Pesquisa revela altos índices de satisfação dos colaboradores da FAU

A pesquisa foi realizada entre os dias 29 de julho a 2 de agosto e teve a participação perto de 90% dos colaboradores A pesquisa de satisfação teve o melhor dos índices de participação; 83,7% dos colaboradores responderam ao questionário. Foram apresentadas questões fechadas para pontuação e abertas para dar oportunidade de conhecer, ainda mais, o colaborador e mensurar o clima de convívio na FAU. As respostas ainda servirão para o plano de novas ações em busca de melhoramento contínuo. “A pesquisa nos trouxe resultados muito positivos, isso aumenta nossa responsabilidade para inovar constantemente e ter sempre um ambiente de acolhimento, onde o trabalho passa a ser envolvente em um lugar bom e saudável”, completa Gabriela Matos, psicóloga analista de talentos humanos da FAU. Na avaliação geral, 90,4% dos colaboradores declararam-se satisfeitos com a Fundação, 96,8% aprovaram os benefícios oferecidos, e 93,6% recomendariam a FAU a amigos e familiares. O que mais chamou a atenção foi o item que avalia o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, neste sentido, o índice de satisfação foi de 93%. No geral, a pesquisa revelou que a maioria dos colaboradores aprecia o ambiente de trabalho, destacando a presença de colegas como “amigáveis” em clima de colaboração. “Os resultados nos desafiam ainda mais, agora vamos focar nos quase 10% ainda não estão totalmente satisfeitos e indicaram sugestões”. Dois itens de melhoramento chamaram a atenção estão; comunicação e treinamento. “É muito bom saber que nossos colaboradores desejam participarem mais da gestão, de conhecer o que acontece na FAU e desejam mais atualização profissional com treinamentos e, é claro, existe sempre espaço para isso”, completa a psicóloga Gabriela. A pesquisa de satisfação aconteceu antes mesmo da direção da FAU anunciar a implementação do Programa de Saúde e Bem Estar com a disponibilização de aplicativo que oferece acesso às academias por meio de uma assinatura mensal. “Queremos um lugar bom e saudável para trabalhar com ambiente agradável todos ganham; colaborador e nossos clientes”, destaca Gabriela Matos. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 05/09/2024 às 08:54
Aperfeiçoamento em cirurgias em pequenos animais para atender a um dos mercados que mais crescem no Brasil

Veterinária Andréa Costa, finalizando uma cirurgia oftálmica. Oferecer oportunidades de especialização para um setor que cresceu 7 vezes mais que o PIB nacional. Enquanto aguardava para conversar com a cirurgiã veterinária sobre o mercado do mundo pet, outra médica falava de nutrição, valor calórico, idade, peso e rotina de um indivíduo, assunto que mais parecia se tratar de uma consulta para uma pessoa, mas estamos falando do mundo pet, era sobre a saúde alimentar de um cão. Mais do que cuidado a atuação do médico veterinário tem sido cada vez mais complexo o atendimento e o nível de conhecimento voltado aos animais de pequeno porte para padrões semelhantes aos oferecidos à população humana. De medicamentos com atuação mais ampla aos planos de saúde para prevenção, de acordo com o Instituto Pet Brasil (IPB), o setor, até setembro do ano passado, a estimativa era de que o setor pet brasileiro tenha faturado R$ 68,9 bilhões, com um crescimento anual estimado de 14%, sete vezes maior que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todas as riquezas do país. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB foi de 2,9%. A crescente oferta de serviços acelera o crescimento do setor de pets, em primeiro lugar vem o de alimentação o pet food representa mais de 55% do faturamento do setor. Nas clínicas especializadas os veterinários se esforçam para acompanhar a demanda de serviços de cuidados, neste caso, de acordo com o Instituto Pet Brasil os serviços veterinários aumentaram, no ano passado,17,5% e já representam quase 10% no mercado pet. “Entre os “pets”, cães e gatos assumem papel de destaque, constituindo-se nas espécies de maior convívio com seres humanos. Em relação aos caninos, além das outras funções a que se destina, ou seja, guarda territorial, guias de cego, forças armadas etc., vem fazendo parte, cada vez mais, do dia a dia da maioria das famílias brasileiras”, completa o professor doutor da UFU e coordenador do curso, Francisco Claúdio Dantas Mota. A criação do curso de aperfeiçoamento em cirurgias de animais de pequeno porte oferecido pela Faculdade de medicina veterinária (FAMEV) vem para atender a demanda do mercado. O objetivo é atualizar e capacitar médicos veterinários para atuar eficazmente na área