóstica e Nanotecnologia (INCT TeraNano) em 2017, beneficiando 101 projetos de pesquisa. O credenciamento como sede da Rede INCT TeraNano impulsionou as pesquisas por meio de mais recursos, colaboração de outras Instituições Federais de Ensino Superior e, principalmente, fortaleceu as pesquisas com foco em terapia e diagnóstico a partir de moléculas, em escala nanométrica (1 milímetro dividido em 1 milhão de vezes). Com o trabalho em rede, as pesquisas deram um salto em maturidade e em quantidade, resultando em 161 pedidos de patentes, sendo pelo menos a metade com solicitação direta dos pesquisadores do laboratório. São patentes para novos medicamentos e terapias no tratamento de diversas doenças, como por exemplo, diferentes tipos de câncer, doenças respiratórias, além de soluções para os setores veterinário, agrícola e ambiental. O laboratório, incluindo todos os pesquisadores e professores associados, se destaca pela intensa produção científica, com média de 100 publicações anuais, tais como; artigos, teses e dissertações. “Nosso ambiente de pesquisa exclusivo, aliado ao perfil empreendedor do professor Luiz Ricardo Goulart Filho, que buscava recursos e parcerias em todo o mundo, impulsionou nosso trabalho e atraiu o interesse da iniciativa privada, gerando resultados expressivos”, explica Luciana Machado Bastos, coordenadora do laboratório. A coordenadora ainda destacou a participação do pesquisador Carlos Ueira Vieira assumiu a coordenação do INCT TeraNano proporcionando a continuidade dos projetos de parceria iniciados pelo prof. Luiz Ricardo Goulart Filho, falecido na pandemia. Uma das linhas de pesquisa com pedido de patente requerido. De 2017 até o ano passado a rede, encabelada pelo laboratório soma 161 pedidos de patentes e quase 2 mil artigos publicados O INCT TeraNano da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) realiza pesquisas em rede com 20 universidades universidades e centros de pesquisa federais e estaduais das regiões Norte, Nordeste e Sudeste e parcerias com hospitais e empresas nacionais e multinacionais na área de saúde animal e humana. No combate ao câncer, por exemplo, um dos objetivos é substituir a biópsia por um procedimento único de diagnóstico e tratamento. “Nós podemos usar sangue ou saliva de pacientes para identificar o estágio da doença, auxiliando os médicos na escolha do tratamento mais eficaz”, afirma a pesquisadora biomédica Emília Rezende Vaz. Segundo ela, a principal característica das pesquisas é a personalização dos tratamentos, aumentando as chances de cura e diminuindo os riscos de rejeição. Na área animal o laboratório já possui protótipos de medicamentos patenteados para uso veterinário e busca parcerias, com a iniciativa privada, para transferir a tecnologia ao mercado. Além disso, tratamentos inovadores para câncer estão em fase de testes em animais e também aguardam investimentos para avançar.  O mesmo ocorre com as pesquisas nas áreas ambiental e agrícola, com foco no controle de pragas e identificação de contaminantes, no para o agro, como por exemplo, um eletrodo, à base de grafeno. O dispositivo faz parte de plataforma diagnóstica desenvolvida para identificação de doenças por meio de marcadores específicos indicados pelo mercado, ou indústria parceira. ”A evolução do laboratório também impactou nossos processos de compra, com o apoio da FAU, conseguimos importar equipamentos e insumos, sendo pioneiros neste tipo de aquisição e evoluindo junto com nossa principal parceira”, destaca Luciana Bastos. Mário Machado, pesquisador químico mostrando eletrodo, à base de grafeno. Dispositivo faz parte de plataforma diagnóstica desenvolvida para identificação de doenças por meio de marcadores específicos. Em 2022 o laboratório ampliou a capacidade de pesquisa com a construção de um anexo aumentando quase 200 metros quadrados e novos equipamentos. A coordenação do laboratório se prepara para um novo desafio: conseguir aprovar o INCT Nano Inova Saúde, concorrendo ao nível de referência nacional na área da saúde. As pesquisas serão fortalecidas de forma integrada, considerando os 3 pilares preconizados pela ONU e Ministério da Saúde: saúde humana, animal, vegetal e ambiental. A nova perspectiva inclui integrar pesquisas das diferentes áreas e expandir a rede para universidades das regiões Sul e Centro-Oeste, além de laboratórios da Europa e dos Estados Unidos.  “Com até 35 instituições trabalhando em rede no desenvolvimento de terapias e diagnósticos em nanoescala, vamos ampliar nossos resultados e atrair novos parceiros da iniciativa privada, mantendo o espírito visionário e inovador do professor Luiz Goulart, que transformou um pequeno laboratório em um centro de referência quatro vezes maior em espaço e equipamentos”, conclui Luciana Bastos. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 20/01/2025 às 15:54