de clínica cirúrgica de cães e gatos. “Com a tecnologia, com a inovação, nós precisamos ofertar cada vez mais esses cursos, que seja de extensão, que são cursos mais rápidos, mais voltados à prática, que também oferece oportunidade de network”, destaca, Nauara Cristina Gomes, analista júnior de projetos da FAU. Andréa Costa é cirurgiã veterinária e proprietária de uma clínica há quase 40 anos tem 5 pós-graduação e uma em cirurgia, já busca nova pós e vai levar com ela uma das veterinárias da equipe da clínica, “eu faço em média 3 cirurgias por dia, hoje fiz 5 preciso de quem divida comigo essa escala e preciso também me manter atualizada, o mercado não tem cirurgiões para atender toda nossa necessidade”, afirma a veterinária. Segundo a Andréa o setor de pets de pequeno porte já está precisando de mais profissionais especializados em cirurgia há cerca de 15 anos. E, com isso, o mercado está bastante favorável, os poucos cirurgiões que estão trabalhando preferem atender “volante” com agendas em clínicas diferentes para alcançar toda a demanda. “Vinte vagas para o curso? Vai ficar muita gente de fora, ainda é pouco para atender o mercado”, completa a veterinária que ainda acumula a função de anestesista para as cirurgias, procedimento que não é adotado em grandes centros mas, por falta de veterinários especializados, ela é obrigada a exercer. De acordo com o coordenador do curso de extensão, professor doutor da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), menos de 1% dos formandos na área de medicina veterinária tem acesso aos programas de residência, os cursos de pós-graduação Lato Sensu, aprimoramentos, aperfeiçoamento e práticos extensionistas. “Esse curso vem trazer a esses profissionais a oportunidade de treinamento e aprofundamento nos conceitos na área clínica médica e cirurgia veterinária, conhecimentos que farão a diferença na vivência clínica das especialidades, que são atualmente tão desafiadoras e frequentes na rotina da clínica médica veterinária”, acrescenta o coordenador do curso, Francisco Claúdio Dantas Mota. O curso do projeto de extensão curso de Aperfeiçoamento em cirurgia de pequenos animais que será oferecido pela Faculdade de medicina veterinária (FAMEV) busca atender aos profissionais médicos veterinários graduados ou pós-graduados. A grade curricular foi montada com o objetivo de atualizar e capacitar médicos veterinários dentro das especialidades mais demandadas pela população. “O que pretendemos com esse curso de extensão é apresentar procedimentos modernos e de alta resolutividade para que o profissional possa atuar com mais segurança em seu dia a dia com procedimentos de baixa, média e alta complexidade, com maior precisão diagnóstica e terapêutica na área de clínica cirúrgica de cães e gatos”, completa o coordenador. As aulas serão em sala de aula e práticas, nos laboratórios, do hospital Veterinário da UFU. O curso de extensão abordará desde casos de urgências, emergências até para cirurgias eletivas. Ao todo são 12 especializações divididas em módulos com aulas práticas e teóricas ministradas por professores e doutores da UFU, com carga horária total de quase 200 horas. Os temas passarão pela introdução à cirurgia até as mais complexas que vão de atendimento de emergência a politraumatizados sendo geralmente animais vítimas de acidentes a cirurgias oncológicas, reconstrutivas passando para as especializadas em feridas de pele oncológicas, cabeça e pescoço. Mais informações aqui. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 18/07/2024 às 08:00
FAU parabeniza Unidade Embrapii FEMEC UFU, instalada na Universidade Federal de Uberlândia

Solenidade de oito anos de credenciamento da Unidade Imagem Milton Santos – Dirco UFU Atuando na parceria como facilitador na gestão de projetos a FAU se orgulha de participar desse momento de comemoração A Unidade FEMEC UFU da Embrapii une dois dos importantes laboratórios de pesquisa e inovação da Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), o Centro para Pesquisa e Desenvolvimento de Processos de Soldagem e manufatura aditiva, o Laprosolda e o laboratório de Tecnologia em Atrito e Desgaste, o LTAD. A Embrapii é uma Organização vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação criada há 10 anos para apoiar e fomentar a inovação na indústria brasileira. A inovação é desenvolvida por meio de projetos de pesquisa com as empresas de todo o território nacional, “A FAU é a instituição que viabiliza o investimento privado tornando o recurso público para que os pesquisadores da Universidade desenvolvam a inovação”, disse o reitor da UFU, durante o evento em comemoração aos oito anos de credenciamento da Unidade Embrapii FEMEC UFU, no último dia 4. Criada há mais de 40 anos, o papel da Fundação de Apoio Universitário (FAU), tem autonomia administrativa para atuar na gestão de projetos de pesquisa, ensino, extensão, inovação e de desenvolvimento institucional de Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), sendo a UFU uma delas. Junto as sete instituições a apoiadas já foram mais de 8 mil projetos gerenciados envolvendo mais de R$ 10 bilhões captados pelos pesquisadores e professores. A parceria da FAU otimiza a realização dos projetos e possibilita a gestão administrativa e financeira desses recursos, como por exemplo na contratação de pessoas para atuarem nos projetos. No caso da Unidade Embrapii FEMEC UFU, por exemplo, são mais de 50 contratos com engenheiros e profissionais administrativos, via Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para desenvolvem as pesquisas juntamente com os professores e alunos da Universidade. Os recursos, para as contratações, são dos projetos em parceria com as empresas e cabe à FAU a gestão desses processos trabalhistas. Cada projeto tem a conta própria e a operacionalização é anualmente auditada por empresa externa. Outra atividade da Fundação que otimiza a execução dos projetos é realizada pelo setor de compras, deixando a equipe da Unidade focada na pesquisa. A complexidade dos projetos de inovação tecnológica exige o mesmo nível para a aquisição de itens e produtos para a execução dos ensaios de pesquisa. “Esse suporte é vital para a concretização de pesquisas de ponta, que requerem acesso a equipamentos, insumos e tecnologias avançadas, muitas vezes disponíveis apenas em mercados internacionais”, explica Juliana Gough, gerente de compras da FAU. Para as compras nacionais a FAU oferece um suporte que inclui: busca e identificação de fornecedores; cotação e negociação; logística e entrega; tombamento de bens permanentes e o cumprimento legal. No caso das compras de itens internacionais a gestão da FAU possibilita assegurar que as aquisições estejam de acordo com as leis e regulamentações com inclusive serviço de despachante aduaneiro. “O trabalho da FAU, na gestão de vários procedimentos, o de compras é um deles, deixa o pesquisador mais focado na inovação e, tudo precisa ser feito por nós, dentro do plano de trabalho do projeto para otimizar os prazos e entregas feitas por eles”, acrescenta o diretor da FAU Rafael Visibelli. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 08/07/2024 às 16:50
Fau altera valores limites para compras sem licitações e flexibiliza normas para projetos de pesquisa e inovação

Visitas técnicas e conferências com Fundações de outros estados contribuíram para a tomada de decisão As flexibilizações nos processos de compras e contratações mantém os rígidos padrões de segurança financeira e legal, o objetivo nas atualizações de procedimentos foi para alinhar ao que vem sendo adotado por outras fundações de apoio no Brasil. A principal novidade é o aumento dos valores de referência para algumas modalidades de aquisições. As compras e contratações continuam dentro das normas e leis específicas que garantem a padronização dos processos e a eficiência na gestão. No caso da compra direta, modalidade mais comuns nos processos, os valores subiram de R$ 40 mil para R$ 59.606,02 e para contratação de obras e serviços de engenharia o limite também subiu de R$100 mil para até o valor de R$ 119.812,02. “Estes processos continuam sendo compostos por pelo menos 3 orçamentos para cada item. Observamos a possibilidade de adotar um novo entendimento legal para dirigir nossas contratações.”, explica Juliana Gough, gerente de compras da FAU. Para compras e contratações serão utilizadas as dispensas de licitação que envolvam projetos P&D, até o limite de R$ 359. 436,08 para obras e serviços de engenharia. E, sem limites de valor para compras e contratações nacionais, além de compras acima de R$ 250mil para importações. “Para estas contratações é obrigatório o envio de justificativa de utilização exclusiva para projetos de pesquisa, e são compostas de 3 orçamentos”, completa a gerente. As licitações ou seleção pública ficam mantidas, e para os processos de inexigibilidade, onde não há competição de mercado, o procedimento também não foi alterado. “É bom reforçar que a correta especificação do objeto, incluindo quantidades e unidades de medida, é crucial para o sucesso da contratação. Por exemplo, ao solicitar 3 arames, é necessário esclarecer se são três metros de arame ou três rolos de arame, com determinada quantidade de metros” acrescenta