Pós-graduação da UFU vai atender profissionais para fortalecer o setor da educação

Foto: arquivo DIRCO/UFU – Milton Santos A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) acaba de abrir inscrições para a formação da primeira turma de pós, em gestão escolar. O Curso de Especialização em Gestão Escolar será coordenado pela Faculdade de Gestão de Negócios (Fagen), contará com um corpo de docente formado por mestres e doutores. O curso é fruto de um convênio entre UFU e CAPES/UAB, e integrado ao Programa Nacional de Formação em Administração Pública (PNAP) e não terá pagamento de mensalidade pelos os alunos. “Com esta pós, nós estaremos ampliando o número de beneficiários da formação superior gratuita e de qualidade, cumprindo, assim, sua missão e colaborando com o desenvolvimento da sociedade brasileira”, completa Antônio Sérgio Torres Penedo, coordenador da pós. A pós-graduação visa apoiar o trabalho do gestor escolar, peça-chave na administração e organização das instituições de ensino.  O curso abordará desde a tomada de decisões sobre o funcionamento geral da escola – nos níveis administrativo e pedagógico – até a gestão de pessoas. “O objetivo é fornecer ferramentas estratégicas para otimizar os processos de gestão escolar e potencializar os projetos pedagógicos e atividades da escola”, acrescenta Antônio Penedo. O principal objetivo é ajudar a administração pública nos processos de qualificação e renovação dos quadros da oferecendo capacitação e preparação para o setor da educação. O público-alvo são profissionais da educação, como diretores, gestores, líderes de departamentos e consultores educacionais, que desejam aprimorar sua liderança e capacidade de tomar decisões estratégicas e eficazes. Desde a criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) o setor da educação vem se transformando e um dos desafios é implementar as atualizações na gestão escolar.  O curso abordará a integração entre os diferentes setores da escola para otimizar os processos pedagógicos e a implementação de novas tecnologias. A grade curricular da pós-graduação foi pensada para atender às necessidades de gestores com uma visão abrangente das ações administrativas e políticas governamentais na área da educação, capacitando-os para atuar em todas as esferas da administração pública nacional, regional e local. O formato do curso é a distância (EAD), com ferramentas como artigos, casos reais, aulas síncronas e assíncronas, além de atividades práticas para análise e desenvolvimento. O corpo docente para o curso é formado por professores doutores da UFU, a pós será no formato EAD, não tendo atividades presenciais. O término previsto do curso é dezembro de 2025. Os candidatos serão selecionados por meio de edital, com todos os detalhes disponíveis no edital.                                    https://cursos.fau.org.br/wp-content/uploads/2024/12/SEI_5930821_Edital_5.pdf Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 16/01/2025 às 13:42

FAU obtém aprovação de contas sem ressalvas pelo Ministério Público: transparência e excelência consolidam conquista

A aprovação das contas da Fundação de Apoio Universitário (FAU) teve um marco histórico, pela primeira vez, a aprovação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) foi sem ressalvas, registrando um marco histórico para a Fundação. A aprovação, referente aos exercícios de 2022 e 2023, representa uma conquista inédita e um grande feito para a Fundação, demonstrando seu compromisso inabalável com a responsabilidade, a ética e a transparência. Os anos analisados foram considerados desafiadores pela direção e pela gestora do setor de contabilidade, pois o serviço contábil diário foi associado à implementação de metodologias inovadoras do meio corporativo. A FAU, uma organização de direito privado sem fins lucrativos, tem os trabalhos acompanhados permanentemente pelo Ministério Público (MP), por meio da sexta Promotoria de Justiça, em Uberlândia, bem como avalia a forma de gestão da Fundação. Em dezembro do ano passado, a FAU completou 42 anos, e, em toda a sua história, esta é a primeira vez que a prestações de contas é aprovada pelo MPMG sem ressalvas. O Centro de apoio operacional do Ministério Público avalia a conformidade das informações presentes nas prestações de contas e analisa a documentação contábil enviadas anualmente. De acordo com a gerente de contabilidade, Maria Faria, o objetivo da gestão tem sido fortalecer as ações de eficiência e transparência, incluindo a metodologia de compliance e a gestão de pessoas com foco em qualidade de vida e saúde mental. “A gestão atual é focada em apoiar integralmente todas as áreas em suas decisões, amparando-as e apoiando na melhoria de processos”, disse Maria Faria. Nos últimos dois anos, a Fundação investiu também na implantação de programas de integridade, em novos mecanismos de automação de processos e aumentou a frequência de auditorias externas, com o intuito de garantir maior precisão nas informações prestadas. A aprovação de contas sem ressalvas comprova o sucesso do esforço da fundação em dar maior transparência aos resultados de sua gestão. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 10/01/2025 às 14:15