Juliana Gough. A gerente de compras ainda ressalta que a definição inadequada do objeto pode tornar a formulação de ofertas inviável, prejudicar o processo de julgamento ou resultar na aquisição de um item que não atenda às necessidades do projeto. Quanto aos prazos para a solicitação de compras a gerente de compras da FAU afirma não terem sido alterados. Para os processos de importação, continuam sendo utilizadas as modalidades expressa ou a formal. Os casos são diferenciados pelo tempo para recebimento do produto e valores taxados. Na expressa, nós utilizamos as empresas de courier, para fazer as compras de importação até 3 mil dólares. “Esses processos são mais rápidos, no entanto, são mais caros. Para esses processos, no momento do desembaraço da chegada da mercadoria no Brasil, nós somos tarifados em 100 a 110% do valor do imposto”, completa Juliana. Para o caso da importação formal, ele é feito por meio de serviço de despachante alfandegário contratado para realizar os processos do desembaraço da carga na chegada ao Brasil. A principal vantagem dessa modalidade de entrega é a isenção de impostos por força de ser para projetos de pesquisa. “Para essas compras nós temos as despesas acessórias de importação, que são o Frente Internacional, o Frente nacional rodoviário, o seguro da carga, a despesa com a armazenagem no aeroporto e a taxa cobrada pela Receita Federal no momento da nacionalização”, acrescenta Juliana Gough. Durante todos os procedimentos a descrição de cada solicitação também contribui para a eficiência dos processos. Quanto mais detalhes, e mais claro for o pedido, com descrição de cada item solicitado para a compra, maiores são as chances de todo processo ser efetivado com sucesso e menor prazo. “É importante garantir que todas as solicitações venham com a documentação necessária para dar prosseguimento à compra ou a contratação. Quando é necessária a escolha de um fornecedor ou de uma marca, é importante que seja enviada à justificativa técnica demonstrando a necessidade desta escolha”, concluem a gerente de compras. Com todos os critérios e para cada modalidade existe ainda prazos diferentes para conclusão. Para que os procedimentos sejam seguidos, é necessário o envio da solicitação em até 45 dias anteriores a vigência do convênio, para compras nacionais, e até 90 dias para as importações. Os prazos de entrega são contados a partir da emissão do pedido de compra. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 01/07/2024 às 10:50
Precificação para gestão vai de valor e duração dos projetos, a subsídios para os de menor aporte financeiro

A gestão passa por executar um plano financeiro saudável de operação das despesas administrativas (DOA) A Fundação de Apoio Universitário (FAU), é uma organização de direito privado, sem fins lucrativos que vai completar 42 anos. As auditorias, feitas por empresa externa, aprovaram as contas financeiras e destacaram o superávit da Fundação. Para atingir esses resultados a administração é submetida a planejamento de gestão com foco em aprimorar e otimizar a gestão de projetos de pesquisa, ensino, extensão, inovação e de desenvolvimento institucional das Instituições Federais de Ensino Superior (IFEs) que atende, entre elas a Universidade Federal de Uberlândia. A principal ferramenta para a gestão é o controle das despesas operacionais de administrativas (DOA) tudo que é feito para o atendimento e acompanhamento dos projetos das Universidades e IFEs passa por um processo detalhado para precificar o serviço prestado às Instituições. Todas as atividades são regulamentadas por Portaria interministerial desde 2011, por ela são realizados os convênios com as Universidades e Institutos Federais de ensino e pesquisa. A Portaria ainda respalda as formas de cobrança de serviços, utilização de recursos e garante a transparência da gestão. “Para compor essa precificação, nós nos baseamos na metodologia de custeio ABC, que é o custeio por atividades. Porque a maioria dos nossos cursos são indiretos e, além disso, para oferecer nosso serviço aos nossos usuários em uma sequência de atividades. Então, esse foi o modelo adotado permite conseguir chegar em uma precificação mais justa”, acrescenta Crisley Faria Almeida, gerente de projetos da FAU. As despesas operacionais e administrativas (DOA) também tem teto para precificar a cobrança pelos projetos que passam pela gestão financeira da FAU, com limitação de até 15% do valor, em caso de projetos de aporte financeiro menor, a Fundação subsidia os custos. “De forma alguma, a FAU deixa de executar o projeto. Nesse caso, a entramos com uma contrapartida parcial ou integral para fazer a execução desse projeto com incentivo à pesquisa, à ciência, para o desenvolvimento da Universidade Federal de Uberlândia e outras instituições credenciais”, explica a gerente de projetos Sobre os itens considerados para a precificação eles são pontuados no mesmo modelo da iniciativa privada em padrões empresariais. São custos fixos como água, luz, telefone, internet e pessoal, hora dedicada pelos colaboradores de cada setor por onde o projeto precisa passar desde o que libera a aquisição de itens ao de contabilidade, jurídico e outros mais necessários, de acordo com a natureza do projeto. “De acordo com o que vai ter na execução do projeto, nós vamos calcular a hora do colaborador e multiplicar também pela vigência do projeto. Então, pela quantidade de atividades que tem pela vigência do projeto e a gente considera esse rateio”, completa Crisley Faria. A metodologia de custo vem sendo adotada desde 2016, já é conhecida e comum entre empresas do país. “Mas, de lá pra cá a gente vem fazendo atualizações, modificando alguns pontos e tem um estudo comparativo com as outras fundações pra que sempre possamos estar de acordo com a realidade da execução das atividades dos projetos e com isso buscamos proporcionar maior transparência para os nossos parceiros e usuários”, completa a gerente de projetos da FAU. Toda a metodologia utilizada pela FAU para o cálculo das despesas operacionais e administrativas (DOA) está disponível neste link. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 21/06/2024 às 09:05
Auditoria externa feita na FAU aprova as contas e aponta crescimento de receitas

Imagem: Júlia Coelho (FAU) Mais um ano com bom desempenho e prestações de contas aprovadas. Contas aprovadas e aumento da receita em 47,21%, em comparação ao ano de 2022. Este foi um dos pontos destacados no relatório da auditoria anual realizada, nas contas da Fundação de Apoio Universitário (FAU), por uma empresa especializada. A auditoria analisou o balanço patrimonial de 2023 e o resultado seguiu para apreciação do Conselho Fiscal da fundação, em maio (27) e ainda foi apreciado pelo Conselho Curador, no dia 03 de junho de 2024. O crescimento das receitas foi tomando como base as demonstrações financeiras da Fundação onde está registrada a aplicação dos recursos na Demonstração de Resultado e o impacto positivo na Demonstração de Fluxo de Caixa. As Fundações de Apoio são organizações de direito privado. Elas foram criadas para incentivar o ensino, pesquisa, extensão e desenvolvimento institucional, científico e tecnológico desenvolvido nas Instituições Federais de Ensino Superior e Instituições Científicas e Tecnológicas. As Fundações prestam serviços por meio da gestão administrativa e financeira dos recursos dos projetos. Ter as contas aprovadas por auditores externos destaca a gestão da FAU entre as constituídas no Brasil. Para os administradores elas representam a certificação de transparência e eficiência na aplicação de verbas em projetos de pesquisa, ensino e desenvolvimento. A aprovação veio após uma análise detalhada do balanço patrimonial e do relatório de auditoria independente, previamente endossados pelo Conselho Fiscal da fundação. “A partir de 2022 a FAU atualizou-se junto aos convênios, documentos, ampliando o número de projetos Assim ela reverteu o resultado, que era ruim antes de 2022, e aí tivemos a parceria não só com a Universidade Federal de Uberlândia, mas como também com o Instituto Federal Triângulo Mineiro, que buscou e respaldar mais receitas. Em contrapartida a Fundação amplia seu papel de gestora em apoio ao ensino, à pesquisa, extensão e cultura. Então, isso, é importante e fechamos 2023 com a prestação de contas demonstrando que os esforços realizados nos anos anteriores foram contemplados agora nesse período, de exercício 2023″, completa o professor prof. Edilberto Batista Mendes Neto, presidente do conselho fiscal da Fundação. Outro ponto destacado, no parecer do Conselho Fiscal, foi as demonstrações contábeis terem sido aprovadas sem ressalvas refletindo, de acordo com o relatório, conformidade com às normas e eficiência dos controles internos da FAU. Ano passado as contas de 2022 foram aprovadas com algumas recomendações que foram implementadas ao longo de 2023. Os ajustes foram destacados considerando comprometimento contínuo com transparência e melhoria das práticas de governança. A auditoria também revelou um superávit no balanço da FAU de R$ 206.112,85, mesmo com o aumento das despesas com pessoal, administrativo, financeiro e tributário. Além disso, em 2023, a Fundação atingiu um notável resultado em seu fluxo