Governo de Minas apresenta Pacote de editais no valor de R$ 43 milhões para pesquisadores da UFU

Subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Lucas Mendes, Lucas Mendes em apresentação, na FAU, do Pacote de Empreendedorismo Tecnológico para as Universidades, para pesquisadores da UFU. A apresentação do “Pacote de Empreendedorismo Tecnológico para as Universidades mineiras”, uma parceria entre Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e o Governo do Estado, destinará R$ 43 milhões para incentivar o desenvolvimento tecnológico e a formação de jovens pesquisadores empreendedores com recursos não-reembolsáveis. A verba foi dividida em 3 categorias de editais. O subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Lucas Mendes está percorrendo o estado levando as novas medidas. Em Uberlândia o detalhamento dos editais foi feito, ontem (11), no auditório da Fundação de Apoio Universitário (FAU), aos pesquisadores e coordenadores de laboratórios da UFU, pelo subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Lucas Mendes. O pacote, de acordo com o subsecretário, representa um avanço pela qualidade técnica: “essa é uma chamada inovadora e relevante para a sociedade e para as universidades, ela vem para atender normas abrangentes e tem um teor inédito no país. Esse Pacote vem para reduzir custos de produtos genuinamente mineiros para atender também ao mercado externo”, disse o subsecretário Lucas Mendes. Os três editais visam completar o ciclo do desenvolvimento tecnológico, com foco na inovação e no empreendedorismo, buscando impactar a educação e a economia mineira. O Pacote contempla o Projeto Vivência Universitária em Empreendedorismo e Inovação (Vuei) com R$ 13 milhões, em uma nova versão. Os outros dois editais vão contemplar os projetos: Cientista Empreendedor com o aporte de R$ 10 milhões e Laboratórios Certificadores com R$ 20 milhões para projetos de estruturação, adequação e manutenção de laboratórios capazes de certificar e acreditar produtos, serviços ou processos. O lançamento de editais pela Fapemig com foco em inovação e na geração de tecnologias pela aplicação da filosofia da Tríplice Hélice, ou seja, o trabalho e financiamento conjunto entre empresas, governo e universidades, é um importante marco para o desenvolvimento mineiro”, disse Louriel Vilarinho pesquisador e coordenador da Unidade Embrapii FEMEC UFU. As propostas devem ser submetidas pelo Sistema Everest, da FAPEMIG, após a aprovação, os recursos relativos aos custos de cada projeto são liberados em contas para gestão financeira da FAU. Nos 42 anos de Fundação já são mais de 8 mil projetos gerenciados somando mais de R$ 10 bilhões. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 12/12/2024 às 17:00