de caixa, registrando um crescimento de 130% em comparação a 2022, encerrando o ano de 2023 com um expressivo superávit de R$ 664.571,55 (seiscentos e sessenta e quatro mil quinhentos e setenta e um reais e cinquenta e cinco centavos). O Conselho Fiscal concluiu ainda que a FAU tem seguido as melhores práticas de gestão para assegurar a adequação e a confiabilidade de seus controles internos e recomendou a aprovação das prestações de contas de 2023. A apreciação pelo Conselho Curador, na reunião do dia 03, consolida a reputação da FAU como uma instituição financeiramente sólida e bem administrada, reforçando a confiança de sua Diretoria, colaboradores, parceiros e da comunidade acadêmica. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 13/06/2024 às 10:22
Da educação à saúde a psicopedagogia tem se tornado cada vez mais presente nas escolas em clínicas e hospitais

Turma formada na ultima edição do curso de pós. Imagem: arquivo Faced Em todo espaço, seja no campo escolar ou corporativo, os profissionais têm buscado cada dia novas possibilidades para lidar com o comportamento humano. Nesse cenário, a psicopedagogia vem oferecendo metodologias cada vez mais significativas ao aprendizado em diferentes contextos e perspectivas. Em praticamente todo espaço, de ensino ou não, existe necessidade de aplicação dos conhecimentos da área. O mercado de trabalho ganhou oferece espaço oportunidades para o profissional psicopedagogo, desde o trabalho em escolas, empresas, organizações sociais (Ongs) até em clínicas e escolas. Na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), a Faculdade de Educação (FACED conta com um grupo de estudos e pesquisas em psicopedagogia (GEPPE) para atender as demandas desse novo mercado. Os pesquisadores, professores e doutores desenvolvem há mais de 20 anos atividades de ensino, pesquisa e extensão. O grupo de pesquisadores estudam ferramentas que articulam conhecimentos da área da educação e os resultados levaram a conteúdos que servem de base para cursos cada vez mais atualizados com o mercado e com o comportamento humano. O mais recente projeto vai reunir conhecimentos de diferentes campos do saber, como a neurociência, a fonoaudiologia, a psicologia, a pedagogia, a psicomotricidade, dentre outros, em novo curso de especialização, em psicopedagogia. “Nesse sentido, o curso oferece um currículo interdisciplinar para contemplar o ser humano em uma perspectiva sistêmica de desenvolvimento”, afirma a professora Maria Irene Miranda, pesquisadora e doutora da FACED. O curso de pós-graduação em psicopedagogia é um dos mais tradicionais da UFU, acontece há 23 anos e se destaca pelo baixo índice de evasão; 80% dos matriculados concluem o curso. Durante o curso os alunos também participam de estágios supervisionados e realizam acompanhamento psicopedagógico gratuito a estudantes de escolas da rede pública de ensino. “É uma forma dos futuros psicopedagogos vivenciarem o trabalho psicopedagógico e ainda contribuírem com a educação pública, assim, estão articulando o ensino, a pesquisa e a extensão, sob a orientação do corpo docente do curso”, completa a coordenadora. Mais informações sobre o curso de pós em: https://cursos.fau.org.br/curso/psicopedagogia/ Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 29/05/2024 às 15:15
Especialização direcionada na formação executiva para o agronegócio

Pesquisa desenvolvida por pesquisadores da UFU na cafeicultura da região de Patos de Minas para elevar a produtividade e a classificação do café e ganhar competitividade nas exportações. Imagem: acervo projeto “Da semente à Xícara” Em um setor que representa quase 1/4 do PIB nacional o que se busca nos cursos de especialização é oferecer visão estratégica para tomada de decisões Os números do agronegócio chamam a atenção não apenas no contexto nacional. O Brasil é o maior exportador mundial de soja, café, açúcar, suco de laranja, carne bovina e frango. No Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas em um país, o agronegócio representou 25,2% do total, no ano de 2022. Mesmo com essa queda, ele ainda é considerado “a força vital para o Brasil e para a produção de alimentos em escala mundial. Segundo o CEPEA (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o agronegócio foi o único setor que cresceu no país em meio à pandemia. Recentemente, doutores e professores da Faculdade em Gestão de Negócios (FAGEN) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) elaboraram a quarta edição do curso de MBA para o agronegócio. Desta vez, o foco deixa um pouco o aprimoramento técnico para concentrar conhecimento para a formação de executivos do setor para maior habilidade tática e estratégica. “E a intenção é exatamente essa, capacitar esses profissionais para que além da técnica agrícola e veterinária para que eles tenham também uma noção de gestão para liderarem outros técnicos dentro do setor e fazer o agronegócio progredir também nessa frente, a da gestão”, completa o professor da Faculdade de Gestão e Negócios e coordenador do curso de MBA do agronegócio oferecido pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Em 2020, mesmo com a crise global, as exportações do agronegócio brasileiro bateram recorde, atingindo US$ 100,81 bilhões, um crescimento de 4% em relação ao ano anterior, dados do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). “Por trás desse desempenho extraordinário, está um setor altamente complexo e dinâmico, que demanda profissionais cada vez mais qualificados e atualizados. Daí o curso de MBA em Gestão de Agronegócios focado em capacitar líderes para os desafios e oportunidades desse mercado em constante evolução” completa o coordenador do curso. A novidade deste ano foi a grade curricular que objetiva dar mais ferramentas para as tomadas de decisões, profissionais ainda mais capacitados para um mercado cada vez mais competitivo e sensível às oscilações climáticas, geopolíticas e econômicas internacionais. As disciplinas abordam desde as bases e tendências do agronegócio, passando pelas mais modernas ferramentas de gestão aplicadas ao setor, até a vivência prática por meio de projetos e estudos de caso. Entre os destaques, estão disciplinas que tratam questões essenciais para estabilidade do mercado, como empreendedorismo, agritechs no agro com crescente número de startus no setor, gestão de riscos e sustentabilidade e bioenergia na agroindústria. Os temas buscam preparar os profissionais para o aumento de alimentos de forma sustentável, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a produção mundial precisará aumentar em cerca de 70% até 2050 para alimentar uma população de 9,7 bilhões de pessoas. De acordo com o coordenador do curso além de conhecimentos técnico e de gestão também serão oferecidas visão estratégica, capacidade de inovação, habilidades de negociação e networking. “O uso de instrumentos financeiros pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso, capacitamos gestores para impulsionar a produtividade, a inovação e a sustentabilidade em suas organizações e em toda a cadeia de valor”, conclui o professor da FAGEN. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 23/05/2024 às 16:20
“Doce Jardim” – programa que articula diálogos sobre a importância das abelhas na cidade vai além dos campi da UFU

Imagem: Doce Jardim instalado no Campus Umuarama, ao lado da biblioteca, inaugurado ano passado Laboratório de Ecologia e Comportamento de Abelhas (LECA), do Instituto de Biologia da UFU leva as pesquisas para produção de hortaliças na zona rural A importância das abelhas para a polinização e as vantagens do convívio com as pessoas na cidade ou no campo. Estes são os principais desdobramentos do projeto Doce Jardim, que acaba de completar um ano, em Uberlândia. Nestes 12 meses de implantação as pesquisadoras, alunos e professores do Instituto de Biologia da Universidade Federal de Uberlândia (INBIO/UFU) ofereceram conscientização nos Jardins instalados no Campus Umuarama e no Campus Santa Mônica. Os espaços escolhidos foram ao lado das bibliotecas. Em um ambiente agradável, com sombra e muitas flores foram construídas trilhas que permeiam entre ninhos das algumas espécies de abelhas encontradas na cidade. “Temos um trabalho educativo para a conscientização de que as abelhas não oferecem riscos, na verdade o que queremos é mostrar a importância das abelhas para a vida, para o ser humano por meio da polinização que elas realizam”, acrescenta Fernanda Helena Nogueira-Ferreira, pesquisadora do INBIO/UFU e coordenadora do Programa Doce Jardim. Os Doces Jardins já fazem parte da educação ambiental oferecida nas escolas, basta o agendamento feito pelo Instagram do “Doce Jardim Educativo” e preencher o formulário para agendamento. Os alunos são recebidos por mediadores, pesquisadores e professores que mostram as espécies mais comuns que aparecem nos bairros de Uberlândia e até no centro da cidade, onde há flor ali perto pode tem uma colônia. “A proposta do projeto é despertar na população que todo mundo pode ter uma espécie de planta e cuidar do seu próprio jardim”, comenta a pesquisadora. Entre as plantas cultivadas nos jardins estão espécies de temperos, como o manjericão, uma das preferidas das abelhas urbanas, como a jataí, que