UFU conquista edital para executar pesquisa na Bacia do rio Araguari

Cachoeira do Mandaguari, município de Indianópolis em área de preservação e de turismo. Imagem: Giovana Leonel (Geóloga pela UFU) Os estudos foram demandados por meio de Chamada Pública Nacional, pela Diretoria Executiva da Associação Multissetorial de Usuários de Recursos Hídricos de Bacias Hidrográficas (ABHA), do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Araguari, para atender orientações do Plano Plurianual de Aplicação (PPA) 2022/2024. O edital busca o desenvolvimento de pesquisas para diagnóstico, análise da capacidade de exploração, impactos ambientais e qualidade da água do rio Araguari, na região do Triângulo Mineiro. A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) venceu o edital ABHA 2024 com um projeto institucional que envolverá diferentes Unidades Acadêmicas. Participam as Faculdades de Engenharia Civil (FECIV) e Engenharia Mecânica (FEMEC) e os Institutos de Química (IQ) e de Geografia, Geociências e Saúde Coletiva (IGESC). A aprovação do edital fortalece a capacidade de conhecimento da UFU em inovação e desenvolvimento de produtos para a área de recursos hídricos. “Além disso, vai permitir maior parceria entre as Unidades Acadêmicas, sendo a maior importância institucional desse projeto”, completa o professor pesquisador Marcio Ricardo Salla, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil da UFU. O aporte financeiro do edital será de cerca de R$ 400 mil em bolsas de iniciação científica, de mestrado e de doutorado, com gestão da Fundação de Apoio Universitário (FAU) e com vigência de dois anos. O projeto é constituído por 3 subprojetos, coordenados pelos professores pesquisadores da UFU. “Além dessa união, o grupo está se dispondo a resolver ou atuar num tema que é muito importante para o Brasil. Tem tudo a ver com sustentabilidade, então é fundamental realizar pesquisas relacionadas aos recursos hídricos”, destaca o professor pesquisador Arthur Fiocchi, da FEMEC. O primeiro subprojeto será coordenado pelo docente Alan Silveira do IGESC, que avaliará a suscetibilidade erosiva de solos em sub-bacia hidrográfica; o segundo, coordenado pelo pesquisador Marcio Ricardo Salla, da FECIV, objetiva avaliar a capacidade de suporte da bacia hidrográfica, que terá também a participação dos docentes pesquisadores Vanderlei de Oliveira Ferreira do IGESC e Carlos Eugênio Pereira da FECIV. Já o terceiro projeto será realizado em parceria entre a FEMEC e Instituto de Química. O subprojeto surgiu da necessidade de desenvolver ferramentas de precisão para análise da água coletada. “Vamos fabricar um sensor que será feito por impressão 3D, manufatura aditiva, de metal, com tecnologia desenvolvida por nós, em uma mini máquina nossa, que está em nosso laboratório. Tudo desenvolvido pela gente; hardware e software”, completa, Arthur Fiocchi, pesquisador da UFU. A Bacia do rio Araguari é uma das mais importantes do estado de Minas Gerais, ela abastece a uma população de quase 1 milhão e 200 mil habitantes de 20 municípios; Araguari, Araxá, Campos Altos, Ibiá, Indianópolis, Iraí de Minas, Nova Ponte, Patrocínio, Pedrinópolis, Perdizes,Pratinha, Rio Paranaíba, São Roque de Minas, Sacramento, Santa Juliana, Serra do Salitre, Tapira, Tupaciguara, Uberaba e Uberlândia. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 06/12/2024 às 17:19

FAU se destaca em Congresso Nacional com “Prêmio Boas Práticas de Gestão”

A premiação aconteceu durante o Congresso do Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (CONFIES), realizado entre os dias 27 e 29 de setembro em Brasília, na sede da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec). A FAU concorreu com 29 Fundações e se destacou ao conquistar o Prêmio Boas Práticas de Gestão em duas modalidades. No tema; “Automação para otimização de processos bancários”, ela conquistou o terceiro lugar. E, com o “Programa de Saúde e Bem-Estar”, a FAU ficou em primeiro lugar. Os prêmios foram anunciados e entregues pelo presidente do CONFIES professor Antônio Fernando de Souza Queiroz. O programa de Saúde e Bem-Estar foi o mais recente implementado em setembro deste ano pela FAU. O programa de Saúde e Bem-Estar coloca na agenda de atividades da FAU, palestras com temas de relevância nacional e internacional e ações voltadas à promoção da saúde e à prevenção de doenças. Além das discussões o Programa implementou, para os colaboradores diretos, vários serviços voltados à manutenção da saúde, bem estar e prevenção de doenças. Na infraestrutura da sede foram feitas intervenções para a reestruturação dos ambientes de trabalho com ajuste de cores, iluminação e layout interno para oferecer conforto emocional e estímulos positivos. “O programa de saúde e bem-estar tem trazido vários benefícios pra nós colaboradores, como por exemplo, o aplicativo dedicado ao exercício de atividades físicas que tem me ajudado na frequência de academias ou atendimentos de terapia quando precisamos de apoio específico”, acrescentou Ana Júlia, analista do setor de projetos da FAU. Já o programa de automação (finbot) foi implementado para otimização dos processos bancários. Ele foi desenvolvido em pyton, para manter a segurança das operações e atender ao aumento no volume de contas sob gestão da Fundação. Atualmente a FAU gerencia cerca de 1200 contas bancárias, além de 2400 extratos de contas-correntes e de investimentos inseridos por mês. “O finbot foi criado para extrair informações do gerenciador financeiro do Banco do Brasil, parceiro da FAU, e se destaca pela inovação ao abordar um tema específico das Fundações de Apoio. Dessa forma, surge a necessidade de automatizar processos repetitivos se tornou mais evidente e urgente”, completa Diogo J. Penha gerente do setor de TI da FAU. Desde 2022 a direção executiva da FAU tem se dedicado na implementação de processos e programas para auxiliar na execução de tarefas internas e para o atendimento ao público. A Fundação completará em dezembro 43 anos de criação, já superou os 10 mil projetos gerenciados envolvendo mais de R$ 10 bilhões captados atendendo a 6 Instituições de ensino superior e ao hospital de Clínicas da UFU/ EBSERH. A premiação já é tradicional e acontece durante o Congresso Nacional do Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (CONFIES). A FAU de destacou por conquistar o Prêmio em duas modalidades. Ano passado a Fundação se tornou a primeira credenciada pela UFU a receber o prêmio Boas Práticas. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 04/12/2024 às 11:20

FAU instala “Sala da inovação, educação e empreendedorismo”, no Uberlândia Summit, para professores da UFU

Pesquisadores da UFU no stand da FAU no Uberlândia Summit Foto: mídia própria – FAU A Fundação de Apoio Universitário (FAU) participou do Uberlândia Summit deste ano, consolidando a presença no ecossistema de inovação com o stand “Sala da Inovação Educação e Empreendedorismo”.  Durante os dois dias do evento (26 e 27), realizado no Center Convention Uberlândia, o estande recebeu pesquisadores, investidores e o público em geral, todos engajados na discussão sobre o futuro da inovação. O objetivo foi conectar a comunidade acadêmica com a sociedade e apresentar às empresas a capacidade tecnológica da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). “Nesse contexto, esse momento aqui, traz um brinde com essa aproximação. O que a FAU está fazendo, por meio da participação no Uberlândia Summit, tem de ser tomado como um bom exemplo para propiciar para a universidade, para o setor industrial, o setor produtivo, o setor de prestação de serviços uma sinergia muito maior no sentido de fazer com que a coisa aconteça, e que essa modificação atinja a sociedade. E, a universidade como protagonista dessa modificação social. Daqui já estão saindo algumas agendas” destaca Alexandre Cardoso, pesquisador da engenharia elétrica da UFU. Nos dois dias de evento também aconteceram painéis com pesquisadores sobre o futuro da inovação, com empresários apresentando necessidades de solução, e rodada de negócios. “É fantástica essa questão, porque é uma ligação que se faz com quem está na academia fazendo pesquisa com as pessoas que vão utilizar essa nova tecnologia. Então, é uma questão que você desenvolve um projeto e vê a prática dele funcionando”, completa José Alves, presidente da Fiemg regional Vale do Paranaíba. Entre os projetos apresentados no stand, foi o “Da semente à xícara” que originou a marca Porandu de café especial. Fruto de uma parceria com pequenos produtores da região de Patos de Minas, o projeto elevou a qualidade do produto, abrindo portas para os mercados nacional e internacional. A FAU, em parceria com os pesquisadores apoia a divulgação do projeto em feiras e eventos, atraindo mais investidores para as pesquisas desenvolvidas na UFU.  “Eu venho porque gosto de fazer negócios em Uberlândia, acho um ambiente extremamente próspero. E aqui eu destaco, dentro das propostas da FAU, esse projeto do café que fez a união entre a pesquisa e o desenvolvimento de negócios, estou impressionado”, destacou Júnio Magella CEO de startup de Belo Horizonte. Completando as atividades, voltadas para o ecossistema da inovação, representantes da sociedade, empresários de diversos setores da economia e Instituições de ensino assinaram o Pacto pela Inovação para a cidade de Uberlândia. O professor Marcio Magno, pró-reitor de Gestão de Pessoas da UFU, representou a universidade na assinatura do documento. O pacto visa a gerar parcerias e recursos para transformar Uberlândia em um polo de inovação do interior do país, fomentando projetos inovadores com impacto econômico e social. O que se espera é desenvolver cada vez mais projetos de inovação tecnológica empreendedores e de transformação econômica e social. “A participação da Universidade Federal de Uberlândia no Pacto pela Inovação vai além da formação de talentos e da produção científica. A UFU é uma peça-chave no ecossistema de inovação de Uberlândia, oferecendo estruturas como a Incubadora de Empresas e o TecnoUFU – atualmente em construção –, que são fundamentais para o desenvolvimento de negócios inovadores. Essas iniciativas conectam pesquisa acadêmica com empreendedorismo, criando um ambiente propício para o surgimento de soluções que impactam positivamente a cidade e toda a região. É essa sinergia entre academia, negócios e sociedade que impulsiona o futuro da inovação em Uberlândia”, completa Ferdinando Kun, líder de comunidade e desenvolvedor de ecossistema de inovação no UberHub (ecossistema de inovação e startups da UFU). Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 02/12/2024 às 11:55