já se adaptaram muito bem com a rotina da cidade, além da abelha jataí, uma das menores encontradas, foram identificadas outras 5 espécies. O projeto, inspirado na proteção do meio ambiente, divulgação da importância das abelhas e necessidade de preservação, ainda homenageia o geneticista da UFU, com trabalhos publicados mundialmente sobre abelhas, Prof. Dr. Warwick Estevam Kerr. Da cidade para o campo, os estudos foram para a Zona Rural, ganhou nova vertente e foco abordando a importância das abelhas para a produção de alimentos. Em um sistema agroflorestal, a cerca de 30 km de Uberlândia, em cultivos de tomates e outras hortaliças a polinização proporcionada pelas abelhas é estudada. A área escolhida fica entre eucaliptos e bananais onde são usados diferentes manejos naturais de controles de pragas. O projeto, junto aos agricultores de hortaliças, foi bem aceito e conta com a vantagem de que este tipo de cultivo não oferece risco de contaminação às abelhas, pois não existe uso de defensivos agrícolas. Foram plantados 2 canteiros de tomates para identificar quais espécies de abelhas que ocorrem naturalmente na região. “As abelhas sem ferrão, as que temos encontrado presentes no cerrado, se mostraram importantes na produtividade e para a qualidade dos frutos do tomate”, completa a professora e pesquisadora. Quanto à qualidade do tomateiro os resultados também chamaram a atenção, foram colhidos frutos maiores, com mais qualidade e mais saudáveis. “Agora instalamos um ninho da espécie conhecida por mandaçaia, para avaliarmos se haverá aumento da produtividade”, completa Fernanda Helena Nogueira-Ferreira, pesquisadora do INBIO/UFU. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 16/05/2024 às 10:20
Novo investimento em tecnologia com foco na qualidade do atendimento

O novo investimento da FAU vai favorecer a gestão de projetos O setor de projetos é o início do atendimento na Fundação de Apoio Universitário (FAU). Por ele iniciam os processos de parceria entre as Universidades apoiadas e a sociedade. São projetos para prestação de serviços, para desenvolvimento de inovação tecnológica e atividades voltadas à educação, atualmente são mais de 1.050 projetos em execução, de acordo com o diretor executivo, a adoção do novo canal de comunicação foi necessário para corresponder à demanda. Acompanhar as etapas e atender aos professores, pesquisadores e comunidade envolvida nos projetos e cursos de pós-graduação exige contantes melhorias nas ferramentas de atendimento ao público. “Todos os setores recebem investimentos contínuos, nossa ideia é incrementar e acompanhar com novas tecnologias como a que utiliza da inteligência artificial, que é essa que implantamos agora”, completa Rafael Visibelli, diretor executivo da FAU. A nova ferramenta eletrônica vai disponibilizar, via whatsapp, o direcionamento para o atendimento pessoal que poderá solucionar dúvidas pontuais, o objetivo é reduzir as chamadas telefônicas para proporcionar ao analista maior tempo de resoluções processuais dos projetos. “O que nós desejamos com essa nova forma de atendimento é oferecer ao analista maior disponibilidade de concentração para as atividades analíticas, exigidas para execução dos projetos, teremos maior assertividade e celeridade nas análises, o pesquisador e professor ganharão permanentemente ao longo dos processos”, completa Crisley Faria Almeida, gerente do setor de projetos da FAU. A nova ferramenta, com atendimento pelo aplicativo é considerada importante pela facilidade que oferece o que significa um atendimento mais rápido para questões mais simples que não necessitam de formalização ou troca de documentos. Nos 10 primeiros meses do ano passado o setor de projetos registrou mais de 8 mil e 500 aberturas de atendimento por meio de formulário eletrônico conhecido como tickets. No ano passado a FAU recebeu do Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (CONFIES) o “Prêmio Boas Práticas de Gestão das Fundações de Apoio” pela implementação de uma nova gestão no atendimento. Um sistema que criou campos de descrição para registrar as demandas e organizar, de forma cronológica, a comunicação entre os analistas da FAU e os coordenadores de projetos universitários. Além da UFU, a FAU atende 5 outras instituições de ensino superior, Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), Universidade Federal de Jataí (UFJ), Universidade Federal De Rondonópolis (UFR), Universidade Federal de Catalão (UFCAT), além o hospital de clínicas UFU/EBSERH, o maior da rede de 42 hospitais públicos da EBSERH. Por: Cristiane de Paula (jornalista FAU) Publicado em 10/05/2024 às 11:58