Deep tech, startups, inovação de processos e atualização de Leis foram temas explorados por pesquisadores da UFU em evento realizado em São Paulo

Missão de pesquisadores da UFU e profissionais do ecossistema de inovação de Uberlândia, no Summit Deep Tech, em São Paulo A missão multidisciplinar, composta por pesquisadores, de diversas áreas do conhecimento, envolvidos em pesquisas com indústrias nacionais, incluiu também representantes da incubadora de novos negócios da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e do Parque Tecnológico. O Summit Deep Tech ocorreu nos dias 12 e 13 deste mês, em São Paulo. As Deep Techs são startups que validam estudos científicos por meio de experimentos e patentes, lidando, entre os principais conteúdos problemas como; o tratamento de doenças, mobilidade, aquecimento global e desenvolvimento industrial. A Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com o apoio da FAU, esteve entre as 24 universidades participantes do evento. “Participar do Deep Tech Summit foi uma experiência ímpar. Por se tratar de um tema altamente específico e dinâmico, não havíamos tido acesso recente a dados tão atualizados sobre inovação e seu impacto nos mercados globais”, destacou Renata Rodrigues, gestora do Parque Tecnológico da UFU. O Deep Tech Summit reuniu mais de 100 startups em dois dias de painéis, palestras e masterclasses. Os temas abordados incluíram a elaboração de pedidos de patente, a captação de investimentos nacionais e internacionais, e a legislação relacionada à proteção da inovação, transferência de tecnologia e o papel de pesquisadores com dedicação exclusiva e foco no empreendedorismo. A UFU esteve entre as 24 universidades apoiadoras, representando todas as regiões do país. “O que eu acho mais importante de um evento de Deep Tech é o que tem por trás da definição ‘Deep Tech’; que são empresas que visam resolver grandes desafios, são empresas que são fundamentadas nas universidades, em pesquisas acadêmicas, envolvendo várias pessoas para resolver grandes problemas e consequentemente gerar bastante retorno para a sociedade.” Completa Arthur Fiocchi, pesquisador da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEMEC-UFU) da área de manufatura avançada e novos materiais. O evento foi o primeiro a apresentar um mapa das startups Deep Techs no Brasil, com mais de 870 startups que desenvolvem pesquisa na fronteira do conhecimento. Dessas, 65% estão localizadas no Sudeste. Quanto ao perfil dessas startups, 70% estão em fase de desenvolvimento tecnológico, e 50% são biotechs direcionadas ao agronegócio ou à saúde. No que se refere a investimentos em inovação tecnológica de ponta, 70% das Deep Techs que captaram mais de R$ 5 milhões usaram recursos públicos. Por fim, analisando os setores econômicos que mais utilizam esse modelo de startup, o setor da saúde humana lidera com quase 33% da demanda por inovação, seguido pelo agronegócio e saúde animal (29%) e pelo setor químico e de novos materiais, quase 10%. “O evento proporcionou um ambiente de aprendizado e conexão entre diversos atores do ecossistema nacional de inovação, abordando temas cruciais como a interação entre ICTIs e empresas, incentivos fiscais e linhas de crédito, o cenário das Deep Techs no Brasil, estratégias de internacionalização e inovação corporativa. A experiência fortaleceu o nosso compromisso com o desenvolvimento do ecossistema local e inspirou novas ações para impulsionar e incentivar pesquisadores a promoverem inovação no país”, completa Karyne Juste agente de inovação do Programa ALI Ecossistemas do Sebrae Minas, que também fez parte da Missão. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 25/11/2024 às 17:00